10 de janeiro de 2013

A estupidez humana é mesmo infinita!



"Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta", disse um dia Albert Einstein.
É realmente mais fácil afirmar que a estupidez humana é infinita quando assistimos a fenómenos como o que está a acontecer em Hong Kong.
Quando o progresso económico tudo justifica, chega-se ao ridículo trágico de ver alertas públicos, emitidos por entidades oficiais, avisando as pessoas acerca dos níveis de poluição atmosférica e aconselhando-as a circular nas ruas o mínimo de tempo possível.
Causeway Bay e Central que são, por natureza, centros fervilhantes, são agora também ameaças à saúde dos transeuntes que por ali se aventuram a andar.
Os gases lançados para a atmosfera por fábricas e automóveis, aliados a uma construção em altura que não deixa a cidade respirar, e a uma densidade populacional brutal, são os responsáveis por mais uma prova que a estupidez humana não conhece, de facto, limites.
Uma prova, e um alerta, que em nada parecem afectar Macau, a "cidade internacional" que caminha a passo largo para  perder o pulmão.
Isto depois de, já há muito tempo, ter vindo a perder o coração.
A perda do cérebro já nem merece referência. 

13 comentários:

  1. Tal e qual...a estupidez é mesmo infinita e no que referes "a ganância do homem por mais e mais torneando as leis se é que as há..."...o povo é que paga!!!!

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  2. Será falta de oxigenação do cérebro dos governantes, Pedro? Ou será mesmo estupidez natural? :DDD

    Aquele abraço

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  3. Fatyly,
    Dedo na ferida - ganância desmedida que provoca estupidez.
    É disso mesmo que se trata.

    Ricardo,
    A Fatyly acertou na mouche - a ganância é tal que cega e estupidifica as pessoas.
    Aquele abraço!!

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  4. Se a crise bater à porta por essas paragens, esquecem de imediato o ambiente. Até porque, como parece provar-se, a crise diminui a poluição ambiental.

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  5. Olá Helena,
    O que eu gosto de a ver por aqui!
    Nem mais, Helena.
    E estes inconscientes, em vez de procurar uma solução para um problema que já aí esta, e que se agrava diariamente, andam entretidos a contar lucros.
    Revoltante!!

    Carlos,
    As cidades devem ser fruídas, vividas.
    O que esta a acontecer em Macau e Hong Kong e criminoso.
    De que vale ter muito dinheiro se as cidades são armadilhas para quem nelas vive?
    Se se chegou a um ponto em que e perigoso andar na rua!
    Se o governo lhe diz que ande na rua o mínimo possível, em que as pessoas aparecem com aquele aspecto assustador que se vê na foto?
    Esta gente ensandeceu!

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  6. A caminho da destruição.
    Um problema dos grandes, Pedro.

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  7. O mais curioso e que, pelo menos em Macau, pelo muito dinheiro que há e pela dimensão do território, se podia ter uma qualidade de vida, inclusivamente a nível ambiental, invejável, António.
    Era fácil.
    Mas a ganância desmedida cega as pessoas, torna-as infinitamente estúpidas.
    Que desperdício.
    Aquele abraco

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  8. De facto este é um dos grandes problemas para o nível de vida em Macau. Tenho a certeza que quando regressar vou ter de ir muitas vezes à Guia...

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  9. Tam em ja nao e o que era, FireHead.
    Mas, dentro dos crimes que se vão cometendo, ainda vai passando relativamente incólume.

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  10. Um cérebro, com pelo menos dois dedos de testa, realmente dava mais jeito que esses alertas... :P

    Beijocas!

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  11. Em tempos, se não estou equivocada, falou que iam destruir um vasto jardim que há aí, isso sempre avançou?

    Estas medidas acho que surgem mesmo, como diz o Ricardo, por falta de oxigenação no cérebro de alguns governantes, só pode!

    Beijos

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  12. Um neurónio, Teté, um neurónio seria o suficiente.

    Poppy,
    Boa memória.
    Era um mangal.
    A oposição popular evitou esse crime.
    Mas já se vai falando em novos projectos (????) para o local.
    Tenham medo, tenham muito medo!
    Beijos

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