16 de janeiro de 2018

Segundo sistema em julgamento


Começa hoje o julgamento de Sulu Sou e Scott Chiang estando ambos acusados da prática de crime de desobediência qualificada.
Um julgamento que pode inclusivamente conduzir ao afastamento da Assembleia Legislativa de um dos poucos deputados eleitos directamente pela população.
Logo ali ao lado, nessa mesma Assembleia Legislativa, vota-se uma Resolução de todo desnecessária e absolutamente infeliz.
Na zona dos lagos da Nam Van, mais que Sulu Sou e Scott Chiang, pode dizer-ser que vai hoje a julgamento o segundo sistema em Macau.
Os Tribunais e a Assembleia Legislativa têm hoje a responsabilidade de dizer claramente o que pensam acerca desse segundo sistema e da sua aplicação a Macau, do que querem que seja a Região Administrativa Especial de Macau hoje e no futuro.
Um dia muito importante para Macau, para o princípio “um país, dois sistemas”, um dia que pode muito bem ser o primeiro dia do resto das nossas vidas.
Esperemos que haja bom senso nas sedes do Legislativo e do Judicial para que se possa dar continuidade sem mais sobressaltos a essa experiência política única que resultou da visão genial de Deng Xiaoping.

Narcos 2018 (Ricardo Araújo Pereira)



Foi um dos casos mais graves da minha carreira e afectou a nossa unidade para sempre. Estávamos em Janeiro de 2018, escassos dias após a publicação em Diário da República do despacho nº 11391/2017, que limitava a venda de produtos prejudiciais à saúde em bares e cafetarias de instituições do Ministério da Saúde. Salgados, pastelaria, charcutaria e refrigerantes tinham sido banidos desses espaços, para estimular hábitos de alimentação saudáveis. Eu, Javier Peña, e o meu colega Steve Murphy, fomos enviados pela DEA americana para ajudar Portugal na luta contra os fritos e as gorduras saturadas. A nossa primeira missão, que seria também a última, foi vigiar a cantina do Hospital de Santa Maria. À primeira vista, estava tudo bem: a cantina vendia apenas frutas, legumes e vários produtos desenxabidos. Mas os frequentadores do hospital pareciam manter uma certa felicidade bastante suspeita, e o Ministério mandou investigar. No princípio, não demos por ele. João Diogo Dias vinha visitar uma tia, operada a uma hérnia. De repente, na ala em que a tia estava internada, os outros doentes começaram a ficar mais alegres. Riam alto, conversavam, não tinham qualquer intenção de impingir uns aos outros receitas de batidos verdes. Era óbvio que não estavam a seguir uma alimentação saudável. O Murphy ofereceu-se para se infiltrar à paisana e descobriu tudo. Dias depois, João Dias estava sentado à minha frente na sala de interrogatórios, depois de ter sido apanhado na posse de um tupperware com 10 croquetes, cinco rissóis e três empadas.
– Sr. Dias – disse eu –, sabe qual é a pena para quem trafica salgadinhos?
João Dias não respondeu.
– Isto mata, sr. Dias. Os seus são especialmente perigosos, porque são caseiros.
– Não é tráfico, eu trouxe-os para a minha tia. Os outros doentes pediram-me e eu ofereci.
– Sabemos como isto funciona, sr. Dias. Os primeiros são oferecidos, até os clientes ficarem agarrados ao rissol. O meu colega, que se infiltrou à paisana, e a quem ofereceu dois croquetes, está neste momento a fazer análises. O colesterol dele subiu dois pontos. Dois pontos, sr. Dias. E está perdido. Não creio que possa voltar a trabalhar. Quando o levaram para a clínica, gritava “Deixem-me só provar as chamuças!”, e também “Aquilo deve ir bem é com uma imperial fresquinha!” Ele nem sequer é português, sr. Dias.
– Eu só queria animar a minha tia. Ela gosta de croquetes.
– O problema é que isto não é um produto inofensivo que possa ser usado para fins médicos, como a marijuana.
– Se eu tivesse marijuana no tupperware deixavam-me ir?
– Claro. Estamos inclusivamente a estudar uma proposta de legalização. Isto dos croquetes é que é muito nocivo. Mas nós não estamos interessados em si, sr. Dias. Sabemos que é apenas o correio. Se nos disser quem produz estes croquetes, não o acusaremos. O nosso laboratório diz que os seus croquetes são dos mais puros que eles já viram: carne a sério, refogado puxadinho, pedaços de chouriço. Quem os fez sabia o que estava a fazer.
– Mas desde quando é que os croquetes são proibidos?
– Desde Dezembro. Tem de estar mais atento aos despachos do Ministério da Saúde. Vamos, sr. Dias. Só precisamos de um nome.
Fez-se um silêncio. Finalmente, o homem quebrou:
– Clotilde Dias.
– Quem é?
– A minha avozinha.
– Devíamos ter adivinhado. São sempre elas. Essa geração está perdida.

(Crónica publicada na VISÃO 1296 de 4 de Janeiro)

15 de janeiro de 2018

NUNCA UMA ANEDOTA FOI TÃO REAL


O JOÃOZINHO MORREU
Sim, aquele puto das anedotas que tinha sempre uma resposta malandra pronta para dar às professoras e as deixava loucas.
A Morte veio buscar o Joãozinho porque tinha chegado a hora de ele pagar pelas travessuras que fez em Vida.

MORTE:
- Meu jovem, chegou a tua hora, tenho que te levar deste mundo.

JOÃOZINHO:
- Mas eu posso fazer o meu último pedido, não posso? Não é assim que funciona?

MORTE:
- Por teres praticado várias travessuras, e com isso teres facilitado o meu serviço, vou-te deixar fazer o último pedido, mas não podes pedir para não morrer.

O Joãozinho pensou..., pensou..., e escolheu o seu último desejo.
- Quero assistir ao pagamento total da dívida que Portugal tem para com o Banco Central Europeu!

MORTE:
- Que grande passarão!...Ganhaste a Vida Eterna!

BOA SEMANA!

12 de janeiro de 2018

11 de janeiro de 2018

Pena de morte para terroristas?


Os governantes israelitas, fortalecidos pelo recente apoio dado por Donald Trump, preparam-se para alterar o Código Penal e alargar o âmbito de aplicação da pena de morte para passar a abranger os condenados por terrorismo.
Um parlamento muito dividido (52 votos a favor da alteração e 49 contra) deixou passar a proposta em primeira votação.
Uma proposta com origem no Ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, apoiada pelo Primeiro-Ministro, Benjamin Netanyahu.
Foi só uma primeira votação, outras se seguirão, mas a possibilidade desta emenda, que segue ao arrepio do que é norma nas democracias civicamente mais bem preparadas, ser aprovada é cada vez mais real.
Respaldada no apoio americano, a Direita israelita, os mais ortodoxos de todos os ortodoxos, prepara-se para aprovar um retrocesso civilizacional na forma de uma medida que está mais que provado tem poucos ou nenhuns efeitos práticos.
Se a pena de morte tem vindo a ser progressivamente abolida porque já se percebeu que é desumana, aberrante, porque se presta a erros incorrigíveis, porque como instrumento de política criminal se revela pouco ou nada eficaz, aplicar a mesma a terroristas, a quem afirma ter orgulho e vocação para ser mártir, chega ao nível do patético.
Afinal, e de um ponto de vista estritamente prático, que já não legal ou moral,  qual é o efeito dissuasor de ameaçar de morte quem se entrega voluntariamente e gloriosamente à morte?

Intemporais (101)

10 de janeiro de 2018

Tótó nosôtro tudo hoji abrí nosso coraçám e braço pa recebê vôs


Tótó nosôtro tudo hoji abrí nosso coraçám e braço pa recebê vôs.
Esta expressão do típico dialecto macaense (patuá) resume na perfeição a Macau que eu amo, a Macau inclusiva, aberta a todos, que acolhe quem aqui chega e é rapidamente transformado em filho da terra.
Uma Macau que está cada vez mais sob ataque cerrado de pessoas que em grande parte nem sequer aqui nasceram, de pessoas que aqui aportaram, que aqui refizeram as suas vidas e que agora se julgam detentores de um estatuto especialíssimo e de direitos ilimitados só porque possuem um Bilhete de Identidade de Residente.
Direitos tão ilimitados que vão ao ponto de considerar os que não possuem esse documento verdadeiramente como gwai lo.
Não gwai lo no sentido vulgar do termo, no sentido de estrangeiros, mas num sentido muito próximo da tradução literal (gwai lo = diabos negros).
Está dado o passo que separa um tratamento algo carinhoso da pura xenofobia, do medo ou aversão a estrangeiros.
Está dado o passo que Macau nunca poderia dar.
Macau, cidade de vício e tentação, nunca devia ceder à tentação de caminhar no sentido oposto ao que sempre a definiu e a diferenciou.
Não tem sido assim, há que assumi-lo com frontalidade.
E não será assim se se insistir na ideia descabida e ofensiva de aprovar tarifas de autocarros diferentes para residentes e não-residentes.
Porquê? Porque umas vozes de burro, que acreditem não chegam mesmo ao céu (Pequim), resolveram que assim tem que ser? Porque noutras cidades se faz o mesmo?
Mas as outras cidades não são Macau, não dependem dos não-residentes como Macau depende, não são tão inclusivas como Macau sempre foi e deveria continuar a ser.
O que é que aconteceu à letra e ao espírito da expressão tótó nosôtro tudo hoji abri nosso coraçám e braço pa recebê vôs?

Dantes era médico






9 de janeiro de 2018

Macau sã assi?


Entro no meu vigésimo terceiro ano de permanência em Macau tão surpreendido como no primeiro dia em que aqui cheguei com algumas particularidades (não se fala em especificidades que pode ferir susceptibilidades aprendi logo em 1995) da Cidade do Santo Nome de Deus que tão calorosamente me acolheu e que mudou a minha vida para sempre.
Ouvir um responsável governamental admitir publicamente que as autoridades administrativas e policiais não conseguem ter mão num bando de crápulas que por acaso têm a carteira profissional de taxista é no mínimo surreal.
Quem vive em Macau, e quem a visita, sabe que há um grande número de taxistas (não são todos mas são muitos) que vive literalmente à margem da lei.
Um cenário que tem tanto de revoltante quanto de real.
Partir daí para uma confissão pública de impotência para fazer face ao problema é, do ponto de vista do cidadão ou do visitante, simplesmente frustrante e assustador.
Já não é só falta de vontade política para fazer implementar a lei, eventualmente até revê-la no sentido do agravamento de penas para os prevaricadores como acontece em tantos outros domínios da vida pública.
É falta de capacidade para sequer fiscalizar o cumprimento da lei em vigor.
Uma lei que, em boa verdade, afinal não é mais que letra morta.
Macau sã assi?
Talvez…mas a estas particularidades não me consigo habituar, nem quero, por mais tempo que aqui permaneça.

Receita de ano novo (Carlos Drummond de Andrade)


Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

8 de janeiro de 2018

Alentejano! É esta raça que ainda vai salvar o País

SERÁ A RAÇA DO ALENTEJANO QUE VAI SALVAR O PAÍS?



Como é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho...
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão:
-Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
-dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
-dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
-dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
-dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
-dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
-dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.
Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
E já imaginaram o que seria o mundo ou Portugal,governado por um alentejano? 
Era um descanso!

BOA SEMANA

5 de janeiro de 2018

Conto erótico turco … adaptado à nossa conjuntura


Todos os dias, durante anos, quando Salim chegava em casa, sua empregada doméstica Jacira servia o jantar e ia tomar banho.

Até que um dia, Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água correndo... correndo, pensando na Jacira tomando banho. Estava sozinho em casa, mulher e filhos viajando.

Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho....

Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro. Bateu na porta:

- Jacira, você está tomando banho?

- Estou sim, seu Salim.

- Jacira, abre a porta pra Salim.

- Mas seu Salim, estou nua!

- Jacira, abre a porta pra Salim.
- Jacira, abre a porta pra Salim.
- Jacira, abre a porta pra Salim.
- Jacira, abre a porta pra Salim.

Jacira não resiste e acaba abrindo a porta.

Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:

- Jacira, quer fornicar Salim?

- Mas seu Salim..., eu não sei se...

- Jacira, quer fornicar Salim?

- Sim, quero sim seu Salim, pode vir que sou toda sua...

Então Salim põe a mão na torneira e diz:

- Não vai fornicar Salim não!!!

Chega de gastar água!!!

Em que estavam a pensar?

É preciso parar de pensar noutras coisas e economizar água!

AS NOSSAS MENTES SÃO PURAS E CRISTALINAS COMO ÁGUA.

BOM FIM-DE-SEMANA!

4 de janeiro de 2018

Uma quarta-feira que não resolveu nada


Na antevisão dos jogos desta quarta-feira, os primeiros do ano de 2018, Sérgio Conceição tinha dito que não acreditava que fossem resolver fosse o que fosse.
Uma previsão que seria fácil fazer dado ainda faltarem tantos jogos para se chegar ao final do campeonato.
E que se confirmou depois de conhecidos os resultados dos jogos que envolviam os crónicos candidatos ao título.
O Porto continua líder, agora novamente isolado, mas com o Sporting a morder-lhe os calcanhares e o Benfica ali bem perto.
Qualquer destas equipas pode ser campeã, qualquer delas pode chegar ao final da prova no primeiro lugar.
Se no dérbi de Lisboa houve emoção até ao fim, mais a Norte o Porto teve que suar para ganhar a um Feirense muito duro de bater.
Dureza nos dois sentidos - porque a equipa é aguerrida, está bem arrumada, o campo é complicado (curto e com uma relva muito irregular) e também porque a dureza que os jogadores do Feirense aplicam na abordagem aos lances faz com que fiquem muito perto do excesso.
Na mesma semana em que Guardiola dizia publicamente que as equipas de arbitragem têm que prestar grande atenção à preservação da integridade física dos intervenientes no jogo, o que se viu no jogo entre Feirense e Porto só veio dar razão ao apelo do treinador espanhol.
Se virilidade é algo que é normal num jogo de futebol, dureza, sobretudo dureza excessiva, tem que ser definitivamente afastada dos campos.
Uma jornada a meio da semana, para começar o novo ano, que deixou tudo mais ou menos na mesma.
Ninguém se adiantou excessivamente, ninguém ficou irremediavelmente pelo caminho (o Benfica correu esse risco quase até ao final do jogo na Luz).
Está bem quente a luta pelo título no campeonato português.
Infelizmente dentro e fora do campo, quando devia ser só dentro das quatro linhas.

Intemporais (100)

3 de janeiro de 2018

Aumento do salário mínimo na Venezuela


Uma notícia dada sem os devidos enquadramento e desenvolvimento pode ser muito enganadora.
Dizer que o tresloucado Nicolás Maduro anunciou, com pompa e circunstância, um aumento de 40% do salário mínimo na Venezuela, parece uma notícia extraordinária para o martirizado povo venezuelano.
Afinal o ter ficado privado do famoso pernil de porco natalício não seria tão drástico perante tão extraordinário aumento salarial.
Depois de se perceber que estamos perante um país com uma das mais altas taxas de inflação do Mundo, cuja moeda não tem qualquer valor no mercado internacional, e que os 795.510 bolívares mensais que passarão a ser o salário mínimo nacional equivalem a cerca de 65 euros, afinal a notícia só tem valor pelo continuado ridículo de uma figura patética que condena o povo que governa a viver privado de tudo o que é mais básico (comida, medicamentos, cuidados de saúde, segurança…).
E que justifica o permanente desastre que é a sua governação com o apontar o dedo a terceiros, especialmente na direcção de Washington.
A Venezuela, detentora de uma das maiores reservas de petróleo do Planeta, vê o seu povo ser atingido pelos maiores sacrifícios, viver na miséria, sem qualquer segurança e sem perspectivas de qualquer melhoria enquanto for governada pelo camionista rapidamente convertido em sucessor dinástico de Hugo Chavez.
O mesmo déspota que insiste em culpar os “imperialistas”, conceito tão amplo que engloba os Estados Unidos, Colômbia, Portugal, quem estiver mais a jeito, pela sua absoluta e continuadamente confirmada estupidez.