9 de março de 2015

Há dias azarados


O tipo estava triste no bar, olhando fixamente para o copo da bebida, quando surge um matulão, chuta a cadeira à sua frente, pega o copo do fulano, bebe tudo de uma golada e pergunta, com ar desafiador:
- E agora, ó maricas, vais reagir?
- Reagir? Eu vou é embora . 
Nem devia ter saído de casa! 
Imagina tu que hoje eu briguei com a minha mulher, saí de casa com raiva, bati com o carro, cheguei atrasado ao trabalho e fui despedido! 
Voltei pra casa mais cedo e encontrei a mulher na cama com o vizinho. 
Olha, vim para este bar, deitei veneno na bebida e depois chega um palerma como tu e bebe tudo! 
Fogo! Nem para me matar eu presto!

15 comentários:


  1. E ainda dizem que não existem anjos da guarda... :))

    Moral da história: nunca digas "deste veneno não beberei" !!

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    1. E o grandão f....lixou-se, Afrodite :))

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    2. hehehe
      Pois foi... até apetece dizer: "bem feito"!! :P

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    3. Concordo e subscrevo os comentários da DEUSA DO AMOR.

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  2. Entre um " azarado" e um fanfarrão não há escolha.
    Tudo não passa, provavelmente, de um problema de miolos: um a mais e outro a menos.

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    1. O fanfarrão é que se lixou na história, Agostinho :))

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  3. Bem feito para o matulão grosseiro que chutou a cadeira e bebeu a bebida alheia! :)
    Ca se fazem, c´´a se pagam! Irra estes acentos terão apanhado algum vírus??
    O do vírus entrou automaticamente. Ele há coisas muito estranhas.:(
    Desculpe, Pedro estou a pensar com os dedos!!!

    Beijinhos!

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    1. As maquinetas têm manias e vontade própria, Janita.
      Quando é assim estão a pedir para ser substituídas.
      Beijinhos

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  4. Isto desmente a ideia que quando um dia nasce torto nem à noite se endireita!

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