A democracia russa e a ditadura ucraniana
Há momentos defenidores na vida das sociedades.
Ver os ucranianos nas ruas protestando contra a remodelação governamental levada a cabo por Zelensky foi um desses momentos.
Um país em guerra, invadido, saqueado, ainda tem tempo, motivação, liberdade, para vir para a rua protestar contra medidas políticas que se afiguram erradas e injustas aos olhos dos seus cidadãos.
E a elite governativa, com um pseudo ditador no topo, recua nas suas intenções.
É a democracia que sobrevive mesmo em tempos de guerra.
Os idiotas úteis que espalham a retórica alucinada do Kremlin, e que protestam por um país em guerra não organizar eleições, mesmo que à revelia do texto constitucional, deviam corar de vergonha depois do que se viu nestes dias na Ucrânia.
Mas para isso era preciso conhecerem o conceito vergonha.
Uma ditadura musculada, assassina, que até já deixou de fazer oscilar o palhaço Medvedev com o títere Putin, atreve-se a criticar terceiros e a chamar autocracias a regimes que deixam o povo protestar pacificamente nas ruas.
E usa um bando de gente profundamente ignorante para espalhar esta retórica imbecil.
Valha a verdade, vozes de burro não chegam mesmo ao céu.
Mas tanto zurrar cansa.



A inversão dos conceitos políticos e democráticos entre a Rússia e a Ucrânia é um elemento central das campanhas de desinformação da Federação Russa como o Pedro aqui foca.
ResponderEliminarE há sempre uma cambada de idiotas que chupam a narrativa do Kremlin, Teresa.
EliminarTrata-se, de facto, de elementos definidores em direções totalmente opostas, que, naturalmente, levarão a destinos muito diferentes e inconciliáveis.
ResponderEliminarÉ isto que tira o bandido russo do sério, Catarina.
EliminarIsto e saber que Zelensky é um líder querido do povo.
Ele só consegue amedrontar o povo, nada mais.
Uma guerra sem fim e sem justificação.
ResponderEliminarPara quando a paz?
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Com estas lideranças só haverá paz se e quando um dos lados vencer a guerra.
EliminarUm abraço
I found the comparison between public protest and political accountability particularly interesting. One thing I always remind myself is that complex political situations deserve careful discussion because there are often many perspectives and facts to consider. The ability of citizens to question those in power is certainly an important part of any democracy, especially during difficult times. Thanks for sharing your thoughts and encouraging discussion on such a challenging topic. I've just published a new post on my blog as well, so if you find the time, I'd be delighted to hear what you think about it.
ResponderEliminarI’ll sure visit, dear Melody
EliminarChegou o momento em que deixo de comentar assuntos relacionados com a Ucrânia (Zelensky) e a Rússia (Putin).
ResponderEliminarA menos que algo justifique a minha intervenção.
Um abraço, Pedro.
Um abraço, António
EliminarAdmiro muito o povo ucraniano e o seu lider e oxalá que Putin desapareça do mapa!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Tarda a acontecer isso, Fatyly.
EliminarBeijos
Os ucranianos têm a minha admiração, do povo russo tenho pena.
ResponderEliminarAcho que nem todos alinham com o ditador sanguinário Putin!
Abraço
Nunca condenei os russos.
EliminarEles são vítimas do facínora e da corja que o acompanha.
Abraço
Uma guerra que parece não ter fim à vista.
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Infelizmente tenho que concordar
EliminarUm exemplo de um povo que sabe o que é democracia.
ResponderEliminarE que eu gostaria que o português também entendesse.
Somos os que muito criticam, mas acomodamo-nos no sofá, no café a beber umas beers, e nada fazemos para que haja mais transparência e responsabilidade de quem nos governa.
Sair à rua naquelas condições é um sinal de bravura do povo e de tolerância dos governantes.
EliminarZelensky é um herói pela sua coragem e valentia.
ResponderEliminarAnda pelo mundo, sem receio de ser 'caçado' por espiões russos e pede ajuda porque dela precisa.
Se há uma Democracia é justo que o povo se manifeste.
Na Rússia seria impensável e mesmo que haja, como já já houve, a polícia de intervenção entrava logo em acção de cacetete na mão... Rimou e é verdade.
Beijinhos
E pensar que ainda há gente a negar isto, Janita.
EliminarLoucos de merda!
Beijinhos
Os actos democráticos são bonitos de ver. Mas por enquanto não chegam para viver. Morre-se demais para aqueles lados. E nenhum povo pode viver sempre em guerra. Por vezes assalta-me o triste pensamento de que Putin quer exterminá-los a todos e que isso vai acontecendo sob os nossos olhos habituados à guerra que ainda pensamos ser dos outros.
ResponderEliminarPutin não quer uma Ucrânia livre e independente.
EliminarIsso é inaceitável para o bandido do Kremlin.
Olá, amigo Pedro, tudo que possa partir de Putin
ResponderEliminarnão pode prestar. A União Soviética deve ficar onde está,
nos escombros do passado.
Grande abraço.
O crápula recusa aceitar essa realidade, Pedro Luso.
EliminarCuste o que custar.
Grande abraço