21 de Novembro de 2014

PAPAGAIOS CATÓLICOS


Uma moça diz ao padre:
- Padre, tenho um problema!
- Diz-me minha filha, o que te apoquenta?
- Tenho dois papagaios fêmea, muito bonitas, mas a única coisa que sabem dizer é "Olá, somos putas. Querem divertir-se um bocado?"
Diz o padre:
- Oh minha filha, isso está muito mal, realmente. Mas acho que tenho a solução para o teu problema. Também eu tenho dois papagaios machos aos quais ensinei a ler a Bíblia e a rezar. Vais trazer os teus animais que juntamos na mesma gaiola com os meus. Aprenderão a rezar, a ler a Bíblia e decerto deixarão de dizer asneiras e disparates.
No dia seguinte a senhora chega com os pássaros e repara que os do padre estão concentradíssimos a rezar o terço. Quando colocam as fêmeas na gaiola estas não esperam e como de costume:
- "Olá, somos putas. Querem divertir-se um bocado?"
Um dos papagaios do padre pára de rezar e diz para o outro:
- Irmão, guarda o terço, Deus ouviu as nossas orações! Chegaram as gajas!!

(Todas do inesgotável cancioneiro do FerreirAmigo)

BOM FIM-DE-SEMANA!!

Vaselina


Certo dia o Felisberto resolveu comprar uma moto.
Só havia um problema: Os cromados.
O vendedor aconselhou-o a usar vaselina para os proteger sempre que chovesse, e assim foi: o Felisberto sempre que via chuva, lá ia ele besuntar a moto com vaselina.
 Um dia conheceu uma rapariga e começaram a namorar.
 Certo dia, ela resolve convidá-lo a ir jantar lá a casa e conhecer os seus pais.
 E assim foi.
 Chegada a hora da refeição, o pai diz:
 - Cá em casa temos uma regra: Como ninguém gosta de lavar a louça, quem falar primeiro depois de acabar a refeição, lava a louça.
 Felisberto achou tudo muito estranho, mas assim fez. No final da refeição resolveu experimentar para ver se ninguém falava mesmo, e começa a beijar a namorada à descarada.
 Grande marmelada à mesa e ninguém se pronunciava.
 Resolveu ir mais longe e pegou na namorada, pô-la em cima da mesa e.... pimba.
 E tudo continuava calado.
 Não contente, pega na futura sogra e.... pimba.
 E ninguém dizia nada.
 Nisto começa a chover.
 Felisberto dirige-se ao seu blusão e saca da embalagem de vaselina.
O pai olha assustado para a vaselina e diz muito rapidamente:
-OK, OK, eu lavo a louça !!!!!...

Judeu a conversar com Deus


Judeu: Deus? 
Deus: Sim! 
Judeu: Posso-lhe fazer uma pergunta? 
Deus: Claro, meu filho ! 
Judeu: O que é um milhão de anos para si?
Deus: Um segundo. 
Judeu: E um milhão de dólares? 
Deus: Um centavo. 
Judeu: Deus, pode-me dar um centavo? 
Deus: Sim, espere só um segundo.

20 de Novembro de 2014

A questão da falta de liderança


A tentativa de invasão do Legco, levada a cabo por um bando de tresloucados com máscaras, reacendeu o debate em torno da ausência de liderança nos protestos que já decorrem há cerca de dois meses na vizinha Região Administrativa Especial. 
Num momento, com um só acto, um grupo de manifestantes conseguiu pôr em causa a imagem de profundo civismo que vinha sendo, com inteira justiça, associada ao movimento occupy em Hong Kong.
E veio trazer para o centro da discussão a ausência de liderança, e suas consequências, nesse mesmo movimento.
Continuo a pensar que esse debate apenas tem como objectivo desviar atenções da questão essencial que esteve na base dos protestos.
Com ou sem lideranças, é muito difícil controlar o comportamento de imbecis e arruaceiros. 
E foram esses que ontem causaram distúrbios em Hong Kong, não foram os manifestantes que têm pautado o seu comportamento cívico pela maior lisura.
Imbecis e arruaceiros que, como é normal numa Região onde vigora the rule of law, foram prontamente repelidos nos seus intentos criminosos pelas forças policiais.
E foram conduzidos para onde merecem estar - a prisão.
Seria diferente se houvesse liderança(s) legitimada(s) - há líderes naturais, convém não esquecer - no movimento de protesto em Hong Kong?
Ninguém poderá responder com elevado grau de certeza a esta questão.
A mentalidade oriental leva sempre a pensar na existência de um líder, um mandarim.
No meio desta discussão algo espúria valerá talvez a pena recordar que nem o mandarim conseguiu sempre conter a revolta, a desordem, o caos.

A LETRA "P"



Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
 
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

19 de Novembro de 2014

Se for levemente e em família...


Em Macau o debate em torno da tipificação do crime de violência doméstica como crime público está aí para durar.
Numa primeira abordagem Macau seguia o caminho do mundo civilizado e tipificava o crime como crime público.
Em nome de uma pseudo harmonia familiar (como é que pode haver harmonia ao murro e ao pontapé é algo que só algumas mentes distorcidas poderão explicar) recuou-se nesta intenção e pensou-se em inovar no mau sentido - Macau seria excepção e a vítima teria que apresentar queixa dos maus tratos que sofria e arriscar sofrer ainda mais e mais profundas agressões na sequência desta queixa para ser assistida.
A reacção social foi mais forte do que se previa, o Executivo recuou nas suas intenções, e lançou novamente a proposta de tipificar o crime como crime público.
A última versão parece ficar a meio caminho - não haverá crime público se se tratar de "agressões leves e em família" (sic).
Sem pensar na agressão psicológica, tantas vezes mais violenta que a pura agressão física, lembro-me de há já muitos anos ter aprendido que se podia bater sem deixar marcas.
Bastava utilizar uma barra de sabão envolvida numa toalha para deixar a vítima sem uma única marca externa, visível, das agressões sofridas.
Hoje aprendi uma outra versão - um livro, uma lista telefónica, encostada ao corpo da vítima, repetidamente martelada pelo agressor.
Não deixa marcas externas, provoca lesões internas terríveis.
A pergunta é inevitável - o sabão, a lista telefónica, e outros meios semelhantes, se utilizadas com expertise e em família, darão lugar às tais "agressões leves e em família"?

Artigo publicado em 17 de Dezembro de 1870 (Há 140 anos!!!)


18 de Novembro de 2014

Responsabilidade política


O pedido de demissão de um ministro em Portugal tem sido pretexto para enaltecer as qualidades políticas e pessoais da pessoa em causa.
Não vou enveredar por esse caminho pura e simplesmente porque julgo não ser essa a questão principal.
Max Weber teorizou acerca da política como vocação, da dicotomia do viver "da" e "para a" política, da diferença entre a ética das finalidades e a ética da responsabilidade.
A responsabilização política, consequência da ética da responsabilidade, implica perceber que, independentemente do grau de intervenção que um qualquer titular de um órgão político, ou cujo desempenho é baseado na confiança política, tenha na tomada de determinada decisão e suas consequências, existe sempre um grau de imputabilidade mais que não seja decorrente da ética das finalidades.
O titular do órgão político, ou dependente de confiança política, é solidariamente responsável pela implementação de um programa político ao qual fica vinculado a partir do momento em que aceite a nomeação para o cargo.
E essa vinculação é tanto maior quanto mais elevado dentro da pirâmide hierárquica seja o cargo exercido.
Um ministro que se demite porque vê entidades sob sua tutela envolvidas num escândalo de corrupção, tráfico de influências, branqueamento de capitais, não faz mais que seguir a ética da responsabilidade que o viver "para a" política implica.
As loas tecidas ao ministro advêm do facto de o comportamento que devia ser regra ser afinal excepção.
Sem ser um exemplo, esta atitude, como outras semelhantes que ocorreram anteriormente, devem servir de exemplo.
Um exemplo que infelizmente não tem sido seguido em Macau onde à culpa é frequentemente reservado o papel típico de uma qualquer tia solteirona.

GERAÇÃO DE IDIOTAS

Chegou o dia anunciado por Einstein

A tomar um café: 

Convívio no restaurante: 


Desfrutando a beleza do Museu:


Encontro agradável no bar:




Gozando um dia de praia: 


No estádio..apoiando a sua equipa: 


Divertindo-se com a noiva/noivo: 


Passeando na cidade num descapotável:


Albert Einstein: "Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. Então o mundo terá uma geração de idiotas."

17 de Novembro de 2014

Se a recompensa for boa NADA é impossível

Ela - amor, eu quero um cavalo marinho!!
Ele - cê tá doida? É muito difícil conseguir isso. Sem chance, esquece!
Ela - Se trouxer um cavalo marinho ainda hoje, deixo tu comer minha prima e eu juntas.
Poucas horas depois...

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(Todas do cancioneiro do FerreirAmigo)

BOA SEMANA!!!

Antunes, o caçador


O Antunes, Alentejano da Vidigueira e grande caçador, tinha por hábito tomar um aperitivo no regresso da caça, sempre na mesma velhinha tasca.
O pior é que, quando encostava a espingarda ao balcão, tinha o costume de bater com a coronha no chão.
Cada vez que tal acontecia, a Marília, dona do tasco, bem o avisava:
- Qualquer dia ainda tens a arma carregada e vai acontecer uma desgraça!
Um dia a arma disparou-se.
- Aiiiiiiiii, Antunes, eu bem te avisei!
- Ainda para mais o quarto da criada é aqui mesmo por cima e ela disse-me que ia descansar um bocadito.
- Vai depressa lá acima ver o que pode ter acontecido.
No regresso, calmamente, o Antunes comenta que a criada estava bem.
- Ela estava deitada, com as pernas abertas, e o tiro passou-lhe mesmo pelo meio das pernas sem sequer lhe causar um arranhão.
Claro que a Marília ficou descansada e aliviada com a resposta.
E o Antunes continua: 
- Olha, o pior foi o teu marido... coitado, ficou sem a cabeça!!!

O Viagra no tratamento das queimaduras



Um  alentejano de gema adormeceu na praia sob um sol escaldante e sofreu graves queimaduras nas pernas. 
Foi transportado para o hospital de Beja com a pele completamente vermelha, cheio de bolhas, e as dores eram horríveis.
Qualquer coisa que lhe tocasse na pele ... era a mais completa agonia! 
O médico, um alentejano de Serpa, foi ver o Maneli e prescreveu que lhe fosse administrado soro, por via intravenosa, um sedativo leve e 3 comprimidos de Viagra de 8 em 8 horas.
Antonieta, a enfermeira de serviço também ela alentejana, da Vidigueira, completamente boquiaberta perguntou:
- Oh Doutori, vomecê desculpe ... mas vomecê receitou Viagra ?!!!
Responde o médico:
- Si senhora, recetê Viagra e muito bêm.
A Antonieta volta a perguntar:
- Mas atão pra que serve ao Maneli o Viagra nas condições em quele tá?
Ao que o médico respondeu:
- Atão nã se tá memo a vere ? É prós lençois nã tocarem nas quêmaduras das pernas !!!

14 de Novembro de 2014

Um verdadeiro milagre!



Noite escura com chuva forte.
Uma senhora está sozinha em casa e vê um vulto masculino passar.
Ela se aproxima dele por trás, com o maior cuidado, agarra-lhe os testículos, aperta com toda força e pergunta:

- QUEM É VOCÊ ???

Sem resposta, aperta com ainda mais força e pergunta de novo:

- QUEM É VOCÊ ???

Mantém-se o silêncio e ela aperta ainda mais. Com os ditos a escaparem-lhe entre os dedos, volta a perguntar :

- QUEM É VOCÊ ???

Eis que uma voz, num tom baixo e sofredor, consegue responder :

- O JOÃOOOOO....

Voltando a apertar com força, ela pergunta:

- QUE JOÃO ???

E ele diz:

- O MUDO !!! 

BOM FIM-DE-SEMANA!!

Para provocar benfiquistas e sportinguistas (2)




Um adepto do BENFICA chega a uma loja de material desportivo e depara-se com uma infinidade de camisolas de clubes de futebol.
Só não via a do seu clube. Meio acanhado, pergunta ao vendedor: 
- Quanto custa a camisola do Real Madrid? 
- 40€ 
- E a do Manchester? 
- Essa custa 50€ 
- E a do PORTO? 
- Oh meu amigo... Essa é a mais cara da loja por se tratar do melhor clube de Portugal e do Mundo, e custa 100€ . 
Aí, o pobre arrisca: 
- Você não tem a camisola do BENFICA? 
- Tenho sim. Está do outro lado, na prateleira das liquidações e custa 9,50€ . 
- Irra!!! Só 9,50€ ???!!! 
- Sim, sim...é uma promoção para liquidação de stocks, essas porcarias não se vendem.
- Então dê-me uma  - e estendeu uma nota de 10€ . 
O vendedor vai à caixa registadora, coça a cabeça e meio atrapalhado diz: 
- Desculpe, mas não tenho trocos. 
Quer levar uma camisola do SPORTING para completar os 10€??

Para provocar benfiquistas e sportinguistas (1)


Um adepto do Benfica comprou o seu 1º carro e ao conduzi-lo a primeira vez bateu contra uma parede.
Nesse instante ia a passar um adepto do FCP que ao ver o símbolo do Benfica pendurado no retrovisor decidiu "ajudá-lo":
- Amigo, não se preocupe, basta soprar pelo tubo de escape para que o carro encha outra vez a parte da frente. Vai ver que fica como novo.
Ao ouvir isto, o benfiquista começou logo a soprar no cano, e esteve meia hora assim até chegar um adepto do Sporting que lhe perguntou:
- O que está a fazer?
- Estou a soprar para o carro voltar ao normal.
E diz o sportinguista:
- Assim não vai lá -  tem que fechar as janelas primeiro!