29 de agosto de 2011

Matri-mono (última)


O casamento é uma relação entre duas pessoas em que uma tem sempre razão e a outra é o marido.

Anónimo

22 comentários:

  1. Terrível, Catarina, você é terrível :)))

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  2. :))) também já tinha saudades!
    Agradeço a visita e os votos que lá deixou.
    Bjs. :)

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  3. A frase é fantástica, eu em tempos (consciente do meu grande defeito que é a mania de ter sempre razão) chegava a dizer, a razão é minha porque eu comprei-a!Escusas de discutir!*

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  4. Eu tenho uma filha chamada Catarina.
    Já sei de onde vem a mania de ter sempre razão.
    É do nome.
    Eu é que sou o culpado :)))

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  5. Caro confrade Pedro Coimbra!
    Você anda a atiçar as valorosas confrades do seu imperdível vagão do Expresso do Oriente!!!
    Folguedos a parte as relações matrimoniais nunca foram igualitárias...
    Caloroso abraço! Saudações casamenteiras!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  6. Caro confrade Pedro Coimbra!
    Minha bisavó materna, a paulista da então Freguesia de São Bernardo, também chamava-se Catarina, para ser mais preciso Catarina da Conceição Pedroso(1866-1916). Meu bisavô, o Sr. Antônio Manoel Pedroso(1865-1927), era tão apaixonado por ela que ficou viúvo por 11 anos... Isto posto, as Catarinas é que dão as cartas...
    Quem me contava esta e outras histórias era minha saudosa avó, a Sra. Belmira Pedroso Pinheiro (1900-1985)...
    Caloroso abraço! Saudações catarinaianas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  7. Leio sempre os comentários do caro Prof. mas, com toda a honestidade, fico sempre ansiosa por ler o tipo de saudações que serão expressas nesse comentário... : )

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  8. Estranho, mas esta pareceu-me muito certa...
    :)

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  9. Carlos,
    Na mouche!! É, ou não é?

    Prof. João Paulo Oliveira,
    Tê-lo aqui como companheiro é uma honra!
    As Catarinas são terríveis.
    Veja o caso das duas que aqui comentam :))
    O pior é que são uns amores e nós não conseguimos passar sem elas.
    Eu sei isso bem.
    É o que acontece com aquela doçura que tenho lá em casa.

    Catarina,
    O Prof. João Paulo Oliveira escreve de uma forma única.
    Uma pessoa especial, sem dúvida nenhuma.

    Gábi,
    Certíssima!!! :)))

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  10. Cara confrade Catarina!
    Fiquei lisonjeado com seu gentil comentário!!!
    Também considero alvissareiro ler seus comentários aqui neste imperdível vagão do Expresso do Oriente comandado pelo ilustre confrade, o Dr. Pedro Coimbra, bem como vê-la abrilhantando o também imperdível vagão do Expresso do Oriente do nosso estimado confrade e amigo António Cambeta, dois portugueses residentes na longínqua Macau, que são absolutamente do bem, pautados pela lisura e transparência!!!
    Caloroso abraço! Saudações marítimas!

    PS - Aprecio sobremaneira sua fotografia de apresentação, porque no meu viés a apresenta de maneira reflexiva ao contemplar a vastidão marítima!!!

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  11. Caro confrade Pedro Coimbra!
    A honra é minha por vê-lo embarcar e opinar diariamente no meu vagão do Expresso do Oriente!!!
    A minha amiga, a Dona Miquelina Pinto Pacca, todas às quartas-feiras, no período vespertino, vai à Cripta da Catedral da Sé desfiar o Santo Rosário, rogando a intercessão do poderoso Cacique Tibiriça e da Nossa Senhora de Guadalupe e como ela se afeiçou a você não o esquece na suas orações, rogando para que nenhum mal o atinga, bem como sua distinta família e que pessoas peçonhentas não se aproximem de você!
    Caloroso abraço! Saudações miquelinaianas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  12. Você é uma pessoa mesmo muito especial.
    Realmente uma honra tê-lo aqui e um privilégio visitar diariamente o seu blogue.
    Bem haja.

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  13. Uma honra é chegar aqui e ter comentários assim para ler... Caro professor João Paulo de Oliveira, mais aianto que além de Catarina também sou de Oliveira, sim com o "de" porque é assim que deve ser, porque é assim que vem da família!

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  14. Caro confrade Pedro Coimbra!
    Este reles escrevinhador outonal e insulso professorzinho primário ficou enternecido com suas alentadoras e gentis palavras!
    Caloroso abraço! Saudações agradecidas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  15. Cara confrade Catarina!
    Ora pois, que alvissareiro saber que também tem o sobrenome Oliveira!!!
    Sou um dos milhares de descendentes do aventureiro e promíscuo João Ramalho (1493-1580), que foi degredado para a então Terra de Santa Cruz, deixando família em Vouzela, no reino distante além-mar, e relacionando-se com tantas nativas que não é possível saber com exatidão quantos filhos teve com elas... No meu caso, segundo pesquisas genealógicas de um primo distante, chamado Antônio Monteiro de Oliveira, que é assecla dos Mórmons, descendemos na nativa Bartira, filha do destemido Cacique Tibiriça!!! Tenho grande apreço da minha origem nativa!!!!
    Caloroso abraço! Saudações genealógicas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

    PS - Será que houve alguma degredada, na época da colonização, que relacionou-se com incontáveis nativos e formou numerosa prole?!... Vou perguntar para o nosso estimado confrade António Cambeta...

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  16. Estimado Amigo Pedro Coimbra,
    Como me foi solicitado pelo nosso comum amigo Prof. João Paulo, aqui fica uma das respostas, já que as outras lhe enviei pessoalmente.
    Aventureiro e colonizador português. Um dos primeiros europeus a se estabelecer no Brasil.
    João Ramalho (1493? - 1580) nasce provavelmente perto de Coimbra. A data de sua chegada ao Brasil é desconhecida, e a versão mais aceita sobre sua vinda é a de que tenha sido degredado pelas Ordenações Manuelinas. Teria deixado a esposa grávida em Portugal e aportado em São Vicente, onde se alia aos índios locais, guaianases, e se casa com Bartira, filha de Tibiriçá, chefe da tribo que dominava toda a bacia do Alto Tietê. Os jesuítas o encontram por volta de 1550, e sua vida é descrita pelo padre Manuel da Nóbrega como promíscua: "Tem muitas mulheres. Ele e seus filhos andam com as irmãs das esposas e têm filhos delas. Vão à guerra com os índios e suas festas são de índios e assim vivem andando nus como no costume indígena". João Ramalho é o guia de Martim Afonso de Sousa nas entradas de reconhecimento do Planalto de Piratininga e no contato com tribos indígenas da região. O trajeto ganha mais tarde o nome de Caminho do Mar ou Caminho do Padre José, em homenagem ao jesuíta José de Anchieta. Desempenha papel importante na formação de São Paulo, então povoado São Paulo de Piratininga. Auxilia os portugueses no combate aos índios tupiniquins e no trabalho de catequese e, pelos serviços prestados, recebe o título e os privilégios de capitão-mor.
    Abraço amigo

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  17. Catarina, Prof. João Paulo Oliveira e Amigo Cambeta,
    Vocês enriquecem, e de que maneira!!, este blogue.
    Quando comecei esta aventura não imaginava que ia encontrar este tipo de pessoas.
    Até, confesso, tinha algum receio.
    Porque via comentários noutros blogues que aqui não quero.
    Acho que tive sorte em encontrar as pessoas certas.

    Prof. João Paulo Oliveira,
    Para além da Catarina Oliveira, tem uma grande admiradora na outra Catarina (não vou revelar o apelido, ela poderá fazê-lo), do blogue Contempladora Ocidental.
    Que aconselho vivamente a visitar.

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  18. Caro confrade Pedro Coimbra!
    Gratíssimo pela indicação, porque apreciei sobremaneira o imperdível vagão do Expresso do Oriente da Catarina, intitulado Contempladora Ocidental!!! Fui lá espreitar (aprendi a utilizar o verbo espreitar com você!!!) e me encantei!
    Caloroso abraço! Saudações agradecidas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  19. Obrigada, Pedro, por ter indicado o Contempladora a tão ilustre comentador! : )
    Ah! ah! agora já posso ter as minhas próprias “saudações” do caro professor! : )

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