Alargar o império
Putin e Trump, as duas bestas em forma humana, têm um sonho comum - alargar o império.
Putin sonha com o império soviético, com Catarina e Pedro.
Trump, simultaneamente pacóvio e patego, sonha com algo que não percebe nada o que seria na prática.
O labrego americano fica cego com o brilho do ouro.
E sonha com um quinquagésimo primeiro estado cheio de riquezas naturais.
Pode ser o Canadá, a Venezuela, Cuba, a Gronelândia.
Se tiver abundância de riquezas naturais está preparado para ser absorvido e integrado nos Estados Unidos.
O que a luminária esquece é que essa integração representaria conferir a esse novo Estado todos direitos cívicos e políticos reconhecidos na Constituição.
Em quem iriam votar os novos americanos? Quantos representantes iriam eleger? Como se iriam relacionar com os outros Estados?
Trump não pensa nesses pormenores.
Nem ele nem a cambada de imbecis que o rodeiam.
Provavelmente ignoram até que, no sistema federal americano, uma vez integrado, esse Estado não poderia ser expulso nem poderia optar pela saída voluntária.
Não há Brexit nos Estados Unidos.
Esse só existe na desgraçada União Europeia.
Sabia J.D. Vance?
Tornou-se moda esta ambiçāo de expandir impérios. Um por querer dominar, o outro, imitador por excelência, age de forma a compensar ou esconder as suas inseguranças.
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