19 de abril de 2016

Uma foto vale mais que mil palavras

Abaixo está uma foto que mostra algumas pessoas a caminhar para atingirem o seu objectivo final que é viver num país Europeu, mas, apesar desta foto estar a circular por todo o mundo somente 1% dos que a recebem reparam na sua verdade.
Na foto há 7 homens e 1 mulher. 
Até aqui, nada de especial... 
Mas observando atentamente, vê-se que a mulher está descalça, acompanhada por 3 crianças, e das 3, está a carregar 2.
Aqui reside a questão: nenhum dos homens está a ajudar, porque na sua cultura a mulher nada representa. 
Só tem valor como serva dos homens.
Será que acreditamos mesmo que estes particulares indivíduos poderão integrar as nossas sociedades e países e respeitar os nossos costumes e tradições?
Fica a pergunta no ar para reflectirmos.


22 comentários:

  1. Que é isso, meu caro, isso cheira-me a xenofobia!! A foto... só pode ser um montagem! É isso! A Europa precisa de mão-de-obra barata e acima de tudo gente que se reproduza que nem coelhos para substituir a envelhecida população nativa europeia e também para ajudar a sustentar o Estado Social - mas isso se essa gente não constituir antes mais encargos para os contribuintes e também mais problemas relacionados com a criminalidade (violações, roubos, etc.). Só os racistas é que podem ficar chateados quando vêem coisas como a selecção francesa de futebol, que representa fielmente, tal e qual, a população francesa - então não se vê logo que sim?

    Na Grécia e na Turquia não há guerra e consta que os refugiados não deviam ter a liberdade de escolher o país para onde querem ir como refugiados segundo lhes dá na real gana, mas ainda assim os "refugiados" querem fugir de lá como querem fugir da Síria, mesmo que sejam na verdade da Etiópia, da Somália, do Afeganistão ou do Paquistão. Eles querem fugir para os países mais ricos da Europa, como a Alemanha ou a Suécia, e de nada adianta o António Costa e o Marcelo andarem a choramingar porque em Portugal é que eles não estão mesmo nada interessados. Vamos lá entender estas coisas, não vamos nós sermos acusados de racismo ou xenofobia...

    Um refugiado não é um imigrante qualquer. Um refugiado, por natureza, foge de qualquer coisa e tem que regressar à sua terra quando estiver tudo bem por lá, ou seja, sem guerra. É isso que acontece?

    A mulher para eles nada representa na sua cultura? Não pode dizer isso, meu caro! Segundo a vaca sagrada que é o multiculturalismo, apoiado a 100% pelo politicamente correcto e pela esquerda, não existem culturas que são superiores ou inferiores, elas equivalem-se todas, logo nós só temos é que respeitar as culturas dos outros porque senão estaremos a insinuar que a nossa cultura é superior à deles, logo já se sabe, é racismo ou xenofobia.

    Concluíndo: não há nada para reflectirmos. É aceitarmos o que nos impingem como carneirinhos e mais nada.

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    1. Eu não sou politicamente correcto, FireHead.
      Estou-me nas tintas para isso.
      A maneira como as mulheres são tratadas pelos muçulmanos é aberrante.
      Tive oportunidade de ver isso o ano passado em Los Angeles.
      A empresa que nos transportava era propriedade de muçulmanos e os condutores eram muçulmanos.
      Eu fui de férias com cinco mulheres.
      Os tipos não lhes ligavam nenhum, não lhes respondiam se elas faziam perguntas (respondiam-me a mim às minhas perguntas e às delas), era como se fossem invisíveis.
      Pior que isso, quando elas falavam, olhavam para mim como quem pergunta "e tu deixas??".
      Tenho que respeitar isto??
      Era o que faltava!

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    2. O mais engraçado é haver mesmo gente que cisma, qual cavalga dura, que não existe uma coisa que é a islamização do Ocidente. O número de muçulmanos na Ocidente, proporcionalmente falando, não está a aumentar? Não está a aumentar o número de comida rotulada como "halal", coisa que dantes nem sequer ouvia falar? E o número de mesquitas, sobe? Não se fala já muito da questão do uso do véu ou da burqa, se é ou não é legal, além do terrorismo?? Então, há ou não há uma islamização?? Há gente que só mesmo à chapada.

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    3. O pior cego, FireHead.
      O que não quer ver.

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  2. Deviam respeitar e muitos respeitam a cultura dos países que os acolhe, outros não. É para reflectir mesmo e nunca por nunca medir todos pela mesma bitola. É triste? Claro que sim e já agora Pedro quantas mulheres na sociedade portuguesa são postas em segundo plano sem dó nem piedade? Na ditadura qual era o valor da mulher? Zero ou abaixo de zero. Mudámos e ainda hoje o homem julga-se dono absoluto da mulher.

    Jamais em tempo algum a cultura de um povo é alterada de um dia para o outro.

    Um problema sério mas não atino com extremismos de ou numa sociedade.

    Beijos

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    1. Mas estes tipos são demasiado obtusos, Fatyly.
      Finais de Junho, inicio de Julho, vou passar pelo Dubai e Abu Dhabi a caminho de Portugal.
      E já sei que, tal como aconteceu em Los Angeles, a minha mulher e as minhas filhas para eles serão pouco mais que invisíveis.
      Revolta, revolta mesmo.
      Beijos

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  3. "Será que acreditamos mesmo que estes particulares indivíduos poderão integrar as nossas sociedades e países e respeitar os nossos costumes e tradições?"

    Pego nesta sua pergunta e respondo, de forma rotunda, NÃO!

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    1. Pois é, António, eu também não acredito.
      Longe do politicamente correcto a que o FireHead faz referência, não acredito nessa integração, ponto final.

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  4. Pedro não precisa de pegar nessa foto de estrangeiros. Aqui por Trás-os-Montes ainda vê casos assim! Ainda se vê muita segregação da mulher.
    As mentalidades não se mudam rapidamente, mas elaboram-se ventos de mudança.Penso que não é afastando mas sim, ajudando, ensinando, educando que se constrói algo na mente de cada um. Devagar se vai ao longe, continua a ser um ditado muito válido!

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    1. O pior é que há muita gente que não quer aprender, Golimix :(

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    2. Se não fica para eles ficará para os filhos. O mundo é feito de esperança ;)

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    3. Gostava de acreditar que sim, Golimix.
      O que tenho visto deixa-me muitas dúvidas,

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  5. Primeiro não tinha reparado... Deviam ajudá-la.

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    1. Olhar para esta foto revolta.
      E revolta mais a quem vê, e eu já vi muitas vezes, comportamentos deste tipo.

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    1. O objectivo não é adaptarem-se é levar os outros a cederem, papoila.
      Bjs

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  7. Parece-me uma montagem...

    Vivendo numa das cidades mais multiculturais do mundo, não tenho tido grande convivência com a população islâmica. Durante uns 3 a 4 meses tive uma senhora muçulmana que cuidava da minha mãe (em minha casa) mas não deu propriamente para me familiarizar com ela pois fazia apenas duas horas por dia. Confirmei apenas o que eu já sabia: era muito devota à sua religião, tratava a minha mãe com deferência, chamava-a por “Mama”, dizia que os mais idosos eram muito venerados na sua cultura e que, quando era necessário, todos os membros da família cuidavam deles e nunca os colocavam num lar. Usava hijab. Nunca lhe perguntei se se sentia “limitada” pelo seu vestuário ou pela sua religião. Sei que me responderia na negativa.

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    1. Não posso afirmar peremptoriamente se é ou não uma montagem, Catarina.
      Recebi-a de mais que uma fonte e não ficaria surpreendido que fosse real.

      O que vi o ano passado em Vancouver foi algo de muito próximo do que a Catarina descreve.
      Convivência harmoniosa, integração q.b.
      Já nos Estados Unidos a coisa foi algo diferente.

      Mas, se vier para esta zona (Malásia, Indonésia) se calhar vai ficar chocada com o que vê e vai mais facilmente acreditar na veracidade desta fotografia.

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  8. É deveras revoltante, mas não é exclusivo deles. Mesmo em Portugal todos os dias temos testemunhos de mulheres que são tratadas como escravas por aqueles que juraram amá-las. E o pior é que há ainda mulheres que dizem como a minha avó dizia a meados do século passado. "Quem se obriga a amar, obriga-se a padecer"
    Abraço

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    1. Felizmente esses são casos isolados, Elvira carvalho.
      Aberrantes, mas isolados.
      Aqui é uma cultura que está em causa.
      Se é que se pode chamar cultura a estas barbaridades...

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  9. É o que as pessoas de bem e que querem ajudar mais temem, Pedro. E os governantes não parecem indicar que esperam uma integração gradual na europa. Antes parece que querem adaptar a Europa aos refugiados com uma diferença cultural e de mentalidade substancialmente diferente. E isso mexe com a identidade e com os direitos. Mexe até com as leis de igualdade da europa!

    E se assim for Pedro, temo que os de lá é que têm razão. Não recordo agora qual ditador disse isto - mas existiu um que disse que, se o tirassem do poder, então é a europa ia descobrir o que era uma invasão e sair derrotada nos seus costumes e estilo de vida. Cada vez faz mais sentido.

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    1. Essa cedência da Europa é abjecta, Portuguesinha.
      O que é normal é haver cedências mútuas procurando a integração em harmonia de diferentes culturas, de muito diferentes mundividências.
      Cedências?
      Para onde caminhas Europa?? :(

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