13 de agosto de 2013

The Times They Are a-Changin'


No ano de 1964, Bob Dylan lançou o álbum e a canção que dão título a este post.
Uma canção, um grito de alerta, que é bom serem constantemente lembrados.
Para, por exemplo, perceber que algo está a mudar no panorama político da RAEM.
Quando a preocupação com o consenso, ainda que fundado no menor denominador comum, tipicamente asiática, começa a dar lugar a constantes vozes dissonantes, algumas vindas de onde menos seria de prever, a aproximação de eleições e este período eleitoral, ou pré-eleitoral, que se está a viver não podem ser erigidos em única explicação para o fenómeno.
E é bom que os governantes percebam que, efectivamente, The Times They Are a- Changin'.
E porquê.

27 comentários:

  1. Seria bom que bom tempo às questões do pensamento, memos tempo às questões do possuimento. Bom elerta, este, amigo Pedro Coimbra! Abraço.

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  2. Seria bom que bom tempo às questões do pensamento, memos tempo às questões do possuimento. Bom elerta, este, amigo Pedro Coimbra! Abraço.

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    1. Amigo platao,
      O curioso é que, pelo menos parece que, os nossos governantes andam distraídos.
      Não são casos pontuais, não são as vozes habituais, são situações que se repetem.
      E que têm novos protagonistas e protagonistas novos.
      Acho que Pequim já terá recebido o recado de quem aqui está colocado precisamente para passar esses recados.
      Por aqui, continua tudo a assobiar para o lado e a contar patacas.
      Aquele abraço!!

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  3. Uma canção imortal. Desejo que os tempos mudem para melhor.
    Pedro se quiser saber novas de Coimbra fiz um post sobre a visita à Casa-museu Miguel Torga no Prosimetron. São apenas impressões e tem fotografias da casa mas só do exterior.

    Não sei se viu num comentário anterior o escultor da peça evocativa ao fado é André Alves.
    Beijinho. :))

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    1. Vou ver, ana.
      E, sim, vi a referência ao escultor André Alves.
      Um destes dias publicarei a escultura, o porquê da sua existência e o autor.
      Beijinho

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  4. A discussão da Lei das Terras é preocupante... Mais ninguém diz nada?

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    1. A única voz que se levantou, e é uma das que mostram que realmente os tempos são outros, foi a do Leonel Alves.
      Ver o Leonel Alves a votar contra dois artigos do projecto, depois da discussão interminável em sede de comissão, mostra à saciedade que temos ali uma lei que nasce torta.
      Viu alguém mais a preocupar-se com esse facto, Anónimo?
      Pois, parece que, para as bandas do Lago Sai Van, as preocupações são outras.

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  5. Lei das terras, anteneiros, T1's em Ilha Verde... para quê chatearmo-nos com tudo isso? O tufão 8 não vem... é mais que passa ao lado... :)

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    1. Curiosamente, ou talvez não, tudo da mesma área de governação.
      Tenho algum cuidado com o que aqui escrevo relativamente a essa área porque, pelo menos quem me conhece melhor, sabe que tive alguns aborrecimentos com o Secretário.
      E não quero parecer cobarde e usar o blogue para o atacar.
      Mais, não quero, nunca o fiz nem nunca o farei, atacar pessoas.
      Quero apontar o dedo a opções políticas.
      E, aí, há pano para mangas.

      No que diz respeito ao tufão, este parece que é bruto, FireHead.
      Veja o que o gajo fez nas Filipinas.
      E prevê-se que passe muito perto de Macau.
      Esperemos que prevaleçam o profissionalismo e o bom senso e que se evite o caos como se viu noutras ocasiões.

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    2. Lá falharam nas previsões. O tufão passou mesmo por cá. :)

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    3. E haverá outro lá para o final do mês.

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  6. Sobre os pergos do consenso forçado, citei "A Madrinha", mas acho que, por vezes, será boa a existência de uma plataforma comum(coisa que a Esquerda portuguesa nuca teve a inteligência de fazer...ao contrário da Direita)

    Tudo de bom

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    1. Na ASEAN esta obsessão pelo consenso ficou mesmo conhecida por ASEAN Way, São
      Não tenho nada contra consensos, embora ache que ideias diferentes se recomendam
      O que é impressionante é o tempo que se leva para chegar a estes consensos, tantas vezes forçados e baseados no menor denominador comum, São

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  7. «E é bom que os governantes percebam que, efectivamente, The Times They Are a- Changin'.
    E porquê.»

    O Pedro acha que vão perceber?

    Abraço

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    1. Por aqui, é mesmo melhor que percebam.
      Porque, se não percebem, Pequim dá tau tau, António
      Aquele abraço!!

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  8. Bob Dylan....adoro!


    (eu ri com vc lá]


    beijo

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  9. Caro Amigo Pedro Coimbra!
    Esta inesquecível canção não nos deixa indiferentes.
    Caloroso abraço! Saudações alertas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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    1. Como quase todas as baladas que Dylan cantou, Amigo João Paulo de Oliveira
      Uma maravilha!

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  10. Não me diga que a lenga lenga ermbusteira do consenso já chegou aí, Pedro! Isto está pior do que eu pensava.

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    1. O consenso é uma obsessão dos asiáticos, Carlos.
      O método de decisão da ASEAN.

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  11. Os políticos é que "could be changing".... mas essa sorte não temos nós!

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    1. Por aqui é melhor que comecem a mudar, Graça
      Porque Pequim não está a gostar nada do que vê

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  12. Já nessa época de 60, Dylan o dizia acertadamente. Precisamos mudar todos, talvez comecemos por ajudar o próximo.

    Relembro aqui Bob Dylan numa composição completamente orquestral com Johnny Cash, intitulada Nashville Skyline Rag, para que nos mantenhamos alertas e de alguma "bem" dispostos a fazer algo para mudar...

    http://www.youtube.com/watch?v=mxtFBqRThTQ

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  13. Muito gostaria que por cá os tempos também tivessem a mudar. Mas para lá da propaganda política dos próprios, sobre decisões próprias e algumas bem controversas, não se vê nada... :P

    Beijocas!

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    1. Por aqui, devagarinho, que Macau é um pouco como a Igreja Católica, nada dada a revoluções, notam-se mudanças.
      De comportamento e de mentalidades
      Como os governantes distraídos a contar patacas, Tete
      Beijocas!

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