6 de agosto de 2015

Setenta anos depois

Setenta anos depois, para nunca esquecer

19 comentários:

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    1. E é sempre bom relembrar, António.
      Aquele abraço

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  2. Eu relembro apenas acontecimentos alegres.

    Aquele abraço como o Pedro sempre diz.

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    1. Este tem que se relembrar, ematejoca.
      Para que não se repita.
      Já se conhece a História, de nada adianta estar a avivar sentimentalismos deslocados e exacerbados, como o fez a China face ao Japão.
      Mas não se podem esquecer estas tragédias sob pena de se poderem repetir e agora com um efeito muito mais devastador.
      Aquele abraço (sempre que escrevo isto tenho os sons do Brasil na memória)

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  3. Esperemos que não se repita, Pedro! Será o fim da Humanidade.
    Que bom seria se o Homem soubesse encontrar a Paz, entre os povos, através do diálogo.

    Não gostamos de ver, mas...não devemos esquecer!

    Beijinhos

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    1. Não se pode repetir, Janita.
      Por isso mesmo é que tem de ser relembrado
      Beijinhos

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  4. Hiroshima e Nagasaqui foram duas coisas terríveis que aconteceram. Mais uma vez o Homem mostra toda a sua bestialidade assassinando milhares de inocentes !... até quando ? :((((

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    1. E continua a mostrá-la, Ricardo.
      Noutras latitudes, com outros protagonistas, outros motivos (?????). :(

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  5. Caro Amigo Pedro Coimbra.
    Fico estupefato em ter ciência da dura realidade até que ponto chegou o estado belicos.
    Caloroso abraço. Saudações aterrorizadas.
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver sem véus, sem ranços, com muita imaginação e com muito gozo.

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    1. A bomba atómica, o cogumelo atómico, deviam ter sido o fim.
      Não o foram como todos bem sabemos, Amigo João Paulo de Oliveira.
      Aquele abraço

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  6. Terrível, e se pensarmos que hoje em dia tudo seria muito mais devastador...é assustador.
    bjs

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  7. Por muito que a humanidade quisesse esquecer estes episódios, eles entraram para a História Contemporânea. E nada do que se fizer daqui para a frente pode mudar esses factos...

    Por vezes pergunto-me como é que a memória humana pode ser tão curta e como as gerações presentes não aprenderam (quase) nada com as anteriores. Ou se, sem essas duas bombas que terminaram a guerra com o Japão, a II GM se prolongaria ainda durante uns anos ou décadas, dada a "combatividade" suicida dos soldados japoneses...

    Beijocas

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    1. Perguntas que nunca terão resposta, Teté.
      Beijocas

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    2. Permita-me refutar completamente este argumento e vou cita-la:
      «Ou se, sem essas duas bombas que terminaram a guerra com o Japão, a II GM se prolongaria ainda durante uns anos ou décadas, dada a "combatividade" suicida dos soldados japoneses...».

      Quando foram lançadas as bombas atómicas sobre o Japão, o exercito japonês estava perfeitamente de rastos, encontrava-se à beira do colapso, estava desmoralizado e quase sem munições e viveres. Já não havia sequer munições para as suas baterias anti-aéreas, e a aviação imperial do Japão, já nem conseguia colocar aviões a voar, dada a falta de combustível. Daí os aviões que transportaram as bombas atómicas terem conseguido voar sem serem incomodados até ao interior do Japão.

      Quanto à combatividade suicida dos soldados japoneses, permita-me dizer-lhe que não foi bem assim. Muitos soldados suicidaram-se como «Kamikazes, é certo. Mas pela primeira vez nas fileiras do exercito japonês, houve grandes rendições em massa do exercito japonês, sobretudo em Okinawa.

      Quanto mim as bombas atómicas foram a seguir ao holocausto dos judeus, o maior crime de guerra, foram mesmo um crime contra a humanidade. Os EUA lançaram essas bombas com o objectivo declarado de humilhar o povo japonês e de fazer uma demonstração de força à ex-URSS. Pelo que disse atrás, a guerra no Japão estava praticamente ganha, seria uma formalidade para os americanos se pusessem soldados seus em solo «continental» japonês. As bombas foram lançadas em pleno centro de Hiroxima e de Nagasáqui onde não havia qualquer tipo de instalações militares, nem forças militares. Por isso os EUA após a guerra deviam ter reconstruído essas cidades de borla e ter indemnizado fortemente as famílias que perderam pessoas e pagarem todos os tratamentos médicos ao povo japonês afectado por essa barbárie. Mas acima de tudo, deviam pedir desculpas ao Japão, coisa que nunca fizeram.

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    3. Chapelada, Paulo Lisboa!!!
      Mas não foram só os americanos que se esqueceram de pedir desculpa pelas barbaridades que cometeram.
      Os japoneses ainda não se retrataram perante os povos asiáticos que maltrataram e massacraram.
      Grande abraço

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    4. Sem dúvida! É sempre a parte mais difícil, assumirmos as nossas culpas.

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  8. Uma prova da ambição e estupidez humana.
    Um abraço e bom fim de semana

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