16 de setembro de 2009

O Ronaldo lê o Devaneios, o Jesualdo é que não

Confesso que estou muito vaidoso.
Foi só escrever que o Ronaldo se andava a esquecer de jogar à bola para o puto aparecer a fazer o que sabe - desiquilibrar os jogos a favor das equipas onde joga (ler aqui http://www.maisfutebol.iol.pt/sobe/ronaldo-real-madrid/1089317-1497.html.
Estás à vontade garoto.
Vai lendo aqui o Devaneios que eu não me importo de gerir a tua carreira.
E é à borla e tudo!
O Jesualdo é que, volta que não vai, esquece-se de ler os conselhos avisados aqui deste treinador de sofá (sim, que nem treinador de bancada sou...).
Lá foi insistir, na melhor tradição de Queiroz (já vi escrito Queiroz, já vi escrito Queirós, mas, como dizia o outro, vocês sabem de quem é que eu estou a falar...) em colocar Hulk como ponta-de-lança, ou algo semelhante.
E os cronistas vêem dizer que o rapaz não rendeu o normal (ver aqui http://www.maisfutebol.iol.pt/desce/hulk-chelsea-porto-liga-dos-campeoes/1089322-1498.html).
Claro que não, nem nunca renderá se for colocado naquela posição.
O Hulk tem de jogar nas faixas, partir das faixas para o meio, aparecer com a bola dominada de frente para a baliza.
Porque é que estes senhores gostam tanto de ser criativos, ainda por cima nos jogos de maior visibilidade?
A aposta em Guarin ainda se percebe (acrescentar quilos e centímetros na zona central do campo).
Mas para quê revolucionar a equipa dali para a frente, sobretudo quando já havia algumas rotinas criadas?
O Cebola ainda não tinha feito um jogo completo pelo Porto esta época.
Terá sido uma boa decisão escolher Stamford Bridge para o estrear a tempo inteiro?
O Mariano jogou porque, dizem as crónicas, tem melhor cultura táctica (e o Cebola parece que também...).
Com esta "criatividade" toda, o trio ofensivo foi completamente alterado.
Qual era o problema de jogar com Varela e Hulk nas alas e Falcao como referência de área?
Professor, vamos lá a deixar de pensar que somos geniais, algo que realmente não é!, e a deixar de ter medinho sempre que entra em terras de Sua Majestade.
É que os jogadores também não são burrinhos de todo e percebem essa tremideira, a começar na constituição da equipa.

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