28 de abril de 2017

Frases do Barão de Itararé


Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, também conhecido por Apporelly e pelo falso título de nobreza de Barão de Itararé (Rio Grande, 29 de Janeiro de 1895  Rio de Janeiro, 27 de Novembro de 1971), foi um jornalista, escritor e pioneiro no humor político brasileiro.
O que se leva desta vida é a vida que a gente leva.
A criança diz o que faz, o velho diz o que fez e o idiota o que vai fazer.
Os homens nascem iguais, mas no dia seguinte já são diferentes.
Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.
Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.
Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.
Mantenha a cabeça fria, se quiser ideias frescas.
O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.
Neurastenia é doença de gente rica. Pobre neurastênico é malcriado.
De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
Quem empresta, adeus.
Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.
O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.
Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.
A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.
Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.
Precisa-se de uma boa datilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser datilógrafa.
O fígado faz muito mal à bebida.
O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil e um religioso.
A alma humana, como os bolsos da batina de padre, tem mistérios insondáveis.
Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo.
Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.
Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!
Devo tanto que, se eu chamar alguém de “meu bem”, o banco toma!
Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.
Tempo é dinheiro. Paguemos, portanto, as nossas dívidas com o tempo.
As duas cobras que estão no anel do médico significam que o médico cobra duas vezes, isto é, se cura, cobra, e se mata, cobra.
O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.
Em todas as famílias há sempre um imbecil. É horrível, portanto, a situação do filho único.
Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados.
Quem não muda de caminho é trem.
A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas em geral enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.

BOM FIM-DE-SEMANA!
(Na próxima semana muito dificilmente haverá blogue. Entre feriados e pontes, trabalho e formação, o tempo para aqui passar será escasso)

27 de abril de 2017

Este Futebol Clube do Porto não sabe ser campeão


Com o aproximar do final da Liga NOS 2016/2017 é chegado o momento de um portista assumir frontalmente a incapacidade que a equipa do Futebol Clube do Porto (FCP) tem vindo a demonstrar para ser campeã, para ganhar esta edição da Liga NOS.
Muito ruído de fundo se tem ouvido à volta desta prova, muitos debates se realizaram, muitas páginas de jornal se escreveram, muitas opiniões se emitiram.
Chegou a minha vez.
Desassombrado, desiludido, tenho que confessar que, muito para além de erros de arbitragem (há e haverá sempre), da influência de elementos exteriores ao puro jogo (fala-se muito mas não se prova nada), o que conta é o desempenho das equipas, a capacidade que demonstram, a estaleca que têm ou não.
E o FCP, nos momentos em que precisou de demonstrar essa estaleca, em que precisou de demonstrar frieza, aquele killer instinct que todos os campeões têm que ter, falhou rotundamente.
O discurso enfadonho e redondo de Nuno Espírito Santo não só não motivou os seus pupilos como se vê agora claramente que os enervou.
Dentro de portas repetir que era necessário ganhar todos os jogos e esperar por uma falha do Benfica é uma coisa.
Bem diferente de gastar esse discurso em todas as conferências de imprensa pondo uma pressão pública tremenda na equipa.
Uma pressão que a equipa não soube aguentar, à qual não soube responder com resultados.
Não vale a pena procurar desculpas, apontar o dedo a terceiros, queixar-se da falta de sorte.
Se, como tudo indica, o Benfica conseguir o tetra, não será tanto por mérito próprio, será mais por demérito dos seus adversários.
A começar e a acabar no Futebol Clube do Porto.

Intemporais (72)

26 de abril de 2017

Coreia do Norte à beira do ponto sem retorno


A Coreia do Norte estará à beira do ponto sem retorno.
O aviso desta vez reveste uma gravidade e uma solenidade muito especiais.
Simplesmente porque, ao contrário do que vem sendo hábito, não é formulado por americanos, sul coreanos, japoneses.
Vem directamente de Pequim e demonstra que a tensão na península coreana atingiu o limite.
Enquanto Xi Jinping tenta refrear os ímpetos bélicos dos líderes norte-coreano e americano, os dois lados vão dando passos em direcção ao abismo.
O regime norte-coreano ao fazer ouvidos moucos a todos os avisos que lhe são dirigidos para que se abstenha de fazer um novo teste nuclear, americanos e sul-coreanos ao fazerem uma clara demonstração do seu poderio de ataque militar e de defesa anti-míssil (o célebre Terminal High Altitude Area Defense - THAAD - o escudo que inutilizaria o poder bélico de Pyongyang).
Pequim, assustada com dois líderes imprevisíveis e lunáticos, abandona a sua habitual posição de não-ingerência e não-interferência para aconselhar calma e contenção a ambos e para ameaçar o seu aliado rebelde com sanções nunca antes levadas à prática.
Quando se chega aqui percebe-se que se chegou ao limite.
Ao limite da paciência e do diálogo, como incessantemente repetem os líderes norte-americanos, ao limite do despudor provocatório como o demonstra a atitude tresloucada da liderança norte-coreana.
A insistência de Kim Jong-un num novo teste nuclear será, agora já sem margem para dúvidas, o princípio do fim.
A grande dúvida, o grande receio, é saber exactamente o que será esse fim e que consequências terá para o resto do Planeta.

Teorema de Pitágoras - demonstração para nunca mais esquecer

25 de abril de 2017

O 25 de Abril ainda não chegou ao Instituto Cultural de Macau


Comemora-se hoje o 43º aniversário da chamada "revolução dos cravos", o momento que devolveu a liberdade aos portugueses e que permitiu que hoje se viva em democracia e paz social.
Fernando Savater ensina-nos que "do que se trata é de levarmos a sério a liberdade, ou seja, de sermos responsáveis" e que "o que há de sério na liberdade é que ela tem efeitos indubitáveis, que não se podem apagar quando isso nos convém, uma vez que tenham sido produzidos".
Ouvindo ontem a conferência de imprensa do presidente do Instituto Cultural de Macau fiquei com a nítida sensação que o 25 de Abril só em parte entrou naquela instituição.
Livre para dizer o que quer, o presidente do Instituto Cultural mostrou que não sabe fazer uso dessa liberdade.
Simplesmente porque não entende a necessária dimensão de responsabilidade que a mesma implica.
Apontar o dedo ao anterior titular do cargo, já aposentado, responsabilizando-o isoladamente pela existência de problemas de todos conhecidos, é uma atitude irresponsável e inadmissível.
O actual titular do cargo era o número dois de uma equipa que tem que celebrar êxitos e assumir falhas como um todo.
Empurrar responsabilidades para o seu antecessor, pondo-se à margem de um processo polémico quando era o vice-presidente da instituição à época, faz perceber que a mentalidade de quintas e quintais murados (os muros, sempre os muros...) continua a afectar muitos sectores da Administração em Macau.
Bem pode o Chefe do Executivo falar em responsabilização de dirigentes e chefias.
Com exemplos destes a credibilidade do discurso político é muito mais afectada do que por uma série de contratações efectuadas sem que fossem cumpridas todas as formalidades legais.

A revolução de Francisco: irreversível? (Crónica do Padre Anselmo Borges)


1 A propósito do meu livro sobre o Papa Francisco: Francisco: Desafios à Igreja e ao Mundo, que acaba de ser publicado, e a partir de debates provocados por ele, muitos me têm feito a pergunta em epígrafe: será a revolução de Francisco irreversível?

2 Antes de mais, em que consiste esta revolução? Diria que ela tem várias vertentes, distinguindo concretamente duas: uma mais imediatamente para dentro da Igreja e outra para fora, embora seja perfeitamente pertinente perguntar se ainda faz sentido este "dentro" e o "fora".

3 A revolução da Igreja dentro dela própria é, acima e antes de tudo, a conversão, isto é, tentar fazer que os católicos, a começar pelos cardeais, bispos, padres, se convertam ao Evangelho de Jesus. De facto, o fascínio deste Papa vem daí: do facto de ele se comportar como Jesus enquanto revelação do Deus que é Pai e Mãe e cujo nome é Misericórdia. Ele vive uma vida simples, humilde, abraça e beija as pessoas, manifesta-lhes afecto e ternura, a começar pelos mais pobres, frágeis, abandonados, humilhados e ofendidos... Por palavras e obras.

Sendo a Igreja uma imensa instituição, evidentemente que tem de haver uma revolução nas estruturas. Aí está a reforma da Cúria, tolerância zero para a pedofilia, transparência no Banco do Vaticano, onde são intoleráveis a presença de máfias, corrupção, desvios.

No plano do governo, impõe-se o respeito pelos direitos humanos também no seio da Igreja, concretamente, respeito pela liberdade de pensamento e expressão; Francisco não condenou teólogos. Não se pode continuar num centralismo romano, com o objectivo da romanização da Igreja. Francisco tem posto em marcha a sinodalidade, isto é, um processo que conduza a Igreja à participação de todos, incluindo leigos e leigas, em todos os níveis da vida eclesial: nas paróquias, nas dioceses, na Igreja universal. Se a Igreja "somos todos", como repete Francisco, o poder tem de ser participado por todos, sem esquecer os diferentes carismas. Por outro lado, se a Igreja é uma instituição global, não pode propugnar a uniformidade, tem de haver inculturação, isto é, há a necessidade de atender às várias culturas no modo de viver o Evangelho, nos diferentes planos: teológico, moral, pastoral, celebrativo- -litúrgico, organizacional. Uma Igreja em rede, a cuja unidade na caridade preside o Papa.

Atenção especial vai merecer a necessidade de as comunidades poderem celebrar a Eucaristia. Aqui, é inevitável o fim da lei do celibato obrigatório, começando pela ordenação de homens casados. Esse processo está aliás a caminho. Numa entrevista recente a Die Zeit, Francisco declarou que a falta de vocações é "um problema enorme e como tal a Igreja tem de resolvê-lo". Mais recentemente, o cardeal Walter Kasper disse que é preciso agir: "A discussão é urgentíssima. O Papa pensa que esta discussão vale a pena; vê-a com bons olhos. Os episcopados podem aproximar-se do Papa e fazer-lhe a correspondente petição. O Papa responderá positivamente. Agora depende das conferências episcopais." E não pode haver discriminação para as mulheres; como disse o secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, nada impede que o seu sucessor seja uma mulher.

Exigência maior é a continuação do impulso para o diálogo ecuménico entre as Igrejas cristãs e o diálogo inter-religioso. Mais um exemplo de Francisco: apesar dos ataques bárbaros e infames contra os cristãos coptas no Egipto, no Domingo de Ramos, ele segue para o Cairo nos dias 28 e 29 deste mês, acompanhado por Bartolomeu I, patriarca ortodoxo de Constantinopla, numa visita assente no "espírito de tolerância e diálogo", activando esse diálogo no encontro com o Papa dos coptas e com o grande imã da universidade islâmica do Cairo Al-Azhar. Francisco sabe que o número dos cristãos e dos muçulmanos juntos é superior a mais de metade da humanidade.

4 Muito recentemente, uma das pessoas em quem Francisco mais confia, o jesuíta Antonio Spadaro, lembrava que "o Papa Francisco é um grande líder, talvez o líder moral do mundo". É, de facto, um líder político-moral planetário - está em curso o estudo da possibilidade de uma visita a Moscovo e sobretudo a Pequim -, que tem uma palavra essencial a dizer em problemas decisivos de humanidade e para a humanidade: questões da paz (e aí estão as suas intervenções positivas na relação entre Israel e a Palestina, Cuba e os Estados Unidos, Colômbia, Venezuela; irá em breve ao Sudão do Sul, juntamente com o arcebispo anglicano de Cantuária...), questões de justiça social num mundo globalizado (o centro da economia tem de ser a pessoa humana e não o deus Dinheiro), questões de ecologia (a Laudato Sí fará história), questões de bioética também no que se refere a problemas novos colocados pela ciência e a tecnologia, por exemplo, pelas NBIC (nanotecnologias, biotecnologias, inteligência artificial, ciências cognitivas e do cérebro em geral)...

5 A. Spadaro também lembrava que "há oposições que se tornam raivosas, dão-se conta de que Francisco está a falar a sério". Francisco também confessou ao padre Adolfo Nicolás, superior dos jesuítas até há pouco tempo: "Criticam-me porque não falo suficientemente como Pontífice e porque não actuo como um rei". Daí, a pergunta: que marca deixará o seu pontificado?

Penso que é praticamente impossível voltar atrás em relação concretamente ao estilo que imprimiu: a simplicidade, uma Igreja "em saída", participativa, sinodal, mais pastoral, centrada no Evangelho e não no Direito Canónico. Reverter o processo seria desastroso para a Igreja e para o mundo. De qualquer modo, Francisco também confessou a Adolfo Nicolás: "Peço ao Bom Deus que me leve quando as mudanças forem irreversíveis."

in DN 21.04.2017

24 de abril de 2017

Não posso


Um velhinho de uns 70 anos caminhava tranquilamente.
Quando passa em frente a uma casa de meninas, uma prostituta grita:
-Olá avozinho! Por que não experimenta?
O velhinho responde:
-Não, filha, já não posso!
A prostituta pensando que podia ganhar alguma coisinha:
-Ânimo com isso, venha,vamos tentar…
O velhinho entra e funciona como um jovem de 25 anos… 3 vezes e sem descanso.
-Élahhh! – diz espantada a prostituta
–E ainda diz que já não pode mais?!
E velhinho responde:
-Ahhh, o sexo eu posso, o que não posso é pagar.
TINHA TODO O MEU DINHEIRO NO “BES”!!!

BOA SEMANA!

Mulher quer sexo a noite inteira


Uma executiva de topo, numa viagem de trabalho, sentiu-se sozinha e decidiu telefonar para uma empresa de acompanhantes que estava publicitada no quarto do hotel. 
Do outro lado, uma voz masculina sensual diz-lhe:
- Boa noite!
- Boa noite. Eu preciso de uma massagem… 
Não, espera! 
Na verdade o que eu quero é sexo! 
Uma grande e duradoura sessão de sexo, mas tem que ser agora! 
Estou a falar a sério! 
Quero que dure a noite inteira! 
Estou disposta a fazer de tudo, participar em todas as fantasias que vocês inventarem. 
Traz tudo o que tiveres de acessórios: algemas, chicotes, vibradores, pomadas… quero ficar a noite inteira a fazer de tudo! 
Vamos começar por espalhar mel pelo corpo um do outro, depois vamos lamber-nos mutuamente… ou tens alguma ideia mais quente?
 O que achas?
Do outro lado:
- Bem… na verdade parece-me fantástico… só que… para chamadas externas a senhora tem que marcar o zero.

Usain Bolt quando perde o autocarro


Com mais uma excelente prestação de Usain Bolt, o homem mais rápido do Mundo, nos Jogos Olímpicos, dois amigos falavam:
- Este gajo é mesmo rápido! 
Sabes o que o Usain Bolt deve fazer quando perde o autocarro?
- Não! – responde o amigo.
E diz o primeiro:
- Espera na próxima paragem.

20 de abril de 2017

Eleições em França


É já no próximo domingo que se disputa a primeira volta das eleições em França.
Uma primeira volta rodeada de incertezas acerca de quem poderá passar a uma mais que provável segunda volta.
Se a candidata da extrema direita, anti-europeísta, xenófoba, populista, racista, Marine Le Pen, desgraçadamente parece ter um lugar garantido nessa segunda volta, quem a acompanhará é neste momento a grande incógnita que invade a França e uma Europa que poderá ver o seu futuro jogar-se nestas eleições em França.
Com toda a imprevisibilidade que as sondagens encerram, e que tanto se acentuou nos tempos mais recentes, neste momento surge como claro favorito a passar a essa praticamente inevitável segunda volta o candidato surpresa Emmanuel Macron.
Emmanuel Macron aparece como um rosto jovem (a ser eleito será o mais jovem Presidente da França após o todo poderoso Napoleão), como alguém que vem de fora dos círculos tradicionais, das mesmas demasiado vistas e já gastas caras do espectro político em França.
Europeísta, com um discurso desempoeirado, limpo, moderno, Emmanuel Macron tem vindo a crescer nas intenções de voto, tem visto a sua estratégia de se apresentar como alguém como uma imagem e um programa novos e de ataque simultâneo à extrema direita e às forças tradicionais, fulanizadas em Jean-Luc Mélechon, dar frutos.
O mesmo Emmanuel Macron que ataca agora as forças à esquerda enquanto lhes pisca o olho e se apresenta coma a solução única, o voto útil, para a segunda volta.
Quando ainda não se disputou a primeira volta, não será muito difícil prever que na segunda volta a inenarrável senhora Le Pen será derrotada, efeito e consequência desse voto útil.
E com a sua derrota a Europa poderá respirar de alívio.
Tudo cenários para confirmar ou infirmar no próximo domingo e no dia 7 de Maio.

Intemporais (71)

19 de abril de 2017

Wi-Fi don't go


Já é cíclico, já começa a ser um (mau) hábito - volta e meia, sem quaisquer explicações, o serviço de Internet de banda larga em Macau tem uma camoeca.   
Voltou a acontecer ontem.
Numa cidade que se diz querer ser Centro Internacional de Turismo e Lazer a exploração dos serviços de Internet de banda larga virtualmente em regime de monopólio (onde pára a ansiada concorrência??) tem estas consequências - o serviço prestado tem muito baixa qualidade, não é fiável, não é oferecido em conjunto com outros serviços (telefone fixo, telemóvel, televisão).
A efectiva concorrência, que poderia alterar radicalmente este panorama, tarda a concretizar-se.
Até lá estão-nos reservadas estas péssimas e incompreensíveis surpresas.
Que causam transtornos a todos, que constituem um obstáculo difícil de ultrapassar para quem necessita dos serviços de Internet de banda larga para poder fazer o seu trabalho.
Não basta mudar pessoas, alterar a estrutura de Serviços da Administração.
Se se pretende alterar este panorama terceiro-mundista, que envergonha Macau, é necessária a existência de efectiva concorrência no mercado.
Imediatamente.
Porque ontem ficou mais uma vez provado que vai já sendo demasiado tarde.

The Child

Uma campanha publicitária a não perder.