20 de julho de 2018

Ironias


1 - O advogado espera que tenhas problemas com a Lei.

2 - O médico espera que fiques doente.

3 - O polícia espera que te tornes num criminoso.

4 - O professor espera que não saibas nada.

5 - A prostituta espera que tenhas sempre problemas conjugais no teu Lar.

6 - O dentista espera que tenhas dentes estragados.

7 - O mecânico espera que o teu carro se avarie.

8 - O coveiro espera, pacientemente, que tu morras.

9 - Apenas o gatuno espera que tenhas prosperidade e riqueza na vida. 
Este é o único que quer o teu bem. 
Gatuno, pelos vistos é amigo !!!

BOM FIM-DE-SEMANA

19 de julho de 2018

E que tal processar a União Europeia?


Donald Trump, o patético presidente norte-americano, terá aconselhado Theresa May a processar a União Europeia em vez de negociar o Brexit.
Não surpreende ninguém, nem mesmo os mais desatentos.
Donald Trump tem um historial de processos judiciais que fazem recordar a célebre personagem Tony Silva criada por Herman José.
Com algumas diferenças substanciais - Tony Silva ameaçava mas não concretizava as ameaças, Donald Trump ameaça processar e processa; Tony Silva era um “boneco”com piada e inofensivo, Donald Trump é um cretino muito poderoso e perigoso.
Efectivamente só alguém que não tem a mínima noção do que é o relacionamento político e económico a nível internacional poderá fazer semelhante sugestão.
Donald Trump está habituado desde pequenino a ter o que quer e a fazer birra quando por acaso não tem.
As birras do adulto Donald Trump resultaram em inúmeros processos judiciais.
Processos tão patéticos quanto o tão famoso quanto ridículo no qual Donald Trump apresentou uma certidão de nascimento que provava que não era descendente directo de orangotango e exigia uma indemnização de cinco milhões de dólares a um célebre comediante norte-americano.
Este é o homem que os americanos elegeram presidente para mal de todos nós.
Um ser humano desprezível, uma vedeta de reality shows que julga que pode ter a mesma atitude enquanto líder do mais poderoso país do Mundo.
E que está a conseguir em pouco tempo isolar politicamente os Estados Unidos mesmo sem construir os tão célebres muros.

Intemporais (124)

18 de julho de 2018

As novas tecnologias e a Mona Lisa


Tenho que começar por confessar o facto de não ser um grande especialista no domínio das novas tecnologias e de não utilizar o telemóvel para além do estritamente necessário.
É assim que, cada vez com mais espanto, misturado com irritação, vou assistindo ao vício (doença??) em que se transformou a utilização do telemóvel no dia-a-dia.
Todos os dias, a todas as horas, em todos os locais, encontramos gente alheia ao que se passa em seu redor para se fechar num mundo virtual comandado por um aparelho que foi pensado para facilitar a comunicação entre as pessoas mas que acabou por as isolar cada vez mais.
Comentei este facto com familiares e amigos uma vez mais na sequência de mais uma visita muito recente ao famoso Museu do Louvre.
Uma visita que me permitiu verificar in loco a veracidade e acuidade da afirmação de Bill Maher quando exprimiu a sua irritação com o facto de testemunhar o que eu também tive oportunidade de testemunhar.
Em concreto, e como bom exemplo desta doença tecnológica, o facto de literalmente centenas de pessoas se atropelarem para se abeirarem da pintura mais famosa do Planeta (a Mona Lisa) no intuito não de contemplarem a beleza e o mistério que a mesma encerra mas sim de a fotografarem.
De preferência no modo tão modernaço quanto pimba das chamadas selfie.
No rés-do-chão do Museu, e nas ruas à volta do mesmo, há centenas (milhares??) de fotos e reproduções do quadro.
Ainda assim, pessoas que terão muito possivelmente uma única oportunidade na vida de ver aquela pintura, preferem desperdiçar essa oportunidade única para conseguir a tão ansiada selfie.
Que será imediatamente partilhada noutras plataformas tecnológicas.
Se isto não é uma doença, uma psicose, andará muito perto de o ser.
Que é pura idiotice e estupidez disso, tal como Bill Maher, não tenho a mais pequena dúvida.

Ter amigos nos momentos difíceis faz a diferença

17 de julho de 2018

Oferta de presentes à mãe idosa


Três filhos saíram de casa, tiveram sucesso na vida e prosperaram.
Anos depois, encontraram-se e conversaram sobre os presentes que compraram para a mãe, já bem idosa.
O primeiro disse:
- "Eu consegui comprar uma casa enorme para a nossa mãe."
O segundo disse:
- "Eu mandei-lhe um Mercedes novo, com motorista."
O terceiro sorriu e disse:
- "Certamente o meu presente foi melhor. Sabem como a mamã gosta da Bíblia, mas ela está praticamente cega e já não consegue ler. Então mandei-lhe um papagaio raro, que consegue recitar toda a Bíblia.
Foram 12 anos de treino num mosteiro, por 20 monges diferentes. Eu tive de doar 300,000,00 € para o mosteiro, mas valeu a pena. A nossa mãe precisa apenas de dizer o capítulo e o versículo, que o papagaio recita sem um único erro."
Tempos depois, os filhos receberam da mãe uma carta de agradecimento pelos presentes:
Primeiro:
- "Marco, a casa que me compraste é muito grande. Eu moro apenas num quarto, mas tenho de limpar toda a casa..."
Segundo:
- "Mário, eu estou muito velha para sair de casa e viajar. Fico em casa todos os dias e nunca uso o Mercedes que me deste. E o motorista ganha, sem fazer nada!”
Terceiro:
- "Querido Márcio, tu foste o único filho que teve o bom senso de saber que a tua mãe realmente só gosta de coisas simples.
Cozinhei o franguinho, ficou delicioso, muito obrigado."​


BOA SEMANA!

26 de junho de 2018

Serviços mínimos


A Selecção portuguesa de futebol está apurada para os oitavos-de-final do Mundial de 2018.
Esta é a boa notícia, a mais importante, a essencial.
Com um grande golo de Quaresma (a famosa trivela), um penalti falhado por Ronaldo, e um golo iraniano, marcado em período de descontos, e sofrido também na marcação de um penalti, o essencial foi conseguido.
Sem brilho, sem rasgo, sem fulgor, com (mais) um susto mesmo  no final do jogo.
Não entusiasmando, conseguindo enervar, os campeões da Europa estão apurados para a fase que Scolari celebrizou ao designá-la pela expressão mata/mata. 
No Europeu do nosso contentamento os serviços mínimos foram suficientes para chegar à final e vencer a competição.
Será assim também neste Mundial?
Sejamos honestos, é isso mesmo que o seleccionado português tem cumprido, os serviços mínimos.
Voltou a ser assim ontem.
Em mais um jogo feio, duro, mal jogado de parte a parte, passou quem é efectivamente melhor.
Mas que vai deixando a sensação de precisar melhorar muito mais para poder ambicionar ir longe na competição.
Para já segue-se o Uruguai, uma equipa forte, que ontem goleou a anfitriã Rússia (3-0), e que tem uma das duplas de avançados mais talentosa deste Mundial (Luis Suárez e Edinson Cavani).
Já é assim desde o início, será ainda mais a partir de agora - jogo a jogo.
Quando voltar de um merecido gozo de férias já se saberá quem venceu a competição, qual foi o comportamento da equipa portuguesa na prova.
Sempre citando Raul Solnado, façam-me o favor de ser felizes.

25 de junho de 2018

E PEDI POR FAVOR ...


Estávamos em casa, sentados na sala. 
Eu estava a mexer no telemóvel e a minha mulher estava a ver televisão. 
Pedi-lhe, por favor, para me ir buscar uma cerveja ao frigorífico. 
Ela respondeu que não ia porque queria ver aquela parte da novela. 
Nisto o telemóvel dela, que estava na cozinha, tocou. 
Aí ela levantou-se rapidamente e foi ver quem era. 
Era uma mensagem que dizia : 
"Já que estás na cozinha, podes trazer-me uma cerveja, por favor ?"



BOA SEMANA 

22 de junho de 2018

Assalto a banco


Dois ladrões entraram num banco numa pequena cidade. Um deles gritou:
- "Não se mexam! O dinheiro pertence ao banco mas as vidas são vossas". 
Imediatamente as pessoas se deitaram no chão em silêncio e sem pânico.

LIÇÃO N.º 1: 
Este é um exemplo de como uma frase dita correctamente e na altura certa pode fazer toda a gente mudar a sua visão do mundo.

Uma das mulheres estava deitada no chão de uma maneira provocante. 
Um dos assaltantes aproximou-se e disse-lhe:
- "Minha senhora, isto é um roubo e não uma violação. Por favor, procure agir em conformidade. "

LIÇÃO N.º 2: 
Este é um exemplo de como comportar-se de uma maneira profissional e concentrar-se apenas no objectivo.

No decorrer do assalto, o ladrão mais jovem (que tinha um curso superior) disse para o assaltante mais velho (que tinha apenas o ensino secundário):
- "Olha lá, se calhar devíamos contar quanto é que vai render o assalto, não achas?". 
O homem mais velho respondeu:
- "Não sejas estúpido! É muito dinheiro para o estar a contar agora. Vamos esperar pelo Telejornal para descobrir exactamente quanto dinheiro conseguimos roubar".

LIÇÃO N.º 3:
Este é um exemplo de como a experiência de vida é mais importante do que uma educação superior.

Após o assalto, o gerente do banco disse ao caixa:
- "Vamos chamar a polícia e dizer-lhes o montante que foi roubado".
- "Espere", disse o caixa "porque não acrescentamos os 800 mil euros que tirámos há alguns meses e dizemos que também esse valor foi roubado no assalto de hoje?

LIÇÃO N.º 4: 
Este é um exemplo de como se deve tirar proveito de uma oportunidade que surja.

No dia seguinte foi relatado nas notícias que o banco tinha sido roubado em 3 milhões de Euros. 
Os ladrões contaram o dinheiro mas encontraram apenas 1 milhão. 
Um deles começou a resmungar:
- "Nós arriscamos as nossas vidas por 1 milhão, enquanto a administração do banco rouba 2 milhões sem pestanejar e sem correr riscos? Talvez o melhor seja aprender a trabalhar dentro do sistema bancário em vez de ser um simples ladrão !!!".

LIÇÃO N.º 5: 
Este é um exemplo de como o conhecimento pode ser mais útil do que o poder.

Moral da história:

Dá uma arma a alguém e ele pode roubar um banco. 
Dá um banco a alguém e ele pode roubar toda a gente !!!


BOM FIM-DE-SEMANA

21 de junho de 2018

Está visto, não percebo nada de bola


Depois do jogo de ontem entre as equipas de Portugal e Marrocos, e depois de ler as críticas e apreciações, fiquei convencido que não percebo mesmo nada de bola. 
Ronaldo foi distinguido com o prémio para o melhor jogador em campo? 
Porquê? 
Só se foi por ter marcado o único golo de um jogo horrível e com isso ter ultrapassado Puskás como melhor marcador europeu em mundiais de futebol. 
Um jogo horrível no qual um desamparado Ronaldo (Portugal não teve meio-campo e teve um Gonçalo Guedes completamente perdido e baralhado) conseguiu a façanha de marcar mais um golo (marcou os quatro golos que Portugal conseguiu até agora neste Mundial). 
No resto do jogo nem ele se safou do completo marasmo de ideias que caracterizou o desempenho das duas equipas. 
O único elemento que esteve calmo, sereno, tranquilo, confiante, apesar da situação complicada em que se encontra, foi o guarda-redes português, Rui Patrício. 
Rui Patrício que, com a dupla de centrais, deu a segurança e a confiança que terá permitido a Portugal ganhar o jogo, quase garantir o apuramento, e atirar para fora do mundial os adversários marroquinos. 
Marroquinos que, muito esforçados, muito duros, até de rins, cheios de vontade mas sem grande talento, também não incomodaram muito. 
Estou a lembrar-me apenas de uma grande defesa de Rui Patrício e pouco mais. 
Se há jogos em que se calhar deviam perder os dois o embate entre portugueses e marroquinos foi um desses jogos. 
Mas, lá está, devo ser mesmo eu que não percebo nada de bola. 
Porque até já li várias vezes que os marroquinos saem do Mundial depois de fazerem dois grandes jogos. 
A sério? Deste Mundial? Os jogos contra Irão e Portugal? 
Pois, insisto, não devo perceber mesmo nada de bola. 
Resta-me a consolação de poder estar a assistir aos primeiros passos para a vitória portuguesa num Mundial. 
Não foi assim, a jogar muito mal, que acabámos por ganhar o Europeu? 
Haja esperança. 
Especialmente entre aqueles como eu que não percebem nada de bola. 

Intemporais (123)

20 de junho de 2018

Oitenta e sete infracções em dois anos será recorde do Guiness World of Records?


É quase inevitável trazer aqui o tema dos táxis em Macau quase todas as semanas.
Não me dá prazer, preferia não o fazer, mas é obrigatório denunciar as múltiplas situações que vão sendo conhecidas sem que se vislumbre a  possibilidade de terem um fim. 
Agora o que será muito provavelmente um recorde para o livro Guiness World of Records.
Um taxista, um jovem de 26 anos de idade, que foi autuado nos últimos dois anos por ter cometido oitenta e sete infracções ao Regulamento do Transporte de Passageiros em Automóveis Ligeiros de Aluguer.
A pergunta que qualquer pessoa de bom senso imediatamente fará é - como é possível que alguém com este cadastro continue a conduzir um táxi nas ruas de Macau, continue a exercer uma actividade que será apenas um pretexto para a sua reiterada prática delituosa?
A resposta oficial é que a legislação em vigor não permite o cancelamento da licença "apenas" por estes factos.
Macau, onde há muito está instalado o vírus da poluição normativa, está à espera de quê para rever uma legislação castradora da fiscalização da actividade de quem tem a obrigação de implementar a lei e simultaneamente libertina para aqueles que reiteradamente violam essa lei?
Este delinquente por tendência, que por acaso exerce a profissão de taxista e denigre o nome dos seus colegas de profissão cumpridores da lei, está agora indiciado pela possível prática dos crimes de extorsão e sequestro (trancou uma passageira no veículo por esta se recusar a pagar a quantia abusiva que lhe era pedida).
Oitenta e sete infracções, multas aplicadas que não paga, processos intermináveis, agora a indiciação pela prática de dois crimes, que se conheça, porque poderá/deverá haver muito mais que não se conhece, e esta criatura continua nas ruas de Macau a conduzir um táxi?
Estamos à espera de quê para tirar esta escumalha das ruas de Macau?
Que interesses tão poderosos se movem para impedir que se limpe a rua deste tipo de gente e, com esse gesto, se limpe o nome de Macau que estes energúmenos emporcalham? 

Professora de Matemática

19 de junho de 2018

Passei a gostar mais de Melania Trump


Melania Trump é normalmente olhada como uma pessoa fútil, alguém que casou com o actual Presidente dos Estados Unidos por razões puramente ligadas à fama e ao dinheiro.
Não sei se será assim, ou se será totalmente assim.
Mas confesso que é muito também essa a imagem que tenho de Melania Trump.
Uma imagem que foi algo abalada, no bom sentido, com as mais recentes tomadas de posição da primeira dama norte-americana.
Já é tradição as primeiras damas norte americanas escolherem uma causa à qual se dedicam durante o mandato dos seus maridos e pela qual dão a cara e se tornam as primeiras figuras.
Nos anos mais recentes temos os exemplos de Nancy Reagan, que se empenhou no combate à droga; de Barbara Bush, que dedicou o seu tempo na Casa Branca às políticas de educação e ao combate à iliteracia; de Hillary Clinton, determinada em garantir o acesso universal a cuidados de saúde; de Michelle Obama, voz respeitada no combate à obesidade infantil.
Melania Trump escolheu um tema muito polémico, sobretudo porque poderia afrontar e confrontar as políticas do seu marido, os direitos das crianças.
Melania Trump, ainda em convalescença de uma intervenção cirúrgica algo delicada, ganhou o meu respeito depois de emitir um comunicado que não terá sido muito do agrado do seu marido e dos seus indefectíveis seguidores.
Um comunicado onde se mostra incomodada com a separação familiar que resulta da prática política do seu marido e do sinistro Jeff Sessions.
Um comunicado que resulta numa crítica à célebre política de tolerância zero no domínio da imigração, uma política que já resultou na separação de milhares de crianças das suas famílias, algo que não deixou Melania Trump indiferente.
Melania Trump que, para além de exprimir publicamente o seu incómodo, invectivou Republicanos e Democratas a chegarem a um entendimento que possa permitir uma reforma das leis de imigração norte-americanas.
Uma reforma que permita que o país não seja só governado de acordo com a lei  mas também com sentimentos, com o coração (sic).
Gosto de boas surpresas e confesso que passei a gostar mais de Melania Trump depois desta corajosa tomada de posição.

18$50 - guardem para não esquecer