E se a solução para a guerra na Ucrânia passar pelo afastamento de Trump?
O conflito na Ucrânia está num impasse.
A Rússia não consegue avanços no terreno mas a Ucrânia também não consegue recuperar o território ocupado.
A posição maximalista de russos e ucranianos, a par de uma mediação claramente enviesada de Trump e do apoio europeu a Zelensky, resultam num caldo de cultura que apenas conduz ao arrastar do conflito indefinidamente.
Não havendo sinais que apontem no sentido de as opiniões públicas nos dois países em guerra terem capacidade e vontade de alterar as respectivas lideranças políticas, resta talvez a possibilidade de haver uma alteração do mediador.
O mesmo mediador que afirma publicamente que o conflito é um problema europeu, que os europeus terão que solucionar, mas que depois impede, em conluio com o seu amigo russo, qualquer interferência europeia num possível processo de paz.
Trump e Putin combinaram em Anchorage uma forma rápida de colocar um termo à guerra na Ucrânia.
Que passava obrigatoriamente pelo afastamento de Zelensky e da colocação no poder na Ucrânia de uma marionete controlada de perto pelos russos e à distância pelos americanos.
Ambos já terão percebido que afinal essa não seria uma solução.
O povo ucraniano está farto da guerra.
Mas não ao ponto de se entregar ou entregar território nas mãos do inimigo.
O mesmo povo ucraniano que desdenha a intervenção americana, sobretudo a intervenção da administração Trump.
Provavelmente neste momento o maior obstáculo à paz na Ucrânia, até pelo conforto que a sua presença representa para Putin.
E se afinal a solução para o fim da guerra na Ucrânia passasse não pelo afastamento de Zelensky mas sim pelo afastamento de Trump?



Não sei o que te diga amigo!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Beijos, Fatyly
EliminarSerá para quando esse afastamento?
ResponderEliminarJá agora o Putin podia ir junto.
Abraço
Dois seres maléficos.
EliminarAbraço
Presumo que em breve se verifique o afastamento de dois dos mais perigosos atores em cena: Putin e Trump. Esperemos para ver.
ResponderEliminarO problema, principalmente do lado russo, é o que vier atrás, tão mau ou pior que o aspirante a czar.
De Zelensky deixei de falar.
Um abraço, Pedro.
Pior que Putin é difícil imaginar.
EliminarUm abraço
Como a saída de Zelensky está fora de questão - era o que mais faltava - que saia depressa o mediador faccioso, ou seja, Trump. E leve com ele o amigo russo.
ResponderEliminarBeijinhos
Duas bestas em forma humana, Janita.
EliminarBeijinhos
Não seria só para a questão ucraniana que o afastamento do Elo Perdido seria óptimo: seria para todo o planeta!
ResponderEliminarOnde é que eu assino??
EliminarJá está assinado, Pedro!
EliminarA hipótese de que o afastamento de Donald Trump facilitaria a resolução da guerra na Ucrânia baseia-se na forte oposição do político republicano ao actual modelo de assistência financeira e militar ocidental a Kyiv.
ResponderEliminarTrump e Putin combinaram repartir a Ucrânia, Teresa.
EliminarO grande obstáculo seria Zelensky.
Que seria removido para dar lugar a um Lukashenko ucraniano.
Tudo o que digam para além disso é conversa para boi dormir
Eu como não sou „boi“ não durmo.
EliminarVomito sim,
esta guerra sem fim🤮
Quem não, Teresa??
EliminarGrande abraço, Luiz Gomes
ResponderEliminarNenhum deles vai ser afastado – nem em sentido literal nem em sentido figurado. E quem pensar o contrário está a ter uma experiência onírica.
ResponderEliminarAmbos só serão afastados da mesma forma, Catarina - à força.
EliminarA opinião pública na Rússia não tem poder; nos Estados Unidos Trump já provou que se está nas tintas (um outro 6 de Janeiro é sempre uma possibilidade).
Só uma defenestração afasta Trump e terá que ser um aliado actual a atirá-lo da janela.
Idem para Putin.
Terá que ser um daqueles oligarcas que está farto de não ter acesso ao dinheiro a mandar o urso janela fora.
Nada disso vai acontecer, Pedro! O homem americano vai ficar até 2028, a não ser que seja por questões de doença, incapacidade mental e/ou física. O que, na verdade, não desejo a ninguém por mais que não concorde com as suas políticas.
EliminarRepito, ninguém vai ser atirado pela janela ou pelo postigo.
E parece que nem a 25ª Emenda tem esse poder, se for interpretada à letra.
Um rei absolutista.
EliminarE que não nada de magnânimo.
Não tem
EliminarConcordamos... finalmente!!
EliminarAspirante a reizinho, sim... e sem pingo de magnanimidade.