7 de outubro de 2009

A nova arma terrorista

Via Expresso (http://aeiou.expresso.pt/supositorio-bomba-e-a-nova-arma-da-al-qaeda=f539754, uma notícia aterradora:
Supositório-bomba é a nova arma da Al-Qaeda
A rede terrorista Al-Qaeda está a utilizar explosivos introduzidos no corpo dos terroristas-suicidas sob a forma de supositórios, revela um documento das autoridades francesas relacionado com o atentado contra o príncipe Mohammed bin Nayef.

A rede terrorista
Al-Qaeda encontrou uma nova forma de enganar o esquema de segurança dos aeroportos. Agora, nada de explosivos amarrados a um cinto, como é habitual. Isso já está ultrapassado. Actualmente, os terroristas-suicidas carregam as bombas dentro do corpo, introduzidas sob a forma de supositórios. Tal como ocorreu num atentado na Arábia Saudita, no passado mês de Agosto.
O novo modus operandi da Al-Qaeda foi descoberto na sequência das investigações sobre o atentado cometido contra o príncipe
Mohammed bin Nayef , responsável pela luta contra o extremismo na Arábia Saudita. Ficou provado que o activista islâmico Abul Khair trazia o explosivo dentro de um supositório, algo até aqui inédito, tendo utilizado um telemóvel para provocar a explosão.
O príncipe escapou ao atentado reivindicado pela Al-Qaeda. Já o terrorista ficou com o corpo desfeito em pedaços.
De acordo com o jornal
'Le Figaro' - que teve acesso a um documento dos serviços franceses de combate ao terrorismo - nenhum aeroporto do mundo dispõe de meios de controle de todos os passageiros" para detectar explosivos engolidos ou escondidos dentro do corpo em supositórios.
Os detectores de metais de nada adiantam nesses casos. A solução seria utilizar um aparelho de raio-X.
No entanto, os conselheiros do ministro da Administração Interna de França dizem ser "impensável" generalizar a utilização de raios X para seleccionar os passageiros antes do embarque.
A polícia técnica francesa, por sua vez, levanta a possibilidade de controlar o sistema de detonação, ou seja, os telemóveis que enviam o sinal da explosão por frequência de rádio.
No caso dos aviões, resta saber se, daqui por diante, vai ser necessário exigir aos passageiros que entreguem os telemóveis à tripulação antes de iniciar o voo.
Quando os americanos debatem a estratégia a seguir no Afeganistão, com uma boa parte da opinião pública a pugnar pelo regresso dos soldados americanos a casa, surgem notícias deste teor.
Não por acaso, certamente....
Compreendo o natural desejo do povo americano de não ver morrer no Afeganistão os seus compatriotas.
Não sendo um pacifista, compreendo perfeitamente o horror à guerra.
Qualquer guerra.
O que já não compreendo é a insistência de algumas pessoas na tese do diálogo com estes dementes.
Mas diálogo acerca de quê, esclareçam-me lá por favor.
Estes energúmenos só se preocupam com uma coisa - procurar novos meios para aniquilar o maior número possível de pessoas que não sigam os seus ditames, supostamente sagrados.
Quando se promovem atentados contra instalações do Programa Alimentar da ONU o que é que se espera de escumalha desta?
É um pensamento terrível, mas a única solução perante tal bestialidade é a brutalidade total.
Quando vimos aviões a entrarem nas Torres Gémeas pensámos que tínhamos assistido ao cúmulo da barbárie.
Não, não era assim, que estas mentes demoníacas constantemente descobrem novas formas de destruir, de matar, de espalhar o terror.
Ao ler estas notícias, ao ver as imagens que nos atormentam a memória, só consigo relembrar o fabuloso Marlon Brando em Apocalypse Now (metáfora divinal do que é a total loucura associada à guerra) quando repetia com uma voz gutural, pouco antes de Martin Sheen o decapitar, "The Horror.... The Horror....".

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