18 de janeiro de 2011

APENAS A LINGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ASSIM...


Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Portugues, pintava portas, paredes, portais.

Porem, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos.

Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora.

Pernoitando, prosseguiu para Paranava, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.

Porem, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porem posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

 Palido, porem personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissao para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam placidos, porem, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfuracoes, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissao para pintar palacios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

 Profunda privacao passou Pedro Paulo.

Pensava poder prosseguir pintando, porem, pretas previsoes passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.

Povo previdente!

Pensava Pedro Paulo... - Preciso partir para Portugal por que pedem para prestigiar patricios, pintando principais portos portugueses.

Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

-Parto, porem penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porem Papai Procopio partira para Provincia.

Pedindo provisoes, partiu prontamente, pois precisava pedir permissao para Papai Procopio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente palido, perfez percurso percorrido pelo pai.

Pedindo permissao, penetrou pelo portao principal.

Porem, Papai Procopio puxando-o pelo pescoco proferiu:

- Pediste permissao para praticar pintura, porem, praticando, pintas pior.

Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petunia.

Porque pintas porcarias?

- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitistes, porem, preferindo, poderei procurar profissao propria para poder provar perseveranca, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia por  Pedro Paulo para praticar profissao perfeito: pedreiro!

Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porem, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus.

Partiram pela picada proxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Pericles primeiro.

 Pisando por pedras pontudas, Papai Procopio procurou Pericles, primo proximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porem prometeu pagar pequena parcela para Pericles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porem, Pericles pediu-lhe para pintar predios, pois precisava pagar pintores praticos.

Particularmente Pedro Paulo preferia pintar predios.

Pereceu pintando predios para Pericles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.

Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...

Permita-me, pois, pedir perdao pela paciencia, pois pretendo parar para pensar...

Para parar preciso pensar.

Pensei. Portanto, pronto: Pararei!?

PUXA !

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