30 de janeiro de 2018

Quando as políticas de Trump nos entram em casa


Vemos, ouvimos e lemos todos os dias o que acontece com a governação Trump há pouco mais de um ano.
Quer seja através dos meios de comunicação social, quer seja pela constante utilização da rede Twitter, Trump parece omnipresente no nosso dia-a-dia.
Mas essa presença é uma presença virtual, longínqua, tantas vezes até um fait divers que nos diverte tanto quanto nos irrita.
Já não é assim quando, repentinamente, sem aviso ou autorização, as consequências das políticas de Trump entram nas nossas vidas, nas nossas casas.
Trump, que tinha prometido destruir o célebre Obamacare, e com esse gesto deixar milhões de americanos à mercê de um sistema de saúde muito caro, inacessível para muitos deles, não sei se terá verdadeira consciência do impacto desta sua decisão na vida de muitas pessoas.
Se não tem, ele e os seus apoiantes, fica aqui um caso que poderá perfeitamente ser exemplo dessas consequências e ilustrar o drama social e humano a que muitos milhões de pessoas estão condenadas nos Estados Unidos por não terem acesso gratuito a cuidados de saúde mesmo nas circunstâncias mais urgentes.
Um professor da minha filha Mariana, um jovem na casa dos trinta anos, foi diagnosticado com cancro.
E diagnosticado já a doença estava numa fase muito avançada.
Viu-se forçado a perder o seu emprego, foi submetido a duas cirurgias de elevado risco e custo, está a ser submetido a tratamentos violentíssimos de quimioterapia para tentar debelar uma doença que teima em o consumir lentamente.
O seu sofrimento obriga a que seja acompanhado pela esposa, ela que por causa disso mesmo também se viu forçada a abandonar o seu emprego.
Com tratamentos caríssimos, com seguros médicos caríssimos, sem assistência social que lhe possa valer, sem meios de rendimento, está a ser ajudado pela família e amigos, inclusivamente numa recolha de fundos que lhe permitam custear os tratamentos médicos que lhe mantêm acesa a esperança de sobreviver a uma doença maldita.
Não é notícia de jornal, não é virtual, é alguém que conhecemos, com quem convivemos, e que está agora a viver o inferno na Terra porque Trump e os seus seguidores se recusam a reconhecer-lhe, a ele e a milhões de outros cidadãos americanos, o acesso básico a cuidados médicos gratuitos.
Shame on you, Mr. President!

47 comentários:

  1. Poderiam adotar (levaria o seu tempo, é certo) um sistema de saúde semelhante ao canadiano.
    Trump visa os milionários e multimilionários. Não tem a noção e muito menos experência o que é viver como os da classe baixa e/ou pobre vivem.
    Além de que Trump quer eliminar, destruir todo o legado de Obama. O homem tem-lhe ódio. Não creio estar a inventar ou a exagerar.
    Vai ser difícil (admito) para os americanos se verem livre dele. Grandes poderes estão a defendê-lo não por ser quem é, mas sim pelo que representa como republicano que supostamente é.
    O discurso em Davos foi bem aceite. Mas não foi ele que “falou”; ele apenas leu o que os assessores escreveram/aconselharam. Recusei-me ver se alguns tweets tinham sido publicados no dia seguinte a contradizer tudo aquilo que mencionou.
    Vou fazer uma pausa no que diz respeito à CNN. Lerei apenas os títulos das notícias. : )) Dedicar-me-ei às notícias canadianos. Há muito que debater sobre o assunto.
    Tenho dito!
    Boa noite. : )

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    1. É revoltante, Catarina.
      O rapaz não lhe chegava estar a viver o drama de uma doença terrível, tem que viver o drama económico e familiar ao mesmo tempo.
      Nem imagina o mal que isto me faz!!

      Os Estados Unidos tinham MUITO a aprender com o Canadá se quisessem aprender, se tivessem abertura para isso.
      Não têm, muito menos no consulado Trump.

      Sonhos cor-de-rosa!

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  2. Não tenho palavras perante esse cenário e maldito seja os Trumps deste planeta. Revoltante mas só os americanos é que podem tirar-lhe o tapete.

    Um abraço

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    1. Ajudámos e ajudaremos como e quando pudermos, Fatyly.
      Mas devia ser o sistema de saúde americano a socorrer estes e outros como ele em situações de semelhante desespero.
      Um abraço

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  3. Shame on America!

    Este estado de coisas na saúde não é de agora. O Obamacare deu um bocadinho, mas não muito. E ainda assim, as seguradoras, donas e senhoras do negócio da saúde nos "States" sempre estiveram contra.

    Mas para a maioria dos Americanos isto é o caminho a seguir. "Porque é que hei-de estar a pagar as doenças dos outros?". E a maioria é desta opinião...
    ...até lhes bater à porta e perceberem que afinal tb dava jeito que os outros pagassem a saúde deles, sobretudo quando os seguros já não cobrem determinados tratamentos por estarem fora do "plafond"!

    Mas, como o discernimento é coisa cada vez mais rara por lá, não me admirava que venha a ficar ainda pior...

    :)

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    1. Essa é a triste realidade, Cláudio Gil.
      E precisamente com esse argumento - porque é que vou pagar a saúde dos outros??
      Estúpido recusam perceber que um dia poderá ser a deles ou dos seus familiares.
      Com Trump o que já era mau só piorou.
      Hoje trago aqui um caso concreto.
      Quantos mais haverá??
      Aquele abraço

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  4. A verdade é que existem sempre quem apoie esta semana gente. Revoltante

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    1. Apesar de ter a taxa de aprovação mais baixa de sempre, Trump ainda tem muitos apoiantes.

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  5. Não há nesse homem, desprezível, e, infelizmente em muitos outros que ficaram na História mundial, o mínimo de sentimento de humanidade. Essa realidade que o Pedro nos conta, até faz doer o coração. Quantas e quantas haverá e não chegam ao conhecimento público?
    Esse drama já não é hoje, mas Obama fez tudo para equilibrar o sistema de saúde nos EU, agora vem este cretino e estraga tudo?

    Nós, aqui no nosso cantinho, ainda não estamos assim tão mal no que toca a assistência médica e medicamentosa.

    Boa semana, Pedro.

    Beijinhos

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    1. Não, Janita, nem Portugal nem Macau.
      Mas queremos mais e melhor.
      Para todos, não é só para uma meia dúzia de priveligiados.
      Acesso a cuidados de saúde?
      Por favor, há coisas que não têm discussão.
      Beijinhos

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  6. Meu Deus, que tristeza...

    Essa falta de solidariedade e compaixão implícita na pergunta "Porque terei que pagar seja o que for do Outro?" aflige-me muitissimo. E num país onde exjste radicalismo religioso cristão!!

    De Trump e troupe só se espera o Mal

    Boa semana , Pedro

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    1. Deixa-me profundamente revoltado, São.
      Quantos estarão a viver este drama ou semelhante?
      Num país com os recursos dos Estados Unidos.
      O ser humano às vezes é mesmo demasiadamente egoísta.
      Boa semana

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  7. Esse é o maior drama social dos EUA que tem o grande lobby das seguradoras e da saúde privada. É assustador vivermos sem uma protecção de saúde social!

    Um abraço solidário para si Pedro Coimbra,não que lhe vá atenuar essa angústia mas porque estou consigo sensibilizada com tanto sofrimento e perplexa e revoltada com essas políticas.

    Beijinhos.

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    1. Fazer jogos políticos com a saúde e a vida das pessoas é mesmo ultrapassar todos os limites, mz.
      Inconcebível, incompreensível.
      Beijinhos

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  8. Uma politica no qual me sinto analfabeta ;))

    Por motivos profissionais, O Gil, poderá não conseguir chegar a todos. Motivo por qual estou aqui.
    Deixo-vos com:- *As máscaras da ilicitude.*
    -
    Bjos
    Votos de uma feliz Terça- Feira

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  9. Aos nossos olhos, absolutamente incompreensível que a nação dita e julgada mais à frente no mundo, não tenha um sistema de saúde do tipo europeu !?... Incompreensível !!!
    E aqui já não vejo só uma questão Trump. É que para além de Obama, os outros nunca pensaram nisso ! :((

    :)

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    1. Sem dúvida, Rui.
      Mas o caminho que Obama começou a desbravar este desgraçado não descansou enquanto não destruiu.

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  10. Esse matumbo enriquecido,
    foi eleito presidente
    desse povo tão convencido
    de que é o mais inteligente?

    Tenha uma boa tarde caro amigo Pedro Coimbra.
    Um abraço.

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    1. Nessa perspectiva, muito correcta, até está muito representado pelo cabotino Donald Trump, Eduardo.
      Merecem-se uns aos outros.
      Aquele abraço

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  11. Ah Pedro,
    Na politica há tanto meandros
    que tenho até medo de
    dar uma opinião.
    Entretanto o que você compartilha
    nessa sua postagem é a mais
    pura realidade, e eu
    me sinto puxada a refletir.
    Linda tarde.
    Bjins
    CatiahoAlc.

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    1. CatiahoAlc.
      Um professor da minha filha, que devia ter uma vida tranquila, está envolvido neste pesadelo.
      Agravado pela sensação de impotência que a América de Trump transmite.

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    2. É assustador Pedro
      e Eu lamento pelo professorar
      de sua filha e por tantos
      outros na mesma situação.
      Vivo no Brasil e tambem temos
      o nosso pesadelo:
      corrupção e/na politica em geral.
      Abraço
      CatiahoAlc.

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  12. Isto que li hoje tocou-me profundamente, não só porque sou um doente oncológico a fazer um tratamento de quimioterapia que custa ao estado mais de três mil euros mensais, há sete anos que iniciei exames e tratamentos, tudo gratuitamente, isto num país que esse indivíduo denominado TRUMP pensa que é uma província espanhola, mas tem um dos sistemas de saúde e médicos entre os melhores do mundo, digo mais: logo que me foi diagnosticado o cancro deram-me a isenção de IRS e de imposto de circulação automóvel, é bom que se tenha conhecimento que nem tudo é mau neste pobre país à beira-mar que é Portugal, onde a solidariedade ainda é rainha, estou triste pela doença, mas contente pela maneira como estou a ser tratado, pelo governo, pelos médicos que me seguem no HUC, S. Gerónimo de Coimbra, enfermeiros e pessoal auxiliar.
    Deixo o meu abraço amigo Pedro Coimbra!
    PS: Quem lê os meus blogues não nota que ando na batalha contra o inimigo mais temido do ser humano, sempre fui brincalhão e vou continuar a ser até ao meu último suspiro, é assim que vivo o dia-a-dia.

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    1. António Querido,
      Antes de mais o meu abraço solidário e a minha mais viva admiração pela sua atitude perante a doença e a vida.
      Meu caro, você é um exemplo de coragem, de amor à vida.
      Bem haja por isso e pelo exemplo que aqui nos deixa.

      Esta situação também mexe comigo pessoalmente.
      A minha mãe foi afectada pela mesma maldita doença.
      E sei o que ela passou e passa num país que, como bem diz, a trata bem e a ajudou a vencer essa terrível batalha que o meu amigo agora também trava e que também vai vencer.

      Imaginar alguém a travar esta batalha e a ser afectado por tantos outros problemas é revoltante, horroroso.

      Grande abraço para si!

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    2. O último a quem eu transmiti esta força de viver, foi um meu vizinho da minha aldeia que me apareceu a chorar, estive durante uma hora a conversar com ele, fiquei feliz ao conversar uns dias depois com a esposa que me agradeceu por lhe ter retirado da cabeça a ideia de suicídio, isto para mim já foi uma vitória, a outra é saber que sou admirado pela minha esposa e duas filhas que tenho, vou vencer!
      Obrigado pelas suas palavras.
      O meu grande abraço

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    3. Não ha nada mais importante que o apoio da família, António Querido.
      Com o apoio da família sentimos que somos capazes de tudo.
      Até vencer essa batalha terrível contra essa doença maldita.
      Bem haja por ser quem é.
      Grande abraço!

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  13. Um canalha como Trump não tem remorsos nem vergonha, Pedro

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    1. Infelizmente é exactamente assim, Carlos.
      Ainda parece mentira que tenhamos apanhado com este cretino.

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  14. À distância já é lamentável, tudo isto. Pior ainda quando se conhecem os casos reais, como o que relata.

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    1. Um casal que tinha tudo para estar a viver uma vida feliz, despreocupada, está a viver dois dramas - a doença e os problemas económicos.

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  15. America first, é o lema de Trump.
    Nunca, o povo americano. Povo esse, que "por acaso" o elegeu.
    Enquanto os povos continuarem a persistir nestes erros, nunca ninguém será completamente livre.

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    1. O povo elegeu-o, Magui?
      Ele perdeu o voto popular.
      Ganhou o colégio eleitoral.
      Aquelas coisas que são mesmo only in America.

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  16. Saude privada versus saude publica... questão de lobbys e amigalhaços
    Abraço
    Kique
    http://caminhos-percorridos2017.blogspot.pt

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    1. A saúde não pode ser coisa de amigalhaços, Kique
      Nunca, jamais em tempo algum.
      Aquele abraço

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  17. Esse atrasado mental, nem devia ter nascido :( só de o ver fico piurssa. As melhoras do senhor.
    Abraço

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    1. Está a receber o auxílio e a solidariedade de muita gente, Mena Almeida.
      É o que podemos fazer neste momento.
      Abraço

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  18. Revoltante e incompreensível como uma coisa destas acontece nos dias de hoje. Lembro-me de ler os livros de história na escola e pensar "onde estavam todas as pessoas enquanto isto acontecia? E o resto do mundo? Como é que ninguém fez nada para parar isto?". Agora dou por mim no lugar de quem vai aparecer nos livros de história daqui a uns anos, quando um(a) miúdo(a) perguntar "Onde estava toda a gente enquanto isto acontecia?". Estamos aqui, sem saber bem o que fazer.

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    1. Infelizmente é essa a situação que estamos a viver neste momento - um momento negro da História.
      Quem diria que íamos sentir saudades de George W. Bush??!!!

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  19. Pedro, começo com este Este excerto (numa tradução livre) de Michael Wolff ‘Fire and Fury’, livro esse que resume a presidência de Trump, isto é, algo que não era suposto acontecer e que se transformou em algo para o qual ele pensa que estava predestinado...
    “Naquela noite, pouco depois das oito, quando o impensável – que Trump poderia mesmo ganhar – estava quase confirmado, Don Jr. disse a um amigo que o seu pai, ou DJT, como lhe chama, parecia ter visto um fantasma. Melania, a quem Trump garantiu não ganhar, estava lavada em lágrimas – e não eram de alegria.

    Houve, como notou um divertido Steve Bannon, num espaço de pouco mais de uma hora, uma transformação: de um Trump confuso para um Trump incrédulo e por fim para um Trump horrorizado. Mas ainda estaria para vir a transformação final: de repente, Donald Trump transformou-se no homem que acreditava merecer ser, e que era mais do que capaz de ser, o presidente dos Estados Unidos.”

    E é isto, Pedro, é este cretino que governa os EUA... uma lástima!

    Aquele abraço, amigo.

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    1. Um tipo que tem uma imagem de si próprio completamente distorcida nunca pode comandar outras pessoas, muito menos uma Nação, Ricardo.
      Um verdadeiro pesadelo tornado realidade.
      Aquele abraço

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  20. São de lamentar estes tristíssimos casos. Mas o jovem professor, presumo que "americano" de ascendência europeia, africana ou asiática, pois nativo não deverá ser, tinha a obrigação de saber como funciona (bem ou mal) a saúde na terra dele. Todavia em vez de com o 1º ordenado fazer um seguro de saúde. (Um filho meu, com 33 anos de idade foi trabalhar para os E.U.A. há cerca dum ano , a 1ª coisa que fez foi esse seguro). Não fez como o prof. da sua filhinha, que se calhar investiu o seu dinheiro noutras coisas e fiou-se na virgem. Mas a lotaria genética tem coisas do arco da velha e brindou-o com um cancro. Suponho que pela idade do sr professor deve ser um berbicaxo de prognóstico muito indefinido, mas previsivelmente muito mau. As doenças são sempre muito complicadas e estas são das piores, mas seguramente não sei muito bem o que pinta o mr. Trump nesta "estória amaricana", nem se lhe pode assacar a responsabilidade das doenças ou das insuficiências do Medicalcare yunkee a não ser como bode expiatório das nossas discinésias biliares e da propaganda "bem mal pensante" que os media"fake news" nos impingem como verdades absolutas e não o são absolutamente, mas não só. Nós por cá tudo bem com o nosso SNS falido pelos vistos, como quasi todos, adoecemos e morremos na mesma como os outros, mas a confiar numa saúde de borla, que dá "altas celestiais" como nos States, Cumprimentos.

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    1. álvaro silva,
      Perante o drama de uma família jovem, que enfrenta o pior dos pesadelos, o que o preocupa é desculpar o estupor do Trump???
      Nem comento!!!

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  21. Para mim sr Trump não é pior nem melhor que o sr Obama, os srs Bush (pai e filho) sr Clinton, sr Reagan , sr Carter etc e tal. São pessoas que nunca me fizeram nem bem nem mal e tão pouco votei neles. Merecem-me sim algum respeito por serem líderes dum grande país, (onde estiveram emigrados um avô meu e actualmente um filho meu, que tiveram isso sim que procurar o pão fora deste Portugal, pais que como sabe têm muito "amor" á democracia, mas pouco valoriza o esforço e garra de cada um dos seus súbditos (QUE se ESFORÇAM PRODUZEM eTRABALHAM!).
    Por isso não posso tratar o presidente eleito dum país que directa ou indirectamente me deu pão e o dá ao meu filho. Mais, os yankees gostam, pois nenhum daqueles actores e escritores, intelectuais e artistas dos States que durante a passada campanha eleitoral ameaçavam abandonar o Tio Sam, não o fizeram, baixaram a grimpa e lá ficaram todos. Excepção á Madona que pelo menos essa anda cá, neste Eucaliptal (queimado). Fui educado assim, no respeito dos homens e das ideias (mesmo no tempo do Estado Novo) e não o renego. Cumprimentos

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  22. Tenho que responder aqui porque o Blogger não me deixa responder de outra forma aguerreiro.
    Também eu fui educado a respeitar os outros.
    E por isso respeito a sua opinião mesmo não concordando com ela.
    O que não faço, nem fui educado assim é respeitar cegamente.
    E por isso mesmo não respeito, nada, mas nada mesmo, um canalha como é Donald Trump.
    Cumprimentos

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  23. O mundo está, a cada dia dia que passa, mais atolado em trampa. Não é nada bom sinal.

    Um abraço, Pedro :)

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    1. E enquanto este traste presidir à mais poderosa Nação do Mundo não há esperança de ver melhorar o que está tão mal, AC :(

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