Pa quim non sábi, non pôde negá qui tem unchinho di reforma
O título deste post pretende ser em patuá, o dialecto macaense (está muito mal, Miguel??).
E, acho eu, significa - para quem não sabe/para que se saiba, há um bocadinho de reforma.
Vem o mesmo a propósito da alteração do sistema político de Macau, mais concretamente do facto de o Comité Permanente da Assembleia Nacional Popular concordar com o alargamento do número de personalidades que farão parte do Colégio Eleitoral que elege o Chefe do Executivo e com o alargamento do número de deputados eleitos (por via directa e indirecta).
Em português escorreito - vamos ter mais uns carolas a decidir quem é o próximo Chefe do Executivo (Quantos? Em 2014? Depois se vê...); e vamos ter mais dois deputados eleitos por via directa e dois eleitos por via indirecta (É assim, não é? Em 2013? Depois se vê....).
Non pôde negá qui tem unchinho di reforma.
Mas, e agora vamos para o inglês, é uma reforma que soa muito a same same but different.
E que, curiosamente, é dada a conhecer oficialmente no dia seguinte ao da condenação de sete pessoas por fraude eleitoral.
Lá vou eu ter que pedir ajuda ao meu amigo Miguel Senna Fernandes - como é que se diz coincidência do caraças em patuá, Miguel?!
Eu ainda não pecebi bem onde está a refoma...
ResponderEliminarNa fórmula matemática 2+2+(um carradão de carolas) = same same but different
ResponderEliminarEstimado Amigo Pedro Coimbra,
ResponderEliminarSobre a matéria em questão não comento, bem como não comento o Patuá que só é falado por alguns macaenses, é uma língua morta que pretendem ressuscitar.
Abraço amigo
Uá, qui ancusa vos ta falá? Non pôde falá ancusa serio-serio! :)
ResponderEliminarParece que não há concidências pedro.
ResponderEliminarBeijinho e uma flor
Amigo Cambeta,
ResponderEliminarHá aqui uma malta porreira que não quer deixar morrer o patuá.
Uma herança de Macau que deve ser preservada.
E tem aí o blogue Como Tá Vai? para ir ajudando a malta a não esquecer o dialecto.
Aquele abraço
FireHead,
Estunga ancusa sâ fêo-fêo, nâm sâm bom pa saúdi!! (escrevi muitos disparates??).
Aquele abraço
Nunca há coincidências, Adélia.
Mas a gente finge que sim.
Beijinho