29 de julho de 2016

Urologista do SNS


Dr. meu testículo esquerdo está escuro.
O médico examina o local várias vezes e logo lhe dá o diagnóstico: 
– Olhe, tenho que cortar urgentemente o testículo esquerdo, pois ele está com um princípio de gangrena. Se eu não fizer nada, você pode até morrer!!!! 
No mesmo dia o homem é operado.
Depois de uns 15 dias, o sujeito volta ao médico: 
– Doutor, doutor!! Esta manhã, notei que o outro testículo também está azulado! 
Preocupado, o médico começa a examinar o paciente e lhe dá o mesmo diagnóstico.
No dia seguinte, na sala de cirurgia, o testículo direito é amputado. 
Duas semanas depois, à beira de um ataque de nervos, o paciente regressa ao consultório: 
– Doutor, doutor! Veja isto, agora é o meu pénis que está azulado. Não me diga que terá que cortá-lo também! 
O doutor faz uma curta revisão, confirma o triste diagnóstico e submete o coitado a uma complicada cirurgia, lhe amputa o pénis e em seu lugar coloca uma mangueirinha plástica transparente. 
Três semanas depois o homem regressa, abre a porta do consultório e grita: 
– Doutor, que merda está acontecendo??? O senhor sabe o que está azul agora? ... A mangueirinha de plástico!!! Será que tenho um grave problema sanguíneo? 
O médico, após tentar acalmá-lo, faz um exame completo e aprofundado.
Horas depois, com o resultado dos testes na mão e uma cara de alívio, anuncia : 
– Fique tranquilo, meu amigo, pois trago boas notícias. Você terá vida longa! Desta vez fiz exames minuciosos e não tenho mais dúvidas:
- SEU Jeans desbota!

BOM FIM-DE-SEMANA!

Humor Algarvio


Piropos


28 de julho de 2016

Gostei da UBER


Recorri frequentemente aos serviços da UBER durante as férias que recentemente terminaram.
Depois de tanta polémica à volta da legitimidade/legalidade da prestação do serviço nos actuais moldes, e sem querer entrar por esse caminho, só uma conclusão me interessa agora retirar - os serviços prestados são excelentes.
Viaturas em muito bom estado, muito cuidadas, condutores muito educados, com atenção ao pormenor ("a temperatura interior agrada-lhe?", "tem alguma estação de rádio favorita?"), preços muito razoáveis, resposta pronta a qualquer hora e em qualquer lugar.
Que tal, em vez de discutir a legalidade da prestação dos serviços, procurar assegurar uma qualidade semelhante nos transportes públicos?
E, porque não, procurar plataformas de consenso para poder legalizar a UBER ou outras empresas semelhantes?
Qualidade, quantidade e variedade na escolha nunca fizeram mal a ninguém.

Intemporais (36)

27 de julho de 2016

Trancas à porta


O Hotel Palácio Imperial Beijing, que nos tempos de glória foi New Century, encontra-se temporariamente encerrado (seis meses) por ordem da entidade licenciadora (Direcção dos Serviços de Turismo).
Esta sanção (encerramento temporário) é fundamentada na falta de condições de segurança que a unidade hoteleira apresenta e só surpreende os mais desatentos ou os que não frequentavam o local.
Há já muito tempo (anos!) aquele estabelecimento hoteleiro perdeu o glamour que outrora teve.
Muito mais que isso, as instalações foram-se degradando à medida que a sensação de abandono e negligência, a par com os constantes problemas económicos e laborais, foram crescendo.
Prever o que vai acontecer futuramente àquele apetecível espaço é quase impossível.
Manter o status quo é que se tornava impossível.
Aplaudo a decisão da Direcção dos Serviços de Turismo, aguardo com atenção o desenvolvimento do processo.

SER FELIZ É...


Podes ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não te esqueças que a tua vida é a maior empresa do mundo.
Só tu podes evitar que ela vá em decadência.
Há muitos que te apreciam, admiram e te querem.
Gostaria que recordasses que ser feliz, não é ter um céu sem tempestades, caminho sem acidentes, trabalhos sem fadiga, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também reflectir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar actor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no longínquo de nossa alma.
É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.
É beijar os filhos, mimar os pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que vive dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para dizer ‘enganei-me’.
É ter a ousadia para dizer ‘perdoa-me’.
É ter sensibilidade para expressar ‘preciso de ti’.
É ter capacidade de dizer ‘amo-te’.
Que tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz…
Que nas tuas primaveras sejas amante da alegria.
Que nos teus Invernos sejas amigo da sabedoria.
E que quando te enganares no caminho, comeces tudo de novo.
Pois assim serás mais apaixonado pela vida.
E podes facilmente encontrar novamente que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para regar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Nunca desistas….
Nunca desistas das pessoas que amas.
Nunca desistas de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível!

(Mensagem atribuída ao Papa Francisco, algo que não consigo confirmar) 

26 de julho de 2016

Novas exigências do Governo Central para Hong Kong



O Governo Central e Hong Kong já há muito tempo que andam de candeias às avessas.
O último desenvolvimento nesta relação conturbada é a exigência de os candidatos ao Legco assinarem um documento que contempla uma série de artigos da Lei Básica e o expresso reconhecimento de que Hong Kong é parte inalienável da China.
Confrontadas com a existência de movimentos de cariz independentista em Hong Kong, que se viriam juntar a outros bem conhecidos no interior da China, as autoridades centrais reagem em forma de exigência prévia aos putativos candidatos a um assento no Legco.
Uma exigência que parece descabida e desnecessária porque se trata de reafirmar o óbvio - a obrigatoriedade de cumprir o estipulado na Lei Básica.
Uma exigência que só se pode compreender no quadro de uma inequívoca demonstração de força e autoridade do primeiro sistema face ao segundo.
E como mais um puxão de orelhas à Região Administrativa Especial que não regulamentou o célebre artigo 23º da Lei Básica, um enorme pedregulho no sapato das autoridades centrais.

Redacção – Declaração de Amor à Língua Portuguesa


Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, ”em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito.”O Quim está na retrete”: “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.

No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um “complemento oblíquo”. Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo “complemento oblíquo”, já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum, o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento, e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados; almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, ”algumas” é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.

No ano passado se disséssemos “O Zé não foi ao Porto”, era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa.
No ano passado, se disséssemos “A rapariga entrou em casa. Abriu a janela”, o sujeito de “abriu a janela” era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?

A professora também anda aflita. Pelo visto, no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer, dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em “ampa”, isso mesmo, claro.)

Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou: a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero.
E pronto, que se lixe, acabei a redacção - agora parece que se escreve redação.O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impôr a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.
E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.João Abelhudo, 8º ano, setôra, sem ofensa para si, que até é simpática.


Este texto é da autoria de Teolinda Gersão. Escritora, Professora Catedrática aposentada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Escreveu-o depois de ajudar os netos a estudar Português. Colocou-o no Facebook

25 de julho de 2016

Uma de loucos



A Maria e o Tó estavam internados  num hospital psiquiátrico.
 Um dia, durante o seu passeio habitual, o Tó saltou para  dentro da piscina e afundou-se de imediato.      
A Maria saltou rapidamente para a piscina e conseguiu salvá-lo.
    Quando o director teve conhecimento do acto heróico da Maria deu imediatamente ordem para que esta fosse dada como curada.
Mandou chamá-la e comunicou-lhe:
 - Tenho boas e más noticias a comunicar-te: 
As boas são  que vamos dar-te alta visto teres
demonstrado possuir capacidade  racional para
ultrapassares uma situação de crise e salvares a vida de um doente.  
O teu acto mostra que estás recuperada!
 - As más notícias são de que o Tó, depois de o teres salvo, enforcou-se na casa de banho com o cinto do roupão.
 Lamentamos imenso,  mas está morto!
 E a Maria respondeu:
Ele não se suicidou, eu é que o  pendurei a 
 secar!

BOA SEMANA!

23 de junho de 2016

A empatar nos entendemos


Três jogos, três empates, 4 golos marcados, 4 golos sofridos, o apuramento como um dos melhores terceiros classificados.
Sem brilho, sem chama, sem classe, apenas cumprindo os mínimos exigíveis.
É este o balanço que se pode fazer da participação da selecção portuguesa na primeira fase deste Europeu.
Esperava-se mais, adivinhava-se mais.
Mas fica a forte sensação que, neste momento, era muito difícil conseguir mais e melhor.
Num Europeu que já conta com algumas surpresas, que tem tido o equilíbrio como nota dominante, a selecção portuguesa ainda não entusiasmou, ainda não fez vibrar.
Do jogo de ontem fica a nota positiva da recuperação de três desvantagens.
E o aparecimento de Ronaldo (aquele calcanhar é sublime!) num momento particularmente difícil, não só em virtude das críticas ao seu desempenho como também ao seu comportamento.
O célebre episódio do microfone que merece um parêntesis - Ronaldo reagiu (mal) a um vómito em forma de reportagem (???) da CMTV, na qual a memória do seu pai era ofendida (qual é o interesse e o objectivo de um escarro destes num momento de grande tensão ainda estou a tentar perceber), e à quebra de todas as normas de cortesia e segurança que estão estabelecidas para o contacto com os atletas.
Fica também  a óbvia nota negativa de se terem consentido essas três desvantagens, esses três golos.
Segue-se a Croácia nos oitavos-de-final no próximo sábado.
Três dias para recuperar, para fazer aparecer a inspiração e a chama que ainda não se viram.
E a esperança tão portuguesa que melhores dias virão.

Até finais de Julho não haverá blogue.
FÉRIAS!!

Intemporais (35)

22 de junho de 2016

Concordar com a prosa de um gato


Não é nada vulgar concordar com a prosa de um gato.
E é ainda menos vulgar a existência de um gato com (boa) prosa.
Mas este gato, muito conhecido da comunidade que fala português em Macau, é um gato com a língua tão ou mais afiada que as unhas.
Estou obviamente a referir-me ao célebre Pu Yi, o gato que alcançou fama e proveito nas páginas do diário Hoje Macau.
Desta vez o felino jornalista resolveu olhar para os parquímetros em Macau.
Sim, esses mesmo, os tais que não dão recibos aos seus utilizadores, nem qualquer outro comprovativo que substitua o recibo, os mesmos que se entretêm apenas a papar moedas com um apetite cada vez mais voraz, numa operação que deixa sérias dúvidas em termos de legalidade.
Agora com uma peculiaridade que arriscaria afirmar única a nível global - a obrigatoriedade de indemnizar a empresa concessionária nos dias em que decorrerem as Festas Populares na zona de São Lázaro e os parquímetros, e os parques de estacionamento, não esquecer estes, os tais que constituem o objecto do serviço prestado, não puderem ser utilizados.
Não sei, não quero saber, se esta bizarria está contratualmente prevista, se existe alguma  razão obscura que fundamente tão estranho pedido.
Fico-me apenas pela incredulidade de assistir a tamanha mesquinhez, de mais uma vez verificar que, quando alguém quer avançar com uma iniciativa dirigida à comunidade, haver sempre umas vozes de burro que em Macau chegam ao céu.
Os parquímetros não funcionam naqueles dias e a empresa concessionária merece uma indemnização?
A que título??
Tão bizarro e idiota que até um gato percebe!

The DNA Journey

Somos todos primos

21 de junho de 2016

Tempo de repensar as grandes competições futebolísticas


A primeira fase do Europeu de futebol está a aproximar-se do final.
Sem grande espectáculo, sem grandes jogos, sem grandes exibições, com (quase) total ausência das grandes estrelas.
Há já alguns anos a FIFA e a UEFA dizem estar a estudar alterações nas grandes competições, a nível de clubes e de selecções, para evitar aquilo que tem sido por demais evidente e que este Europeu só está a confirmar - esgotados, física e mentalmente, os jogadores chegam a estas competições ansiando pela chegada das merecidas e necessárias férias.
Os organismos que superintendem o futebol mundial têm que perceber, de uma vez por todas, que sobrecarregar os jogadores, especialmente os mais talentosos, com calendários que não lhes dão tempo para recuperarem a nível físico e mental, só agravará o cenário a que estamos a assistir neste Europeu.
Onde estão os grandes jogadores, as grandes estrelas, os grandes desequilibradores?
Arrastam-se penosamente nos relvados no final de uma época desgastante.
Cristiano Ronaldo, tão criticado por estes dias, tem muito boa companhia neste completo apagamento das potenciais estrelas deste Europeu.
A excepção é o pêndulo incansável Andres Iniesta.
Não tenho a solução para este problema.
E a FIFA e a UEFA parece que (ainda) também não.
Mas têm que a encontrar depressa partindo do óbvio - os atletas, por mais bem preparados que estejam, não são autómatos.
E chegam a estas competições, especialmente os mais dotados, completamente esgotados.