27 de fevereiro de 2013

Paradoxos da felicidade muçulmana (e-mail que circula em Inglaterra)




Os muçulmanos não estão felizes...
· Eles não estão felizes em Gaza.
· Eles não estão felizes na Cisjordânia.
· Eles não estão felizes no Egito.
· Eles não estão felizes na Líbia.
· Eles não estão felizes na Argélia.
· Eles não estão felizes na Tunísia.
· Eles não estão felizes em Marrocos.
· Eles não estão felizes no Iêmen.
· Eles não estão felizes no Iraque.
· Eles não estão felizes no Afeganistão.
· Eles não estão felizes na Síria.
· Eles não estão felizes no Líbano.
· Eles não estão felizes no Sudão.
· Eles não estão felizes na Jordânia ...
· Eles não estão felizes no Irão.

Onde é que os muçulmanos estão felizes?
Eles estão felizes em Inglaterra..
Eles estão felizes em França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes em Espanha.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes nos U.S.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Romenia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.

Eles estão felizes em qualquer país do mundo que não esteja sob governo muçulmano.

E quem é que eles culpam?
· Não o Islão.
· Não a sua liderança.
· Não a si mesmos.

Culpam os países onde estão a viver livremente e bem.

A democracia é realmente boa para eles: uma democracia em que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a altaqualidade de vida que não construíram nem trabalharam para ter...

Podem manter os seus costumes, desobedecer às leis, explorar os serviços sociais, parodiar a nossa política e os nossos tribunais. Geralmente, mordem a mão que os alimenta.

A questão é contraditória, paradoxal. Eles tentam trazer o seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor...

Dá para entender?

23 comentários:

  1. Daqui a umas dezenas de anos, serão a maioria na Europa.

    ResponderEliminar

  2. Uma tendência que acentua a cada dia que passa, Catarina :(

    ResponderEliminar
  3. Não dá mesmo para entender Pedro :( Como é que eles não são felizes nos países onde predominam as suas politicas e as querem trazer para os países em que são felizes... Um paradoxo estranho!

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Tentativa de expansão e domínio, aculturação, Poppy?
      Fica essa sensação muito forte.

      Eliminar
  4. Pois é...e como inverter essa situação? A meu ver exigindo que cumpram as regras dos países que os acolheu e caso contrário a extradição, porque como em tudo...há muçulmanos e muçulmanos e generalizar é terrível!!!!!!

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Eu sei, Fatyly
      Tenho amigos (por acaso acho que e só um) muçulmanos
      Mesmo assim, perfeitamente radicais nos nas suas tradições e costumes.

      Eliminar
  5. Está aí a ironia. Muitos fogem dos seus países por serem estados controlados pelas leis islâmicas, mas eles mesmo assim não conseguem deixar de ser muçulmanos. Vai daí, aproveitam-se das abébias da democracia para impor aqui no Ocidente o islão e não se apercebem que desejam transformar isto aqui na porcaria da terra deles. Israel é um disso um excelente exemplo: os mé(r)dia demonizam o estado judaico e muitos idiotas úteis apoiam a causa palestiniana quando na verdade em Israel os muçulmanos têm todos os seus direitos garantidos e vivem melhor do que do lado de lá da fronteira duma terra que, curiosamente, sempre pertenceu a Israel.

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Tem exemplos aqui, Firehead
      Ramal dos Mouros
      Mas aqui, com os chineses, piam fino :)))

      Eliminar
    2. Claro que piam. Basta vermos o que é que os han andam a fazer aos uighures. Na China manda os chineses e mais nada. É por isso que eu acredito que no futuro existirão no mundo dois blocos principais: de um lado o islâmico e de outro o chinês.

      Eliminar
    3. Mesmo aqui em Macau, FireHead.
      Acha que arrepiam cabelo?
      Era o que faltava!!

      Eliminar
  6. Vá-se lá entender esse paradoxo ?! eheh ... no entanto também é paradoxal dizer-se que não se entende, pois está claramente à vista ! rsrsrs
    Certo é que o nº deles está a crescer a um ritmo enorme nesses países (onde eles se sentem bem) ! ... e não faltarão décadas, em que eles terão a maioria (atente-se também nos índices de natalidade respectivos) !

    Já em tempos publiquei sobre o assunto :
    http://coisas-da-fonte.blogspot.pt/search?q=Islamismo
    .

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Exactamente, Rui - os índices de natalidade são incomparáveis.
      E a Europa assiste impávida e serena a essa aculturação.
      Aquele abraço

      Eliminar
  7. A deportação é a única solução.

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Anónimo,
      Eu respeito quem me respeita.
      Mas admito que me pisem e não gosto de mostrar o rabo.
      Que é o que a Europa tem feito.

      Eliminar
  8. Diz-se que em Roma sê romano, não é, Pedro?
    Os muculmanos, ainda que vivam na Europa, mantêem-se fiéis às tradições dos países de origem, salvo raras excepções femininas, como no caso do uso das burkas.:)
    Realmente há coisas que não devem ser para entender!
    Um beijo

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Porque nós, europeus, o permitimos, Janita.
      Não é respeito, é cobardia.
      Respeito tem duas vias.
      Isto é sujeição ao outro.
      Um beijo

      Eliminar
  9. Daqui a uns anos vamos perceber que eles têm razão, mas nessa altura será tarde...

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Razão em fazerem fica-pé nas suas tradições e valores, Carlos?
      Era isso que eu queria ver a Europa fazer.
      Nem mais, nem menos.

      Eliminar
  10. Tinha feito um comentário bem extenso e não o vejo aqui. (??) Não devo ter clicado no "Publicar" (?)
    Dizia eu que estava perfeitamente de acordo, lamentava esta situação e que em tempos tinha escrito sobre isso.
    Bom. Fica o link do post :

    http://coisas-da-fonte.blogspot.pt/search?q=islamismo

    Abraço, Pedro
    .

    ResponderEliminar
  11. E não é que é verdade, embora com alguma xenofobia à mistura? Cá para mim a Europa é muito democrática com outras culturas: ou seja, uma coisa é ser tolerante com outras culturas e religiões, outra é abrir exceções à sua lei, para não "ofender" os visados. A coisa está a mudar, não me lembro se foi na Finlândia ou na Suécia não permitiram a edificação de uma mesquita. Porquê? Porque os árabes sauditas que a pretendiam construir e pagar não permitem a edificação de templos de outras religiões. Pessoalmente, acho muito bem! Sei que se visitar um país muçulmano posso ser obrigada a cobrir a cabeça,não posso beber álcool, etc. e tal. Do mesmo modo, se os muçulmanos visitam outros países têm de se cingir aos seus costumes. E como diz o povo:"Em Roma sê romano!" E mainda... :)

    Beijoca

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Teté,
      Não se trata de xenofobia.
      É uma reacção à passividade, ao laisser passer europeu.
      Porquê?
      Há valores que são o oposto dos valores que estão na génese da civilização europeia.
      Não percebo.
      Medo?

      Eliminar
  12. Se trocar o muçulmano pelo PT dará o mesmo resultado.
    Esquerda caviar e comunista de Vieira Souto é o que mais tem.

    ResponderEliminar