Artigo do jornal "O Jogo"

Não resisto a transcrever, e a subscrever inteiramente, o artigo de opinião que Jorge Maia assina hoje no jornal "O Jogo".
Permito-me acrescentar uma nota - mais importante do que saber quem atirou a primeira pedra é saber quem vai ter a coragem de ser o primeiro a mostrar o ramo de oliveira.
Começa a ser insuportável esta guerrilha que não tem nada a ver com futebol.

Nem vítimas, nem carrascos

JORGE MAIA

Antes de mais, é importante sublinhar que em questões de violência, não há nenhum clube que possa atirar pedras ao vizinho sem colocar em risco os seus próprios telhados de vidro.
Já todos foram vítimas e já todos foram carrascos e já ninguém se lembra exactamente quem atirou a primeira pedra, nem isso é particularmente relevante.
O que é importante é que ninguém atire a próxima.
A rivalidade entre o FC Porto e o Benfica pode e deve ser uma mais-valia para o futebol português.
A vontade que os dois clubes têm de se superarem mutuamente já resultou esta época em grandes espectáculos de futebol tanto no Dragão como na Luz, na eleição dos dois clubes como os melhores do mundo em meses alternados pela IFFHS e no apuramento de ambos para os quartos-de-final da Liga Europa.
É importante que a violência seja apenas uma medida para os remates de Guarín ou Cardozo.
 Antes que alguém se magoe a sério.

Comentários

  1. É bem verdade. O clima é insuportável e só tem tendência a piorar

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  2. Prevejo que Jorge Maia venha a ser chamado à atenção por Jorge Nuno Pinto da Costa.

    Concordo em absoluto com ests crónica.

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  3. A minha opinião também, Hugo.

    Observador,
    O que Jorge Maia escreve está correctíssimo.
    O futebol português está a precisar, à semelhança de outros domínios da vida pública, de levar uma valente vassourada.

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  4. O clima está insuportável e hoje à tarde, nos Olivais, depois d ganharmos ao Benfica em juniors houve mais pancadaria. À noite, na Luz, demos-lhes uma abada no basquete, mas se houve incidentes, claro que a imprensa desportiva calou.

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  5. O Jorge Maia avisa.
    Ainda se vai alguém magoar a sério, Carlos.
    E, depois, vamos todos chorar lágrimas de crocodilo.

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