23 de maio de 2018

Gostar de animais e ser idiota e mal educado são coisas muito diferentes


Em Portugal, como foi amplamente noticiado, passa a ser permitida a entrada e permanência de animais de estimação em espaços de restauração.
Gosto de animais, sempre gostei, e comungo da opinião de pessoa amiga acerca dos animais nossos amigos – “dão tanto e pedem tão pouco em troca”.
Sendo verdade, e sendo o gostar de animais e tratá-los com carinho uma qualidade (pelo menos no meu ponto de vista), coisa bem diferente é o exagero.
Que pode sempre acontecer quando as regras não estão bem definidas e os donos dos animais são idiotas e mal educados (já vão perceber que até estou a ser simpático).
No domingo, antes de irmos ver a récita da Dóçi Papiaçam di Macau no Centro Cultural de Macau, fui jantar com a minha mulher ao restaurante Akasaka que existe ali junto ao parque de estacionamento do Hotel Grand Lapa.
Para meu espanto, entrou uma senhora com um cão, um animal pequenino e até algo assustado, no restaurante.
Não estou habituado a ver coisa semelhante em Macau e fiquei a pensar que talvez tenha aqui sido adoptada a nova legislação portuguesa que permite a entrada e permanência de animais de estimação em espaços de restauração sem que eu tivesse percebido isso.
O espanto rapidamente deu lugar à estupefacção quando vi a dona do animal tirar uma taça de plástico, comida de cão, e pousar tudo sobre a mesa onde o animal ficou a comer entre as duas convivas (a dona e uma amiga).
Gostar de animais, repito, é uma qualidade.
Fazer uma figura destas é ser idiota e mal educado.
Para não utilizar adjectivos um bocadinho mais duros e quiçá mais apropriados à situação.

63 comentários:

  1. Eu não tenho grande sensibilidade para estas coisas. Os únicos cães pelos quais passei as mãos foram os dois cães da minha filha porque são calmos. Fiz-lhes "festas" ao mesmo tempo para marcar preseça. Por isso não me estou a ver a "votar" a favor de uma lei dessas. Cães de serviço, sim. Os restaurantes deveriam ter outra sala reservada a cães e respectivos donos. :))

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    1. A presença de animais que não sejam animais de companhia em espaços de restauração já é altamente duvidosa, Catarina.
      Quando se chega a estes extremos é pura estupidez.

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  2. Bom dia Pedro, concordo plenamente com seu ponto de vista, sou fascinada por animais, mas cometer uma burrada destas vai além dos limites. Há gente pra tudo neste mundo de loucos.
    Desejo um ótimo e produtivo dia!
    Abraço!

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    1. Nem de propósito quando cheguei a casa tinha mais de vinte peixinhos recém- nascidos, Diná.
      Ficámos todos contentes, estão a ser tratados como têm que ser.
      Daí até chegar a estes extremos, e incomodar terceiros, vai uma distância que recuso percorrer.
      Abraço, votos de um óptimo dia também

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  3. Sabemos que os cães de serviço podem e devem acompanhar os donos e eles são cada vez mais pois não se trata só dos cães guias, mas também dos outros que são treinados para detetarem ataques de epilepsia, ou hipoglicémia. Mas os de companhia não se justifica. Daqui a pouco estão a exigir uma lei que permita aos animais irem com os donos para o emprego. Sim porque se eles não podem ficar sozinhos enquanto o dono almoça ou janta, porque raio hão-de ficar sozinhos um dia inteiro enquanto ele trabalha? Eu não sou apaixonada por cães. Aos quatro anos fui mordida por um cão pastor porque fui fazer uma festa a uma ovelha. quase me matou, estive no hospital e tudo. como compreenderá acho-os muito bonitos nas fotografias mas eles que não se aproximem de mim, que eu também não me aproximo deles.
    E a situação que relata é de uma falta de educação gritante.
    Um abraço

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    1. Cães de serviço, era isso que eu queria dizer, Elvira Carvalho.
      Comprovadamente necessários.
      Isso consigo entender perfeitamente.
      E nunca vi nenhum comer à mesa.
      Estas tontas não só levaram o animal para ali como o puseram a comer à mesa.
      Não há mesmo traseiro que aguente!!
      Um abraço

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  4. Subscrevo inteiramente e todos os restaurantes e cafés daqui já têm o letreiro de proibição de animais. Tratar bem os animais claro que sim, mas eles agradecem que os respeitem como tal e não como humanos.

    No entanto Pedro e falando por cá, existe uma matilha de 25/30 cães abandonados ou que se perderam que já atacaram pessoas, desfizeram um cãozinho e morderam o dono no Pinhal da Praia das Maçãs. O pessoal residente já fez tudo que era possível em termos de denuncia inclusive ao PAN e nada fizeram e nem sequer respondem. Passa o tempo e as cadelas vão tendo ninhadas. Fazem-se leis num blá, blá ensurdecedor mas resolver um problema que já é de saúde pública vai lá, vai!Talvez no dia em que atacarem ou comerem alguém o assunto se resolva. Que Deus me guarde!!!

    Beijocas

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    1. Tratar bem os animais, cuidar deles, é sinal de humanismo, de boa formação, Fatyly.
      Uma atitude destas é típica de falta de educação e civismo.

      Curioso que o meu avô materno passou pela situação oposto à que descreves.
      Os serviços camarários levaram uma cadelinha que ele tinha e abateram-na só porque tinha vindo à rua desacompanhada.

      Passar do oitenta para o oito.

      Beijocas

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    2. Tal como a muitos outros níveis, também nesta temática alusiva aos animais e à nossa relação humana com os mesmos, somos um País justamente de oito ou de oitenta.
      Que de resto ao ler o comentário de Fatyly acima foi-me imediatamente suscitado escrever a minha resposta tal como imediatamente acima, pelo que ao ler a respectiva resposta do caro Pedro à Fatyly foi como que o fechar do ciclo que estas minhas palavras já só se limitam a reforçar um pouco mais!
      Abraço

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    3. Na casa aí em Portugal sempre houve animais.
      Muitos.
      Cães estão agora dois, o Max e o Ruca.
      Que, tal como o antecessor, tinham sido maltratados e abandonados pelos donos.
      E as bestas são quais??
      Aquele abraço

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  5. Bom dia
    Só faltava tirar a respetiva foto para a posteridade.
    Enfim !!
    JAFR

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    1. Não faltou, não, Joaquim Rosário.
      Claro que houve direito a retratos!!
      De um tipo se passar da cabeça e ser mal educado.

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  6. Eu adoro animais, já tive 1 cão, agora tenho uma gata. Concordo com a lei, desde que com responsabilidade. Eu e apesar de gostar de animais, não levava um cão para um restaurante .
    Abraço Boa quarta.
    r: Obrigada pela ajuda no bote, também gostei muito daquele ahahahahah

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    1. Temos que ter respeito pelo outro, Mena Almeida.
      Essa é a regra básica de convivência em sociedade.
      Será assim tão complicado??

      A experiência do ano passado é para repetir.
      Com outros destinos, noutras empresas do ramo.
      Maravilha!

      Abraço, boa quarta

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  7. Não teria, a senhora em causa, problemas mentais?
    Há cada uma!!!

    Um abraço, Pedro.

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    1. Se não tinha bem que parecia, António :(
      Aquele abraço

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  8. Gosto de animais de estimação (já tive e amei de paixão dois cães pequeninos) mas sou contra a lei que permite a sua entrada em espaços de restauração.
    Isto porque considero que esses espaços não estão minimamente preparados para tal.
    Num restaurante eu pago (e por vezes muito) para degustar e não para ouvir ladrar, latir, ganir...
    Tratem de coisas serias, senhores políticos.
    Beijo, Pedro.

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    1. Onde é que eu assino, teresa dias??
      Elementar, não é??
      Beijo

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  9. Mais uma maravilhosa publicação. Adorei :))

    Hoje:- Amor eterno: O meu alimento.

    Bjos
    Votos de uma óptima Quarta-Feira

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    1. Bjs, votos de uma óptima quarta-feira, Larissa Santos.

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  10. Pelo que percebi o que q lei prevê é que se um restaurante quiser pode permitir a entrada de animais.
    Não percebo ainda como a ASAE vai fiscalizar esses lugares - pelos, urina, pulgas, zaragatas, barulho, etc...
    Mesmo que seja num espaço de esplanada.

    Mas não pensam também no outro lado?
    O pobre do bicho terá de ficar preso e imóvel durante todo o tempo que dure a refeição. Sem nada para fazer, num espaço exíguo, entre pernas de mesas, de cadeiras e de pessoas.
    E os cheiros acranias coisas apetitosas que os fazem salivar sem poderem provar!
    Será que os animais querem mesmo ir ao restaurante com os donos?!?!

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    1. O cãozinho em causa até parecia meio assustado, Boop.
      Mas a dona estava felicíssima.
      Haja paciência!

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    2. *cheiro a tantas coisas

      Não levaria a minha cadela!
      Ela não iria gostar!
      Nem eu!

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    3. Os cães aí em casa em Portugal vão para dentro da cave, andam ao pé de nós, ficam ali à espera de guloseimas.
      Mas não mais que isso.

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  11. Ainda bem que não era um São Bernardo.
    Eu não entro em restaurantes que aceitem animais, não porque tenha alguma coisa contra.
    Um abraço e continuação de uma boa semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    O prazer dos livros

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    1. Também me faz confusão, Francisco.
      Não quero ir a um restaurante e ter um animal ao meu lado.
      E não é por isso que deixo de gostar de animais.
      Aquele abraço

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  12. Também adoro animais, a ponto de por exemplo já ter chegado a arriscar a minha própria vida, com previamente plena consciência disso, para tentar salvar um animal, no caso um cão que nem era meu, de morrer afogado num rio, ao ter dito cão ficado preso na amarra da bóia duma rede de pesca, isto só por dar um mero exemplo mais radical. Além ainda que cá em casa já adoptamos diversos animais abandonados ao longo de anos e por aí vai... no entanto face a este tipo de leis/regras, também eu, tenho as minhas reticências; desde logo até admito que uma lei permita a entrada de animais domésticos em espaços públicos, desde que por exemplo essa lei deixe em aberto o livre arbítrio da administração de cada espaço público permitir ou não o acesso dos animais e que isso seja expressamente muito claro para que cada qual escolha ou não frequentar tais estabelecimentos públicos, além ainda de que mesmo nos estabelecimentos que aceitem o acesso de animais domésticos deve ser sob sub normas legais e de comportamento dos donos dos animais e dos próprios animais muito bem definidas, para que não se caia numa arbitrariedade em que ninguém sabe onde começam e onde terminam a normas de convívio, desde logo entre humanos, com acréscimo de animais de entre meio, se acaso em alguns respectivos casos com os animais mais como vitimas do que como privilegiados _ se é que me faço entender! Enfim, ainda que confessamente eu não conheça a lei tal como implementada em Portugal tão bem quanto devido, no entanto oferecesse-me genericamente dizer que: é uma temática sensível, mais das vezes tratada de forma simplista, básica ou superficial, se acaso a começar logo pelo legislador.
    Grande abraço
    VB

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    1. Na mouche, Victor Barão.
      Oxalá que, está a mexer nesta legislação tenha a mesma clarividência que o meu amigo tem.
      Aquele abraço

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  13. Em Portugal, como foi amplamente noticiado, passa a ser permitida a entrada e permanência de animais de estimação em espaços de restauração.

    Olá Pedro
    foi noticiado
    mas ainda não foi aprovado!
    Felizmente.

    Espero bem que não cheguem a estes extremos,
    embora eu vá muito pouco a restaurantes
    um dia que vá...que não incomodem terceiros.

    e, quando quiser dar um passeio "virtual"
    venha aos meus blogues,
    que por aqui SEMPRE se passeia...

    Boa semana, abraço
    Tulipa

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    1. Uma questão de tempo até ser aprovada essa legislação, não é, tulipa?
      Que para mim não faz sentido nenhum.

      Os seus blogues são visita obrigatória.

      Abraço, boa semana

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  14. Ainda aceito os caes poderem ir aos restaurantes, mas diria que so em espacos abertos e nao no interior de restaurantes. Quanto a comer a mesa, isso ja e ultrapassar o bom senso!

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    1. E é um desrespeito para com terceiros, Sami.
      Gente pobre de espírito.

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  15. Um verdadeiro disparate esse de pôr o cão a comer à mesa !
    :((( ... Um exagero desmedido !!!
    Já o entrar com ele e desde que ele fique quietinho, enrolado aos pés da mesa ou por baixo da cadeira, seria o limite dos limites, mas nem assim eu gostaria de frequentar um estabelecimento que o permita (salvo as excepções dos cães de serviço devidamente comprovado, porque treinados para isso).
    Note-se que a lei saiu, mas dando aos proprietários o poder de decisão da aceitação ou não ! ... Os resultados práticos depois se verão, se a clientela aumenta ou se diminui.

    Abraço, Pedro .

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    1. Estou curioso para ver quais serão esses resultados, Rui.
      E se não passaremos a ver mais quadros do género do que aqui vi.
      Aquele abraço

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  16. A Lei é esta (90 dias de pois da publicação) :
    http://www.aenfermagemeasleis.pt/2018/03/27/lei-que-possibilita-a-permanencia-de-animais-de-companhia-em-estabelecimentos-comerciais/

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    1. Vou espreitar para poder ver exactamente o que se pretende, Rui.

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  17. Veja, Pedro, adoro os animais, brigo ao ver alguém maltratá-los perto de mim, mas isso não se faz, almoçar com latido de cães é a maior falta de consideração com quem vai a um restaurante para comer em paz. Bem que alguns humanos são piores do que cachorros quando 'armam barraco' (gíria brasileira), que quer dizer brigas e estripulias. Esses teriam de ser isolados, num canil, talvez...
    Beijo

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    1. Gostar de animais é uma coisa, desrespeitar terceiros outra bem diferente, Tais luso.
      E não precisam de ser confundidas.
      Beijo

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    2. Concordo, sim, Pedro, só quis contar aqui no seu blog que, quem vai a um restaurante tem de ser respeitado na sua integridade, tanto por cachorros como por gente, periquitos e papagaios.
      Tem gente que solta os filhos para correrem pelo restaurante, entre as mesas, derrubam e esbarram nos que vão almoçar e querem paz. Comigo já aconteceu de derrubarem um copo de suco na minha roupa. Só estendi um pouquinho para mostrar a má educação que encontramos em tudo - lamentavelmente! E cachorro nem se fala! Imagina virar lei!
      beijo!

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    3. Estamos inteiramente de acordo, Tais Luso.
      Qualquer um de nós tem que respeitar e ser respeitado.
      E essas situações que relata são absolutas faltas de respeito.
      Beijo

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  18. Sou da mesma opinião.
    Acredito que seja uma minoria de restaurantes a aderir a essa "tendência".

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    1. Como respondi ao Rui estou curioso para ver os resultados da aplicação da legislação, Magui.

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  19. E é preciso cuidado com essas pessoas idiotas porque tratam os animais com mais carinho do que se fosse um filho, há aqui um meu vizinho que vem à pastelaria sempre acompanhado por 5 cães todos de grande porte completamente soltos mas educados ele manda-os ficar à porta e nenhum entra mas deitam-se à entrada, já me aconteceu ter que o chamar para poder entrar, só revela que o dono é mais estúpido que os cães, porque não pediu desculpa.

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    1. A besta, no sentido literal da palavra, é o dono, António Querido.
      E é dessas bestas que eu tenho medo quando se aprova este tipo de legislação, não dos pobres dos animais.

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  20. Essa situação que nos relata, Pedro, eu classificaria de ridícula e caricata.
    Concordo com tudo o que escreveu: gostar,cuidar com dedicação e sentido de responsabilidade, os animais que se adoptam, é um dever, uma obrigação, porém, cada macaco no seu galho.
    Assim como acho descabido dormir com cães ou gatos na mesma cama. Cada um, em sua casa, faça como entender, se se trata de um espaço público, a coisa muda de figura.

    Beijinhos.

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    1. Cada um que faça o que quiser dentro de sua casa, Janita.
      Já em espaços públicos têm que perceber que a minha liberdade acaba onde começa a do outro.
      Respeito, do mais básico possível.
      Beijinhos

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  21. Esta cena, Pedro, é ridícula.
    Sou pouco frequentadora de restaurantes, tenho medo de cães e embora conviva com alguns, mas estou habituada a eles, querer desfrutar de uma refeição que se pretende descontraída e temer que o cão do "vizinho" do lado possa fazer alguma coisa, então, e como diz o ditado, "quem não está que se mude", nem entrava.

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    1. Essa opção já não se punha, Maria Araújo.
      Já estava a jantar quando isto aconteceu.
      Mas confesso que acabei o jantar em correria para sair dali para fora.

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  22. Concordo. É normal que os donos não queiram deixar os bichos à porta ou em casa, sozinhos. Mas, num restaurante, faz-me impressão.

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    1. Acho que faz impressão a qualquer pessoa com um mínimo de educação e bom senso, Diana Fonseca.

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  23. Gosto de animais e tenho muitos aqui em casa. Mas hoje em dia eles estão sendo mais bem tratados que os humanos. As vezes quero ter a vida de um animal.
    Abraços

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    1. Tratar bem os animais é uma prova de humanismo, Anajá.
      Exagerar é uma prova de estupidez e má educação.

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  24. Adoro animais, mas não concordo nada com essas novas leis. Cada macaco no seu galho!
    =)

    Bjinhos

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    1. Também me faz muita impressão, Daniela.
      Pelos vistos há muita gente com a mesma posição que nós.
      Bjinhos

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  25. A entrada de animais em restaurantes não é para os mesmos é para os pavões dos donos os mostrarem, podres animais que terão que ficar presos, e se existirem outros animais como gatos vai ser lindo, tudo a correr...ahhahah
    Refeição estragada por causa dos emperiquitados dos donos animais.

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    1. Exactamente, Kique, exibicionismo da parte dos donos.
      Por causa desta mania, que já tem muitos anos, ficou célebre um episódio em Coimbra com alguém que conhecia muito bem que apanhou um ganso de um jardim público (não é fácil!!!) e levou o "patinho" (sic) para a discoteca :))))
      Se os outros levavam cães e gatos ele queria levar o "patinho" :)))
      Que depois foi deixar à solta no Rio Mondego.

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  26. Concordo que tudo se quer na sitio certo. O cão ate pode comer à mesa desde que seja em casa. Adoro cães e trato-os bem, mas n posso invadir a qualidade da refeição das outras pessoas.

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    1. Exactamente.
      Em casa cada um faz o que quiser.
      Em espaços públicos é que não.

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  27. Não tenho nada contra os cães mas tenho muito contra certos donos!!!
    Para mim, cão ou gato, merece respeito, todo o amor que lhes possamos dar e sobretudo liberdade e a possibilidade de serem o que são.

    o melhor que lhes podemos dar é bons tratos, amor e liberdade de serem o que são:animais.
    Vesti-los com roupas ridículas, prende-los a uma corrente, abandona-los relento nas noites frias de inverno, deixarem-nos horas esquecidas dentro de um automóvel ao sol em pleno verão... e tantas outras coisas são comportamentos que deixam transtornada, levar o cão ao restaurante e sentá-lo à mesa é desconcertante...é incómodo e não faz sentido nenhum!!!
    Trabalho num sitio onde se pode levar o cão, não há problema nenhum, de vez em quando alguém decide levar e é uma festa para todos fazemos intervalos de hora a hora e eles estão no jardim sem incomodar ninguém...
    Como em tudo o que interessa é o bom senso do dono porque posso assegurar-lhes que normalmente a ideia parava vem do dono :)))
    Bjs

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    1. Os animais não têm culpa da estupidez dos donos, papoila.
      O animal, nesta situação que aqui exponho, até estava algo assustado.
      E eu com vontade de dar uns estalos à dona e à amiga.
      Bjs

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  28. ???
    E nenhum responsável pôs em causa a postura da senhora? As gratificações dela devem ser bem vultuosas.
    Com todo esse aparato, lá se foi a sensação reconfortante duma boa refeição, deduzo.

    Abraço :)

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    1. Deduz bem AC.
      Comi em correria para sair dali para fora o mais depressa possível :(

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