31 de julho de 2011

Sugestão de emprego para sogra

Enviada pelo Prof. João Paulo Oliveira

6 comentários:

  1. Grande urso...
    Até que não ia mal servido....
    Já vi coisas piores.

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  2. Caro Pedro
    O sacana do Urso não estava pelos ajustes, só lhe davam migalhas, chateou-se...
    Abraço e bom Domingo

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  3. Caro confrade Pedro Coimbra!
    Grato pela deferência!
    Quando conheci e comecei a namorar minha esposa em 1974 sua mãe já não estava mais entre nós há três anos... Não tive sogra (as boas línguas dizem que ela era maledicente e controladora...), mas tive um sogro boníssimo, o Sr. Antônio Machado Filho
    (04/03/1922-20/07/1987)!!!! Planejo versar mais amiúde sobre meu saudoso e estimado sogro no meu vagão do Expresso do Oriente!!!
    Caloroso abraço! Saudações memorialistas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  4. Luís,
    A sogra a jogar ao pau com os ursos deve ser mais ou menos assim :))

    Rodrigo,
    Ninguém gosta de fazer figura de urso.
    Nem os ditos cujos.
    Um abraço e bfds

    Caro Prof. João Paulo Oliveira,
    Tenho uam óptima relação com os meus sogros.
    Trata-se apenas de uma brincadeira.
    Um abraço amigo

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  5. Pedro
    Pois a senhora queria exibição mas o urso queria era comer, espetáculo de barriga vazia não.
    abraço

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  6. Adélia,
    Há já muitos anos (30?) eu tinha um cão que era terrível.
    Era tão mau, mas tão mau, que mordeu o pneu da camioneta da Jodarte porque odiava o motorista e não lhe conseguia morder a ele!!
    O tipo, na época, ofereceu-me cinco contos (há trinta anos!!) para matar o cão.
    Estava a adivinhar que, passados uns dias o bicho o ia esfarrapar todo.....
    Ora bem, este mesmo animal, um dia que lhe fomos levar comida, mordeu-me a mim (rasgou-me um dedo todo).
    Porquê?
    Porque o maluco do guarda da fábrica que o meu pai então tinha, resolveu que não lhe podia dar a comida porque lhe queria dar banho.
    Eu era o que estava mais perto, fui eu que paguei as favas.
    Todos, animais e humanos, lutamos se não conseguimos aceder a comida.
    Puro instinto.
    Um abraço

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