16 de maio de 2010

Relojoaria de luxo

A história da marca hoje em destaque começa quando Florentine Ariosto Jones, um engenheiro e relojoeiro americano, decide fixar-se na Suíça e fundar a "International Watch Company" (IWC) em 1868.
Acompanhado por uma equipa de técnicos altamente qualificados, e com a mais moderna maquinaria ao seu dispor, Florentine Jones pretendia criar relógios e mecanismos de grande qualidade para serem vendidos no mercado americano.
No entanto, quando conhece Johann Heinrich Moser, um relojoeiro de Schaffhausen, que manufacturava relógios de bolso para, entre outros, a família imperial russa, resolvem juntar os recursos de ambos e criar a marca IWC e instalar a sua sede exactamente em Schaffhausen.
A marca é adquirida pelo suíço Johannes Rauschenbach-Vogel em 1880, e permanece na posse da famlília  Rauschenbach durante quatro gerações.
Nos anos 30 do século passado, e depois de um período de alguma turbulência, a marca apresenta o primeiro relógio destinado ao mercado da aviação com mecanismo antimagnético.
O sucesso da inovação faz com que a mesma seja mantida como característica de muitos dos relógios IWC ainda hoje à venda.
A história da IWC é uma história de sucessos e inovação até à actualidade.
A marca emprega hoje em dia 390 pessoas na sua manufactura em Schaffhausen e, desde o ano 2000, é detida pelo Grupo Richemont S.A.
Os relógios que aqui vou deixar em destaque são relógios da Portuguese line, não só por patriotismo, mas porque serão, hoje em dia, os mais famosos e mais bonitos da IWC.
Exemplo de técnica e complexidade, este Portuguese Minute Repeater 7 Day Power Reserve , aqui em caixa de ouro branco, movimento de carga manual e um preço de venda ao público a rondar os 58 000 Us dólares.






O meu modelo favorito da marca é este IWC Vintage Portofino, aqui em caixa de aço, movimento da carga manual, reserva de marcha de 42 horas, fases da lua, com um preço a rondar os 8 000 Us dólares.

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