16 de janeiro de 2013

Quem não tem....improvisa (última)

Esta última, apesar de revelar muita imaginação, parece-me algo triste.
O que é que acham?

Nota: mudei o visual do blogue novamente porque o de ontem estava a criar a problemas a quem queria ler e comentar.


13 comentários:

  1. Por mim não tem nada de triste. Eu quando era miúdo construí uma máquina de flippers de madeira com peças que se moviam à custa da força motriz de diversos elásticos colocados nos pontos em que eles eram necessários. Fez as minhas delícias e a delícia dos meus amigos de infância. Quando atingi os 16 anos joguei numa máquina de verdade pela primeira vez mas continuei a preferir a minha máquina... genuína... construída com o fruto da minha imaginação. Viu, meu caro? Não existe aqui nada de triste.
    Um grande abraço

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  2. Curioso que conheci um tipo em Coimbra que tinha exactamente o mesmo tipo de máquina.
    Na qual joguei várias vezes.
    Rua do Padrão.
    Não me diga que nos conhecemos quando éramos garotos :))

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  3. Por mim, está bem, está como dizem agora "clean"! :DDD

    Mudei o visual do meu, vá lá agora, tente postar!!! :DDD

    Aquele abraço

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  4. Também não acho triste, acho que conseguem ser bem mais felizes do que aqueles que têm acesso a tudo.

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  5. Já está, Ricardo.
    Até há bem pouco tempo só aparecia uma página em branco.
    Mas o Blogger está outra vez meio parvo.
    Até os meus comentários eu não consigo ver bem.

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  6. Para mim só tem um defeito, se fosse eu a jogar de certo falhava e de certo que era por causa do desnivelamento! :))) Aliás, quando jogo bilhar tenho um azar enorme que as mesas estão sempre desniveladas para mim :p

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  7. Caro amigo Pedro Coimbra!
    No meu víes creio que se referiu a tristeza para externar que pessoas com uma cultura nativa riquíssima aos poucos aderem a usos e costumes alheios ao seu modo de vida.
    Por outro lado ao adaptarem o jogo de sinuca deixaram patente a criatividade!
    Caloroso abraço! Saudações criativas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  8. Poppy e Prof. João Paulo de Oliveira,
    Meteu-me impressão a miséria subjacente a esta imagem.
    Dai o meu comentário.

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  9. Imaginação a rodos. Talvez o país onde a tenha visto mais desenvolvida, tenha sido na Papua Nova Guiné.
    Quanto ao visual, parece-me bem e agora está mais fácil de comentar.

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  10. Nestes casos, a imaginação tem que ser estimulada, Carlos
    Nao há outra solução

    O visual de ontem estava a criar problemas as pessoas.
    O que se pretende e o contrario.

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  11. Porquê triste? Esses africanos pelo menos não têm ar de quem passa fome...

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