19 de junho de 2011

Cortadora de salame

Mineirinho trabalha num frigorífico.

Ele já está lá há anos, e um dia ele confessa à esposa que tem uma compulsão terrível: uma vontade louca de enfiar o pinto na cortadora de salame. A mulher sugere que ele vá ver um psicólogo, esses homi que acunseia a gente. Mas ele não vai!

Um dia ele chega em casa cabisbaixo. Sua mulher percebe que há algo errado.

Pergunta o que foi. Ele responde:

Lembra que eu comentei cocê que tava com uma vontade danada de meter o pinto na cortadora de salame?

Oh, não! - diz a mulher - ocê num fêiz isso, fêiz?!

Sim, eu fiz!

Meu Deus, o que se assucedeu?

Fui despedido; pru ôi da rua - responde o marido.

Mas, e a cortadora de salame?

Coitada da moça, ela foi despedida tamém.

6 comentários:

  1. Tinha que ser!
    O pinto gaitão tinha que “laurear a pevide”! Bem feito! E não lhe ter acontecido o mesmo que ao do John Bobbit!...

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  2. Pedro
    Ele até confessou antecipadamente a vontade de...
    Como sempre mais uma boa anedota.
    Abraço bom domingo.

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  3. No início fiquei assustada com a "tara" do senhor, mas depois... bem depois, devia ter lá posto o sr.pinto.
    aiaiai
    :)
    Bom Domingo!!

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  4. Caro confrade Pedro Coimbra!
    Esta piada é supimpa, porque desvela sem titubear o duplo sentido das palavras e as consequências que podem causar.
    Esta piada também me fez lembrar a eterna "rivalidade" entre paulistas e mineiros (São Paulo e Minas Gerais são estados vizinhos da República Federativa do Brasil e ficam na Região Sudeste), bem aos moldes como você discorreu no seu imperdível vagão do Expresso do Oriente da "rivalidade" entre portugueses e espanhóis...

    Caloroso abraço! Saudações explicativas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  5. Catarina,
    Tem piada ou não tem? :)))

    Rodrigo,
    Ele foi sincero.
    Ninguém o entendeu.
    Abraço

    Carlota,
    Não seja mázinha!! :))
    (à hora a que estou a escrever, o domingo já lá vai)

    Caro Prof. João Paulo de Oliveira,
    As anedotas com os mineiros, e a pronúncia típica deles, são sempre um must.
    Supimpa, como o meu amigo bem refere!
    Um abraço

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  6. rsrsrsrsrsrs,muito bom...piadas para aquecer nossos frios...bjssssssss

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