Central de desinformação


Ouvir o discurso de Donald Trump acerca da suposta interferência chinesa nas eleições de 2020 fez-me recordar o que Trump procura desesperadamente esconder - a interferência russa nas eleições que consagraram o demente presidente americano.
Uma interferência que está longe de ser um exclusivo norte-americano.
A Rússia há muito interfere nos processos eleitorais de todos os países que sirvam os seus interesses expansionistas.
Essa intervenção é feita a partir de uma agência concebida, financiada e equipada exactamente com esse propósito.
A Russia Today, a fonte de informação para um monte de palermas que chupam a propaganda russa com grande deleite.
Não admira que desde 2005 Putin despeje rios de dinheiro nesta central de desinformação.
E faça crescer exponencialmente esse financiamento e o seu quadro de pessoal.
Dentro e fora de solo de russo.
Dentro das fronteiras russas há milhares de funcionários desta agência que nada mais fazem que não seja espalhar desinformação e semear o caos em processos eleitorais que sirvam os interesses do patrão sentado no Kremlin. 
Certos que, do outro lado, há sempre uma horda de chalupas disponíveis para absorver e espalhar a propaganda falsa que os russos lhes impingem.

Comentários

  1. Donald Trump representa uma cultura política de arbítrio e de encenação pessoal, mas um fim real e definitivo desta era não está politicamente à vista.

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    1. Essa praga parece que se espalha mais facilmente que o vírus diarreico nos Estados Unidos, Teresa

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  2. Há um chefe-mor que não necessita de agências. Ele próprio se encarrega do “efeito da verdade ilusória”. E assim continua a ter basbaques que ainda o admiram. Aposto que a pessoa em questão está todo confundido... nem sabe mais distinguir a verdade da mentira. : )
    Às vezes penso – quando não tenho mais nada para fazer – que “carta na maga” terá o russo...

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    1. Atlantic City, Catarina, as más línguas apontam para Atlantic City e para a crise do Jogo.
      À qual o loirinho sobreviveu.
      Alegadamente graças a MUITOS rublos.

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    2. A sério?! Dessa eu nāo sabia. Há já alguns, quando fui a Atlantic City, passeei pela marginal uma tarde e entrei no hotel casino, pensando que ele era seu proprietário, mas nāo, disseram-me na altura.

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