21 de março de 2011

O que é que eu faço agora ao sal, pá?!


Recordo, e reforço,  o que aqui deixei escrito no dia em que se verificou aquela tresloucada e terceiro-mundista corrida ao sal em Macau - nos momentos trágicos é que se vê à transparência o melhor e o pior das pessoas.
O melhor é, por exemplo, ver os bravos japoneses que combatem a fuga radioactiva em Fukushima.
Certos de serem afectados na sua saúde.
Talvez até de virem a sucumbir vitimados por doenças causadas por esse combate.
O pior, a soberba, a ganância, a chico-espertice parva de quem correu a açambarcar sal na esperança de o vir a revender com grande lucro.
Sim, que aquela corrida louca não foi (só) motivada pela crença nas propriedades curativas do sal.
Estava ali uma hipótese excelente de negócio.
Azar dos azares, as autoridades governamentais de Macau deram cabo do mesmo à nascença.
Primeiro, quando afirmaram que o sal era inócuo no combate às radiações.
Depois, golpe fatal!, quando asseguraram a normalidade no abastecimento de sal à Região.
Isto quando já se estava em curso outro fenómeno semelhante.
Agora com o arroz.
E, perguntarão os espertalhuços, que fazer agora a tanto sal???
Pois, ou passam a comer a comida muito salgada (não é nada saudável), ou atiram o sal fora antes que ganhe bicho.
Que te vaya bien!!!   

6 comentários:

  1. Para os chicos espertos é assim que se deve processar, agora que fiquei de salmoura por uns tempos o que não é nada mau rsrsrs

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  2. Pensei alguns instantes no sentido de descobrir um nome simpático para chamar a esse tipo de pessoas.
    Não consegui mas, como não quero ser inconveniente, fico-me pelo menos ofensivo: umas bestas em forma de gente!

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  3. É uma boa ideia também amigo Cambeta.

    Observador,
    Nem mais!!

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  4. Parece mentira, não parece Catarina?
    A mais pura verdade!
    Sacanas!!

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