O pulha russo
Enquanto celebrava o Dia da Vitória, o pulha russo enviava recados aos que ainda o querem ouvir. O patife que usou as Brigadas Wagner, entretanto transferidas para o Mali como Africa Corps, duas designações ligadas ao regime nazi, enquanto invadia e massacrava a Ucrânia supostamente devido à nazificação do país, tem o desplante de querer uma “paz” na Ucrânia sem intervenção do agredido. Uma “paz” que afinal seria apenas o retalhar do país acordada entre a Rússia e a União Europeia (agora já seria parte interveniente) e os Estados Unidos. O energúmeno que vê as suas tropas travadas no campo de batalha, que vê a inteligência e a astúcia ucraniana travar a força bruta russa, que teme cada vez mais uma revolta no interior do seu círculo de poder, tenta apressar uma “paz” nos seus termos. Precisamente os mesmos que na sua visão demente justificaram esta guerra. Um discurso que só colhe frutos entre os alienados deste mundo às avessas como se viu esta semana no Parlame...




