31 de agosto de 2011

A Fitch e a dívida soberana da China


Acabo de ouvir uma notícia deveras surpreendente - a agência de notação financeira Fitch prevê que, nos próximos dois anos, o rating da dívida soberana chinesa terá que ser revisto em baixa.
Depois dos países europeus, dos Estados Unidos, do Japão, chega agora a vez da China.
Razão tinha um amigo meu quando dizia que, contas feitas, tenho que concluir que já devo para aí uns dois mil euros a mim próprio.
E não disponho de meios que me permitam saldar a minha dívida para comigo mesmo.

8 comentários:

  1. Caro Pedro
    Há uma estória dos tempos do PREC de que me lembro.
    Uma sessão de esclarecimento. O orador dissertava abundantemente contra o "Imperialismo". Um dos assistentes depois de ouvir dizer tanto mal do dito Imperialismo, Levanta-se brande o cajado e grita. Onde é que está esse "Magano" Vamos a ele...
    Na verdade grande parte dos Portugueses não faz ideia do que é isso de rating e respectivas agências e sobretudo a influência que exercem nas nossas vidas.
    Abraço

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  2. Inteiramente de acordo, Rodrigo.
    Ouvem esses estrangeirismos nas televisões e não percebem que vão ser afectados por essas avaliações, decorrentes desses palavrões.
    Gostei da história do Imperialismo :))
    Um abraço

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  3. Uma boa pergunta, Adélia.
    Infelizmente, não tenho a resposta.
    Abraço

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  4. Coimbramigo

    Não há nada que mais me consuma do que esfregar e não fazer espuma, éoké. As coisas vão de tal modo, que emprestar ma$$a só com a ajuda de uma metralhadeira. E as agências de "rating" ratinguem toda a malta por mais que tenha os olhos em bico... Dó dar-lhes com um gato morto nas trombas, até ao bichano miar.

    Olha, na Travessa publiquei umas coisas sobre o Reino Maravilhoso nas palavras de Miguel Torga. Resultado das voltas que a Raquel e eu demos pelo nordeste transmontano. E não podia faltar a gastronomia. Abordei, sem rebuço, um lombo de javali e constato que nunca comi nada igual em manjares do sublime animal. Acompanhado de batatas a murro, feijão verde salteado e, castanhas fritas, uma delícia. Prato limpo à força de pão.

    Um destes dias, se sobreviver, hei-de falar de mais manjares, das postas, das alheiras - e doutros locais de enfartar. Ponto final – por agora. E nada de excessos; gula é pecado…

    感谢和一个拥抱

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  5. A FITCH?
    Eu sempre disse que essa gaja é uma maluca.

    :D

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  6. Tenho a sensação que a China se está marimbando para a Fith, Pedro. Ou estarei enganado?
    PS: Na resposta ao comentário que me deixou no post do Celentano, faço-lhe uma sugestão. Se quiser pegar nela...

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  7. Henriqueamigo,
    Eu passo todos os dias numa Travessa especial.
    Hoje vou por lá passar mais logo.

    Como bem diz o Carlos, os chineses estão preocupadíssimos com as avaliações da Fitch.
    E das outras fitchs todas.

    Abriu recentemente aqui um restaurante (Porto de Macau) que nos permite saborear essas delícias todas que refere.
    O polvo à lagareiro, a caldeira de lagosta e os lombinhos de javali são horríveis.
    Tão maus que já tive que repetir algumas vezes para ter a certeza que eram maus :)))
    É que, a bem dizer, pecado por pecado, há outros piores.
    E eu até nem quero ser santo.....
    Abraço, ho pang iao!! (agora tenho de descobrir significado - é fácil).

    Observador,
    Tal como as pirâmides, as agências de rating são todas umas grandes p$%as!!! :)))

    Carlos,
    É vê-los aqui amarelinhos de tão tristes que estão!! :))
    Vou lá ver a sugestão.

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