21 de janeiro de 2015

Ainda Fong Chi Keong


Ainda Fong Chi Keong na ordem do dia.
Depois das declarações absolutamente deploráveis que proferiu na Assembleia Legislativa acerca da tipificação dos actos de violência doméstica como crime público, e da política de tolerância zero neste âmbito assumida por Tam Chon Weng, confrontado com uma reacção de forte repúdio por parte de uma grande fatia da sociedade de Macau, quiçá pressionado para se retratar publicamente, Fong Chi Keong vem agora reconhecer que se excedeu (sic).
Seria uma atitude meritória se partisse de outrem que não Fong Chi Keong.
O que o deputado agora apelida de excessos é só apenas mais uma no rol das muitas boçalidades a que nos habituou ao longo dos anos.
Não acredito que Fong Chi Keong esteja minimamente arrependido do que disse em plenário, pelo contrário, acredito que aquelas são as suas aberrantes convicções do que deve ser a vida familiar.
Fong Chi Keong, que não se demarcou do teor das suas declarações, que não pediu desculpa por ter dito o que disse, estava apenas a fazer um frete a alguém quando veio a público afirmar que se tinha excedido.
Não convence, não basta.
Se lhe restasse um pingo de dignidade, Fong Chi Keong tomava a iniciativa de colocar o seu lugar à disposição do Chefe do Executivo e seguir a sua vida empresarial longe de qualquer cargo público.

16 comentários:

  1. .
    ~ ~ ~ Concordo!! Fora com o boçal!! ~ ~ ~

    ~ ~ Beijinhos, com votos de boa tarde. ~ ~

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    1. O problema é que ele não pode ser demitido, Majo.
      Mas pode ser informalmente convidado a ir pregar para outra freguesia.
      Sim, porque ele também não vai tomar a iniciativa de se pôr na alheta.
      Quem lhe encomendou este sermão que lhe diga que está na hora de sair de cena.
      Beijinhos

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  2. Tem razão, mais uma vez! Já bastava tanta alarvidade...
    Mor

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    1. Mas a gente até sabe que ele não se vai afastar por vontade própria, Mor.
      Está a precisar de um empurrão.
      Que terá levado para vir reconhecer que se tinha excedido.
      Mais um empurrão, por favor.

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  3. Essa situação faz-me lembrar o pedido de desculpas de Juan Carlos de Espanha: sem convicção e só aborrecido pela maçada da situação, nada mais.

    Se tivesse dignidade nem aceitaria o cargo, acho eu.

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    1. Não tenho quaisquer ilusões, São - ele não se vai afastar voluntariamente.
      Pode é ser persuadido a isso.
      Há uma recolha de assinaturas online nesse sentido, no sábado vai haver aqui uma manifestação
      Se houver muita participação, quem sabe o homem não receberá o conselho de fingir que vai à casa de banho para nunca mais aparecer....

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  4. Ó Pedro, tem a certeza que esse Fong Chi Keong existe?
    Um abraço.

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    1. Infelizmente existe e tem muito poder, António :(
      Aquele abraço

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  5. A boçalidade é uma coisa lixada, Pedro.

    Aquele abraço, caro amigo.

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    1. Tente explicar isso a este espécime, Ricardo :(
      Aquele abraço

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  6. Deve ter aprendido com a Paula Teixeira da Cruz ou o Nuno Crato. Também pediram desculpa pelas borradas que fizeram e prejudicaram milhares de portugueses, mas mantêm-se nos seus lugares, como se nada se tivesse passado.

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    1. Estas desculpas de mau pagador, sem quaisquer consequências, são papas e bolos, Carlos.
      Só enganam os tolos.

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  8. Esses pedidos de desculpa são jogos florais para diversão das hostes.

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    1. Desculpas de mau pagador, Agostinho.
      Vão pregar para outra freguesia!

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