16 de fevereiro de 2010

António Vitorino diz que tomou conhecimento do negócio da Prisa por razões profissionais


António Vitorino diz que soube do negócio da Prisa por razões profissionais
"António Vitorino assegura que só teve conhecimento da intenção da Prisa de vender a sua participação na Media Capital por razões profissionais. No programa da RTP ‘Notas Soltas’, o socialista reagiu desta forma à notícia da revista Sábado que o ligava ao alegado plano do Governo para controlar a comunicação social."
José Sócrates também, diria eu.
António Vitorino soube desse negócio enquanto jurista, advogado.
José Sócrates enquanto primeiro-ministro.
E essa é que é a grande diferença.
Dizer, como o fez o primeiro-ministro, e só depois de ter afirmado que desconhecia por completo o negócio, que teve conhecimento do mesmo "informalmente"(sic) não cola.
Como bem referiu Marcelo Rebelo de Sousa, quando se é primeiro-ministro e está em causa um negócio desta dimensão, que envolve uma empresa em que o Estado tem uma participação tão importante, não há lugar para o conhecimento informal.

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