A História sempre a História
Fevereiro de 1945.
Na Crimeia tem lugar a Conferência de Ialta.
Roosevelt e Stalin basicamente dividiam a Europa ao meio.
Acabava a guerra no terreno, iniciava-se a chamada guerra fria.
Uma grande diferença para a situação actual - em Ialta estava presente, e com grande influência, Winston Churchill.
Mas o quadro subjacente é em tudo similar ao que parece estar agora em preparação.
Um líder russo e um líder americano a retalharem a Europa.
Deixando os europeus fora desta decisão porque desta vez não há Churchill nem há britânicos.
Paz podre.
Uma paz que só interessa verdadeiramente aos dois decisores.
Trump que quer concentrar atenções noutras geografias e explorar os recursos naturais ucranianos nos quatro anos do seu mandato; Putin que terá tempo para procurar recuperar a economia russa, reagrupar, recuperar o poderio militar entretanto perdido, já que não terá que se preocupar com a perda do poder.
Calam-se as armas mas a guerra ainda agora começou.
O campo de batalha é que é diferente.
Incrivel como um encontro para se discutir a guerra ou a paz entre a Russia e Ucrania nao tem la os Ucranianos! E claro o Trump so quer beneficiar dos recursos Ucranianos, como se aquele pais fosse dele para explorar! E temos 4 anos pela frente ...
ResponderEliminarAté nisso é estúpido, Sami.
EliminarExplorar os recursos ucranianos se o país ficar nas mãos dos russos??
Concordo contigo e vamos ver até onde isto vai parar porque dizem uma coisa e no dia seguinte já não é bem assim.
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
Com aquele cowboy nos Estados Unidos tudo se torna imprevisível.
EliminarBeijos
Excelente texto, Pedro.
ResponderEliminarIgnorar na mesa das negociações o país invadido, que perde todos os dias centenas de homens numa guerra sem sentido, é de uma crueldade demoníaca.
A Europa desperta de um sono profundo e é desconsiderada por dois loucos perigosos que se preparam para repartir entre si territórios e riquezas naturais.
Em Paris, os atarantados líderes europeus reúnem de emergência. Muitos sorrisos, beijos, abraços e almoços…
Na Ucrânia os mísseis russos continuam a cair, destruir, matar.
E o Mundo assiste envergonhado e revoltado.
Beijo.
Subscrevo.
EliminarEntretanto , a tragédia dos palestinianos continua e ainda não sabemos o que fará a China quanto a Taiwn, por exemplo e não só.
Russos e americanos a retalharem a Europa.
EliminarÉ agora ou nunca.
Ou perdemos o medo e avançamos decididamente ou a Europa ficará exposta aos novos bárbaros.
Beijos para as duas
Acabei de publicar a minha opinião...
ResponderEliminarGostei da sua comparação histórica.
Beijinhos
~~~
Parece decalcada, Majo.
EliminarNão aprendemos nada??
Beijinhos
Hoje há dois loucos que parecem os donos do mundo.
ResponderEliminarGostei do texto.
Beijos
Julgam-se donos do mundo.
EliminarOs chineses já lhes meteram o dedo no nariz.
Agora chega a vez da Europa.
Beijos
Não sei se só teremos quatro anos pela frente deste estado de sítio. Porque o famoso sistema de equilíbrios entre os vários poderes dos EUA está na sua esmagadora maioria sob o domínio do idiota oxigenado e apaniguados, além de que o Partido Republicano não é mais o que era em tempos idos.
ResponderEliminarA História , ao contrário do que muitas pessoas dizem, ainda não acabou e repete-se, sim.Porque o ser humano é o animal mais estúpido de toda a fauna existente.
E veremos o que vai fazer a China....
Quatro anos previsíveis, São.
EliminarDepois disso também não me atrevo adivinhar.
A China já deixou claro o seu afastamento em relação a americanos e russos.
Taiwan é outra questão.
Pequim nunca mudou a posição oficial relativamente à ilha.
Sim, só que Biden afirmou estar disposto a defender Taiwan . Não me parece que o idiota oxigenado o faça. E depois do apoio à Rússia neste retalhar da Ucrânia nem tem sequer autoridade moral para tal.
EliminarPelo que ouvi ontem, a China está aproximando-se da Europa.
Precisamente, São.
EliminarIsolar americanos e russos, cada vez mais os párias deste Mundo.
Taiwan, cedo ou tarde, será reintegrada na China.
Mas os chineses têm uma noção de tempo muito diferente da nossa.
Concordo.
EliminarChina e EUA estão nos antípodas uns dos outros.
A China tem uma cultura milenar e uma sabedoria imensa enquanto os EUA formaram-se no século dezoito e não possuem nem cultura nem bom senso sequer.
A História só se repete na tragédia porque, de resto, há sempre varantes.
ResponderEliminarNeste caso a Europa perdeu a vez e a voz!
Abraço
MESA RESERVADA para o encontro de alto nível para negociar sobre a Ucrânia e explorar as oportunidades económicas oferecidas pelo fim do conflito. Uma mudança de regime global parte em Riad, os EUA e a Rússia estão sozinhos. A ira de Zelensky foi cortada, a Europa deve ser suficiente para um telefonema. A Europa está reduzida à sua insignificância por conta própria.
ResponderEliminarRepito - é agora ou nunca, Teresa.
EliminarO teste final à Europa.
Sublinho: "A Europa está reduzida à sua insignificância por conta própria."
ResponderEliminarOu mostra união e músculo agora ou nunca mais, bea.
EliminarContinuo sem perceber esta inação europeia. Estarão à espera que as armas se virem contra nós, europeus, para depois reagir?
ResponderEliminarIsto é de loucos! Faz-nos falta um estratega do calibre de Sir Winston Churchill...
Beijinhos
Vamos esperar para ver o que andam a fazer os líderes europeus, Janita.
EliminarOu se não andam a fazer nada.
Beijinhos
Pedro, concordo plenamente com tudo. O interesse é pelo financeiro e não pelo fim da guerra.
ResponderEliminarTudo o que rodeia Trump tem a ver com dinheiro, Luiz Gomes.
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