15 de setembro de 2017

Contribuição dos amigos do blogue

João Paulo de Oliveira


Dois símbolos wur identificam o género em casas de banho.

Familiar muito especial 

Ponderação de tema

Caricatura perfeita


Ricardo Santos 

Invento português que aguarda patente 


Contas atrasadas

-Oi gata! Qual é o seu nome?
-Luzinete
-Puta que pariu! 
-O quê? Não gostou do meu nome?
-Não é isso! É que me lembra 2 contas atrasadas!

BOM FIM-DE-SEMANA!
[Na próxima semana não há blogue que eu vou ali (Portugal) e já venho]

14 de setembro de 2017

Quando a manta é curta...


Quando a manta é curta há sempre alguma parte do corpo que fica exposta.
A mesma coisa acontece quando o plantel de uma equipa é curto.
Quando o plantel é curto, e as competições são muitas, alguma(s) fica(m) para trás.
E o plantel do Porto é curto.
Especialmente se a equipa verdadeiramente quiser disputar todas as competições em que está envolvida (Liga, Liga dos Campeões, Taça de Portugal, Taça da Liga).
Sem aquisições (o guarda-redes Vaná foi a excepção) para conseguir cumprir as regras do fair play financeiro da UEFA,  um domínio em que também há alguns mais iguais que os outros, Sérgio Conceição teve que estruturar o plantel com os jogadores que tinham contrato com o clube.
Os que já estavam no clube e os que foram resgatados aos clubes a que estavam emprestados.
Pode ser que chegue para as provas internas, e isso só mais lá para a frente na época se verá, é curto para as provas europeias, especialmente para a Liga dos Campeões.
Foi precisamente isso que se viu na estreia desta competição.
Um Besiktas recheado de jogadores experientes, matreiros, com alguma qualidade, bateu clara e justamente o Porto.
Começar uma prova tão curta como é a fase de grupos da Liga dos Campeões a perder, para mais em casa, é muito mau.
O empate no outro jogo do grupo deixou tudo muito equilibrado.
Mas o que se viu no Dragão foi muito pouco para fazer face às exigências de uma prova como a Liga dos Campeões.
Pela primeira vez esta época o Porto foi derrotado em jogos oficiais.
Vamos ver como reage a equipa a este desaire.
E vamos ver se a direcção e a equipa técnica não se vão ver obrigadas a fazer opções.
Opções que passam obrigatoriamente por centrar atenções e energias numa(s) prova(s) em detrimento de outra(s).
Quando a manta é curta...

Intemporais (85)

13 de setembro de 2017

Unanimidade na censura, dissensão nas sanções


O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou por unanimidade o último ensaio armamentista da Coreia do Norte.
E não se ficou por essa condenação endurecendo as medidas sancionatórias aplicadas ao regime norte-coreano.
Na nona resolução adoptada por unanimidade pelos 15 membros do Conselho de Segurança, a solução encontrada passou novamente por demoradas e complicadas negociações entre três dos principais intervenientes no processo – Estados Unidos, China e Rússia.
Washington, para ter o apoio de Pequim e Moscovo, teve que ceder nas suas intenções iniciais e suavizar um conjunto de sanções que russos e chineses acharam demasiado violento.
Só quem não está habituado à postura negocial de Pequim (Moscovo nem tanto…) é que se surpreende.
A resolução adoptada deixa Pyongyang em grandes dificuldades para fazer face às sanções que terá que enfrentar – proibição de exportação de produtos têxteis, forte restrição à importação de produtos petrolíferos e derivados – mas não funciona como um garrote, muito menos fere de morte a liderança e os bens pessoais do ditador norte-coreano (uma mão cheia de mel, uma mão cheia de ...trampa).
Pequim e Moscovo, alinhando com o grito de “basta!” da comunidade internacional, não deixam de dar algum espaço ao regime norte-coreano para sobreviver.
Até Washington já percebeu isso.
As declarações de Nikki Hailey não deixam grande espaço para dúvidas a esse respeito.
A posição musculada de Trump foi substituída por um não queremos a guerra e deixaremos a Coreia do Norte em paz se o regime norte-coreano parar com o seu programa nuclear.
Pequim e Moscovo, aliados de Pyongyang, capazes de levar Washington a ceder, serão capazes de, à nona resolução adoptada por unanimidade por um Conselho de Segurança tão dividido, levar Pyongyang a ceder também?
Confesso que não acredito nessa possibilidade.
Kim Jong-un vai cantar vitória, fazer mais umas quantas ameaças, até novo teste balístico e nova resolução de um Conselho de Segurança das Nações Unidas que Pequim e Moscovo não deixam responder à bruta a quem só conhece essa linguagem.
Até quando é a pergunta do milhão de dólares.

Receita chinesa para viver mais e melhor

   

Um ocidental em visita à China ficou surpreendido ao ver a quantidade de idosos saudáveis. 
Curioso a respeito da milenar medicina chinesa, indagou a um experiente médico qual o segredo para se viver mais e melhor.
Ouviu do mesmo a sábia resposta:
- "Comer a metade. Andar o dobro. E rir o triplo."


12 de setembro de 2017

E quando se pensava que Hong Kong tinha batido no fundo...


Quando se pensava que Hong Kong tinha batido no fundo somos confrontados com um gesto tão vil, tão torpe, que nos deixa boquiabertos.
Felicitar uma mãe porque o seu filho adolescente faleceu na sequência da queda de um prédio (a hipótese suicídio, avançada algo precipitadamente, está ainda a ser investigada) é humanamente inqualificável.
Dois jovens, filmados pelas câmaras do circuito interno da Universidade, deixaram essa mensagem nas paredes da chamada Democracy Wall da Education University of Hong Kong. 
Dois jovens que, como muitos outros, confundem liberdade de expressão com ofensa gratuita, desumana, reles. 
Irritados com a implementação do programa de educação patriótica em Hong Kong, incapazes de perceber que, por muito que berrem, Hong Kong faz e fará parte da China, que o segundo sistema permite um grande conjunto de direitos, liberdades e garantias, mas que exige também responsabilidade da parte de quem usufrui desses direitos, uma série de mentecaptos elege como alvo da sua fúria as entidades oficiais de Hong Kong. 
As quais, na perspectiva destes imbecis, se deviam opor às directivas que emanam do País e que têm que ser implementadas no segundo sistema. 
Confesso que não consigo antever o futuro em Hong Kong de tão tenso que está o ambiente naquela Região Administrativa Especial. 
Se o bom senso, há muito afastado do relacionamento entre Pequim e Hong Kong, não for rapidamente reposto, o que a actual Chefe do Executivo de Hong Kong elegia como prioridade do seu mandato (apaziguamento da tensão social em Hong Kong) corre o sério risco de se ver frustrado ainda antes de ser sequer tentado.

Livro das férias (Anselmo Borges) DN 08.09.2017


1. Não é meu hábito recomendar listas de livros para férias, pois não tenho apetência para condicionar gostos, sobretudo nessa época. Mas tenho a convicção sem hesitações de que é essencial ler livros. Como me dizia em pequenino a minha mãe, "quem quer saber, andar e ler" livros. Porque é que considero tão importante ler livros? Porque um bom livro tem uma estrutura fundamental: uma introdução que anuncia as questões a tratar, o tratamento dessas questões, argumentando, e uma conclusão. E é preciso dialogar com ele, ir, voltar, ler outra vez, concordar, discordar, sempre com razões... E, como dizia Platão no que aos seus diálogos se refere, inicia-se com reticências, porque nunca se começa no zero, no nada, já que há sempre pressupostos, e termina-se com reticências, já que nada está definitivamente acabado, será preciso retomar o diálogo: "Ha- vemos de continuar..."
Hoje não se lê? Lê e muito. Mas não livros. O que se lê e escreve tem a ver sobretudo com comentários, comentários de comentários, tudo muito fragmentado e no quadro do "achismo" (quase toda a gente acha que... sobre tudo, mesmo desconhecendo completamente a matéria; quase todos se pronunciam sobre tudo, mesmo sem a mínima ideia da complexidade das questões). Com as novas tecnologias, a ignorância pode triunfar, pois, como advertiu Umberto Eco, as redes sociais dão voz a uma "legião de imbecis".
2. Um dos meus livros para uns breves dias de férias foi, de Celso Alcaína, Roma Veduta. Monseñor Se Desnuda. Está-se a ver, subentendido, o velho dito: "Roma veduta, fede perduta" (quem vai e vê Roma perde a fé).
Após a ordenação sacerdotal e grande currículo académico, com doutoramentos em Teologia e Estudos Bíblicos, Alcaína passou oito anos (1967-1975) a trabalhar na Congregação para a Doutrina da Fé. O papa era então Paulo VI. O livro, com os seus contactos, o que viu e ouviu, são as suas impressões críticas desses anos. Ficam aí apenas algumas pinceladas da minha leitura.
2. 1. Não posso deixar de sublinhar o que se refere aos processos de teólogos como Bernhard Häring, Marc Oraison, Charles Curran, Xavier Léon Dufour, E. Schillebeeckx, Hans Küng, Leonardo Boff, Casiano Floristán... Por exemplo, Häring, que enfrentou a velha moral, sempre aberto a conceder os sacramentos aos divorciados recasados e que nunca aceitou o princípio da condenação dos métodos anticonceptivos, defendendo a "paternidade responsável", disse depois ele próprio a Alcaína que "preferia encontrar-se frente a um tribunal de Hitler a encontrar-se outra vez no Palácio do Santo Ofício". Já convalescente de uma doença grave, foi visitado por um funcionário do Vaticano: "Convidou-me a apresentar-me de novo perante o Santo Ofício para um encontro amistoso. O que se me pedia era uma declaração servil de que no futuro me absteria de qualquer tipo de crítica aos documentos da Congregação, o que recusei terminantemente. Extenuado e indignado, respondi que, graças a Deus, nunca tinha caído na tentação de confundir a Igreja com a Congregação para a Fé; caso contrário, não teria podido permanecer nem um instante nela; e convidei-os a que pensassem seriamente nas sombras que a Inquisição tinha acumulado naquele palácio, ao que o arcebispo J. Hamer respondeu que ele não sentia nenhuma vergonha desse passado."
O autor manifesta a sua perplexidade ao descrever a incompetência teológica de quem condenava esses gigantes do pensamento teológico. Causou-lhe, evidentemente, forte impacto saber que o cardeal Ottaviani tinha encarado "a possibilidade e a oportunidade de declarar herético o papa Roncali (João XXIII) durante o seu pontificado".
2.  Sobre a Irmã Lúcia, a viver numa comunidade religiosa: "Julgava-se uma eleita e as suas relações com a Madre Superiora eram conflituosas. O que a Virgem lhe "dizia" era inconsistente e trivial." Sobre o "Terceiro Segredo de Fátima": "Eu não tive nas mãos nem pude ler o documento. Mas, tanto quanto me referiu o então arquivista Mons. Certö, o texto dado a conhecer em 2000 por João Paulo II, e comentado pelo cardeal Ratzinger, foi expurgado. O mais importante e polémico desse Terceiro Segredo era a guerra interna da hierarquia católica: "cardeais contra cardeais, bispos contra bispos". Isso, segundo Certö, era o que demorava a publicação do texto, mais do que outros presságios de guerras e o assassínio do "bispo vestido de branco"."
3. Sobre o celibato dos padres, é impressionante a história do esforço do papa Paulo VI para acabar com a sua obrigatoriedade e torná-lo opcional. Porque Paulo VI, ao contrário de João Paulo II, não tinha pejo em abolir o celibato obrigatório. "Mais: desejava a abolição. Como outros pensadores católicos de vanguarda, considerava a instituição do celibato obrigatório um estorvo para a evangelização e para a autenticidade do clero. Também um travão aos direitos humanos." Em Setembro de 1971, poucos dias antes do início do Sínodo dos Bispos, convocado para tratar do "sacerdócio ministerial", o papa, a partir da célebre janela do Palácio Apostólico, na sua alocução dominical, referiu-se ao tema do celibato: "O Sínodo que está para começar debaterá o celibato do clero. Pela minha parte, estou disposto a que homens cristãos casados possam aceder ao sacerdócio, desde que o Sínodo assim o queira." Os bispos não concordaram.
Paulo VI, que tanto se empenhou em propor o seu estudo e debate, tinha poder para abolir a lei do celibato obrigatório. "Tentou. Esforçou-se. Consultou. Fez trabalhar a Cúria. Mas cedeu. A sua mente era lúcida. Os seus propósitos, louváveis. Mas a sua vontade era débil. Na hora de executar, duvidava. Uma dúvida de sábio. Excedia-se em consultas. E desconfiava da sua própria sabedoria. João XXIII tinha-o caracterizado como "hamlético"."

11 de setembro de 2017

PONTINHOS





O que é um ponto rosa no céu?
É uma gayvota.

O que é um ponto verde no canto de uma sala de aula?
É uma ervilha de castigo.

O que são dois pontos pretos vistos no microscópio?
É uma blacktéria e um protozoário.

O que é um ponto vermelho numa floresta a saltar de árvore em árvore?
É um morangotango.

O que é um ponto vermelho numa parede?
É um mosquito sem travões.

O que são pontinhos vermelho no rio ?
São jacaRed.

O que é um pontinho verde do Pólo Sul ?
É um pinGreen.

O que é um pontinho marron voando ?
Uma brownBoleta.

O que é um pontinho amarelo na selva ?
Um yellowFante.

O que é um pontinho azul e verde pulando no jardim ?
É um grilo de calça jeans.

O que são 4 pontinhos no jardim ?
FourMigas.

O que são três pontinhos verdes no canto da sala ?
É uma ervilha de castigo e mais duas dizendo “Bem feito !”

O que é um pontinho verde em cima de um pontinho amarelo no canto da sala ?
É uma ervilha de castigo ajoelhada no milho.

O que é um pontinho verde a saltar em cima do sofá ?
É uma ervilha que saiu do castigo.

O que é um pontinho vermelho subindo a arca ?
Um morango alpinista.

O que é um pontinho amarelo que ganhou a loteria ?
Um milhonário.

O que é um pontinho verde no trânsito ?
Uma limãosine.

BOA SEMANA!

8 de setembro de 2017

Mais adivinhas



Qual é o lugar mais rápido da casa?
R: O corredor.

Qual é a semelhança entre um padre e um martelo?
R: Ambos pregam.

Por que o peixe come muito?
R: Porque anda sempre com água na boca.

Como se chama o cereal preferido do vampiro?
R: Aveia

Qual o melhor chá para calvície?
R: Chá-peu.

O que a vaca foi fazer no espaço?
R: Foi procurar o vácuo!

O que é que a esposa do Albert Einstein disse quando ele tirou a roupa na sua lua de mel?
R: Meu deus, que físico!

Qual é o peixe mais salgado que existe?
R:O sal-mon.

Qual estação do ano que dá esperança para os cegos?
R: Verão

Qual o nome do peixe que caiu do décimo andar?
R: AaaaaaaaahTum.

O que é que a alga disse para o namorado?
R: Vamos fazer algo?

Qual a diferença entre a vaca e o palhaço?
R: A vaca gosta de palha crua e o palhaço de palhaçada.

Sabes o que é pior que um raio cair na cabeça?
R: Um diâmetro cair na cabeça, porque um diâmetro é duas vezes um raio.

Como chama uma mulher que visitou uma plantação de uva?
R: Viúva

Como se faz para transformar um giz numa cobra?
R: É só colocar num copo de água que depois o gizbóia.

BOM FIM-DE-SEMANA!

7 de setembro de 2017

Pequim mostra as garras


Quem vive na zona do Delta do Rio das Pérolas ouve frequentemente a palavra “harmonia”.
Não no sentido de uma bela partitura musical, antes no sentido confucionista de convergência, equilíbrio, paz social.
Um slogan que ocupa muito do léxico político chinês e que é repetido à exaustão localmente.
Um slogan que pode fazer parte do léxico político mas que está cada vez mais arredado da prática política em Hong Kong.
Pequim, claramente farta e irritada com as constantes diatribes dos honkongers, demonstra que a paciência se esgotou e que agora é tempo de mostrar as garras do País ao segundo sistema.
Demonstrações claras desse sentimento passam pelo reforço da chamada educação patriótica, por episódios públicos recentes muito mal explicados, por queixas de restrições à liberdade de imprensa, uma lista que se vai adensando.
O último episódio, a última exibição pública das garras de Pequim, a substituição do canal radiofónico BBC World Service, a emitir em Hong Kong desde 1978, pela emissora estatal chinesa.
Num ápice, as antenas da RTHK (Radio Television Hong Kong), em processo de reestruturação, calaram parcialmente o inglês da BBC e passaram a emitir no mandarim da emissora estatal chinesa.
O primeiro sistema, o País, mostra aos residentes de Hong Kong que tem que estar sempre primeiro que o segundo sistema na fórmula “um país, dois sistemas”.
Já se sabia que era assim.
Na própria formulação do principio (nada é deixado ao acaso…), nas negociações que deram origem às duas regiões administrativas especiais, nos tratados, nas próprias leis constitucionais de Hong Kong e Macau.
O que não se pensava é que essa intervenção do primeiro no segundo sistema se fizesse sentir tão rapidamente (os cinquenta anos, sempre os cinquenta anos de período de transição) e de forma tão bruta e rude.
Pequim, que frequentemente aparece associada a paciência infinita (bem ou mal é outra questão), já perdeu essa hipotética virtude com Hong Kong.
E demonstra-o nas palavras e nos actos.
Com dureza e aspereza crescentes.
Tudo sob o olhar atento de outros possíveis intervenientes numa experiência política única a nível mundial e de uma comunidade internacional até à data pouco mais que apática.

Nos 150 anos de Camilo Pessanha

6 de setembro de 2017

Cordeiro de Deus


Há algo de religioso na obsessão de castigar Fong Soi Kun, o até muito recentemente Director dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos de Macau.
Fong Soi Kun é, cada vez mais, o cordeiro de Deus.
Seja esse Deus o Deus católico, muçulmano, hindu. 
O cordeiro que é sacrificado para apaziguar a fúria. 
Neste caso não a fúria divina, antes a fúria popular. 
Agora é uma queixa-crime sendo o visado acusado de homicídio na forma negligente. 
Depois da investigação que o Comissariado Contra a Corrupção está a levar a cabo, depois da possibilidade de responsabilização disciplinar deixada no ar pelo Chefe do Executivo, agora a hipótese de responsabilização criminal. 
O que aconteceu em Macau com o tufão Hato não podia ter acontecido. 
Os Serviços Meteorológicos fizeram um mau trabalho. 
Mas não foi a primeira vez que fizeram um mau trabalho nem foram os únicos a fazer um mau trabalho. 
Fong Soi Kun, na sua qualidade de Director daqueles Serviços, assumiu a sua quota parte de responsabilidade. 
Mas não é o único responsável pela tragédia que afectou Macau. 
Longe disso. 
Fong Soi Kun não é responsável pelas quebras no abastecimento de água e electricidade, pelas brutais inundações, pelos milhares de janelas e portas partidas, pelo caos nos parques de estacionamento, pelo cenário de devastação que se viu na cidade. 
Receio bem que, encontrando-se em Fong Soi Kun o tal cordeiro de Deus, se esqueça tudo o resto e não se procurem mais causas e responsáveis de tão brutal tragédia. 
Porque, se assim for, em maior ou menor dimensão, a tragédia irá repetir-se. 
E, se e quando assim for, procuraremos um novo Fong Soi Kun, um novo cordeiro de Deus?

Cristiano Ronaldo craque dentro e fora do campo

5 de setembro de 2017

14 anos de paixão


A minha querida filha Mariana faz hoje 14 anos.
São 14 anos de paixão.
Paixão com uma menina linda, alegre, cheia de energia, de coração enorme e limpo.
Ela queixa-se, e com razão, que ainda a trato como se fosse a minha bebé.
Nesta data prometo-lhe que vou tentar deixar de a tratar como a minha bebé e vou tentar passar a tratá-la como a teenager que já há muito tempo é.
Uma promessa que sei vou ter grande dificuldade em cumprir porque isso significa que ela está a dar passos largos no sentido da independência em relação aos pais.
Eu sei que é saudável, é normal, que é a lei da vida.
Mas sei-o quando deixo a razão falar e a escuto.
E é muito difícil escutar a razão quando o coração fala tão alto.
Acho que ela sabe que, no centro da minha vida, mais importante que a minha própria vida, estão ela e a irmã.
E que por isso mesmo às vezes me excedo e esqueço que ela e a irmã cresceram.
Vou tentar de todos os modos cumprir a promessa de a tratar de acordo com a idade que ela tem.
Mas peço-lhe que ela me perdoe se alguma vez me esquecer e lhe pedir um beijinhozinho.
O número 14 não é normalmente um número de bom augúrio na numerologia chinesa.
Que seja um número mágico, de grande felicidade e de grandes realizações para ela é o que mais desejo.
Por uma última vez, publicamente, vou ter que lhe dizer beijinhozinho sua pirata linda.

4 de setembro de 2017

CHARADAS


Por que a polícia não gosta de sabão❓
Porque ela gosta de DETER GENTE. 


Sabem qual é a comida que segundo os especialistas diminui em 90% o desejo sexual?
Bolo de casamento!


Todas as frutas foram tirar férias na montanha. 
Menos o mamão. 
Sabe porquê?
– Porque o mamão foi Papaia! 


Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados.
Um morreu, o outro não, por quê?
Por que um deles era Longa Vida


Qual é o país que cabe na geladeira❓
– Peru!


Qual é o animal que não vale mais nada?
– O Javali!


Por que a Coca-Cola e a Fanta se dão muito bem❓
Porque se a Fanta quebra, a Coca-Cola.


Porque a plantinha não pode ir ao médico de madrugada?
– Porque lá só tem médico de plantão!


Qual a semelhança entre uma árvore de Natal e um padre? 
As bolas são só de enfeite!


Qual é a pior desgraça do jardineiro❓
Ter um filho que é uma flor e uma filha trepadeira.

BOA SEMANA!