20 de agosto de 2011

O resultado final foi bom....


Mas foi mesmo só isso.
O Porto bateu o Gil Vicente (3-1), mas a exibição da equipa deixou bem patente a (anormal) confusão que se vive no Dragão.
Tentar escamotear este facto de nada serve.
Percebe-se bem agora que, quando Vítor Pereira disse que o mercado devia fechar a 15 de Agosto, estava a desabafar.
Com constantes notícias de transferências iminentes, outras já conretizadas, outras em vias de concretização (Moutinho estava a jogar com os emissários do Chelsea no Porto a tentarem levá-lo e Álvaro Pereira nem jogou), o plantel do Porto está desconcentrado, nervoso.
E os disparates acontecem.
Como aquele de Otamendi que dá origem ao golo do Gil Vicente.
Claramente orfã de Falcao, com Kléber a sentir que lhe estão a pedir o que não consegue dar, com Souza a não conseguir substituir convenientemente Fernando, a equipa do Porto fez um jogo muito fraquinho.
A semana que se aproxima é bom que seja tranquila.
Porque, a jogar desta forma, com esta nervoseira, contra o Barcelona, adivinha-se desastre.
Vale, como sempre, Hulk.
Que vai disfarçando todos os males.
Mas não pode continuar a ser assim.
Há que arrumar a casa de uma vez por todas, deixar sair quem tem que sair, e quem quer sair, fazer entrar quem é necessário (um ponta-de-lança e, eventualmente, um "número 6"), e partir a sério para uma época que se prevê terrível.
Ontem, deu para somar três pontos.
Espero que tenha dado também para fazer soar algumas campainhas de alarme.

P.S. As polémicas entre Jorge Jesus e Vítor Pereira passam-me ao lado.
Não me interessam minimamente.

8 comentários:

  1. Estimado Amigo Pedro Coimbra,
    Não vi nem ouvi o relato do jogo entre o Porto e o Varzim, mas pelo relato fiquei a saber que o seu clube ainda não acertou o passo com este novo treinador, e o Falcão fará muita falta ao grupo dos Dragões, mas oxalá que a coisa se componha e o campeonato siga suave, para as gentes do norte.
    Abraço amigo

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  2. Novo treinador, novos jogadores, muita incerteza e indefenição.
    Nem parece o Porto
    Abraço amigo

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  3. O Otamendi devia ter sido expulso, o que teria condicionado ainda mais o fraco jogo do FC Porto. E aquele penaltizinho inventado foi bastante providencial para que o FC Porto pudesse inventar. E é assim que se estraga o futebol em Portugal, quase sempre em benefício dos mesmos.
    O Nolito na semana passada também marcou um golo irregular e o Sporting foi prejudicado. Vamos ver como correm os próximos jogos.

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  4. Pedro
    A benfiquista só veio deixar um abraço.

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  5. FireHead,
    Concordo consigo.
    O Otamendi devia ter ido tomar banho mais cedo.
    E o penálti é assim forçadinho.
    O Nolito estava efectivamente em fora de jogo.
    Mas continuo a pensar que não é por aí que se ganham campeonatos.
    A equipa do Porto está muito nervosa.
    E o Hulk não pode fazer tudo sozinho.
    Estou com algum receio do que vai acontecer com o Barcelona.

    Adélia,
    Um abraço para si também e saudações desportivas.

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  6. As polémicas fora das 4 linhas começaram a surgir a partir do momento em que os jornais passaram a ser diários, com mais espaço para qualquer coisa, fosse o que fosse.
    Depois, as rádios e as televisões. Em suma, os chamados órgãos da comunicação social (o quê?) tinham todo o espaço (e necessidade) para dedicar todo o tempo do mundo às conversas da treta mantidas por dirigentes, técnicos, só faltando dar voz aos gandulas (em português corrente, apanha bolas).

    Sobre o jogo em causa, está praticamente tudo escrito.

    Caro MACAU BANGKOK O MAR DO POETA, tem que fazer o favor de me esclarecer uma coisa, e vou citá-lo em copy and paste.

    "Não vi nem ouvi o relato do jogo entre o Porto e o Varzim, mas pelo relato fiquei ..."

    Meu amigo, destrua esta dúvida de quem está aqui a milhares de quilómetros.

    Se não viu nem ouviu o relato do jogo como é que ficou a saber pelo relato do jogo...?

    Ai, sou mesmo mauzinho.
    Caríssimo, não se zangue comigo.
    Combinado?

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  7. Há que vender papel não é Observador?
    Não há notícias?
    Criam-se.
    Era o lema do Marcelo Rebelo de Sousa.

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