Gladiator, White House edition
A presidência Trump é cada vez mais uma fantasia viva do que é o imaginário do demenciado presidente norte americano. O combate no relvado da Casa Branca é só o último acto público dessa fantasia. Donald Trump celebrou o seu octagésimo aniversário como o imperador que gostaria de ser ou acha que é. Não havia Russell Crowe ou Joaquin Phoenix, nem o brilho de Ridley Scott. Porque Donald Trump e tudo o que rodeia é fake, pechisbeque. Mas lá estavam os lutadores a entreter o Imperador e os seus basbaques convidados. Não havia uma multidão de servos a adorar o seu suzerano porque as únicas multidões que Donald Trump consegue arrastar são as que estiveram em Nova Iorque a vaiar o grande líder (de querido tem pouco ou nada…) mesmo enquanto o hino nacional tocava em fundo. Mas lá estava o circo montado com figurantes escolhidos a dedo para afagar o enorme ego da patética figura que é o actual líder da nação mais poderosa do planeta. Donald Trump rejubila, incha ainda mais a sua volu...




