15 de maio de 2019

Passadeiras LGBTI


Lisboa (Campolide) já tem passadeiras LGBTI, ou seja, pintadas com as cores do arco-íris normalmente associadas ao movimento LGBTI.
Depois de a sugestão do CDS (quem diria?!) ter caído por terra por supostamente ser ilegal (as cores das passadeiras são o preto e branco, as zebras), o autarca de Campolide avançou porque defende que não há aqui espaço para qualquer ilegalidade.
Seja como for, não consigo deixar de pensar que há uma grande patetice.
Há muito defendo que a opção sexual de cada um é uma escolha que deve ser livre e pessoal.
Sem necessitar de ostentação e foguetório.
Se as paradas LGBTI já me pareciam perfeitamente idiotas (será necessária uma parada heterossexual? Então porque é necessária a LGBTI?), agora são as passadeiras nas ruas a aumentar a idiotice.
Não se busca a igualdade, a liberdade de decidir com toda a naturalidade?
Então deixemos de lado a idiotice e encaremos a sexualidade com a naturalidade que merece, ponto final.

75 comentários:

  1. Essas passadeiras existem em muitas cidades canadianas já há alguns anos.
    As mulheres ainda comemoram o dia da mulher, ainda se manifestam pela igualdade... o que já não devia ser necessário neste século...

    Há sociedades que ainda precisam de ser sensibilizadas e de mostrar a quem as visitam que são abertas às diferenças.

    É lamentável, mas é a realidade.

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    1. Se ainda não ouviu, ouça uma entrevista do Morgan Freeman com o Mike Wallace, Catarina.
      É sobre o Black Awareness mas, mutatis mutandis, também se adapta aqui.

      A Prevenção Rodoviária alertou os peões que estas passadeiras, não sendo ilegais, não têm efeito nenhum.
      Se o automobilista as desrespeitar não há qualquer consequência.
      Acho que ainda vamos ouvir falar do assunto porque parece que se colocou o carro à frente dos bois (não deviam ser previstas legalmente primeiro?)

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    2. Esse é outro exemplo. Não temos o mês dos brancos, por que existe o mês da raça negra?
      Por muito que a humanidade tenha evoluído, ela continua a ser preconceituosa.

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    3. É uma tolice, não é, Catarina?
      Cem pontos para o Morgan Freeman.

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  2. Absolutamente de acordo. Como em muitas outras coisas, (a educação por exemplo) passámos de um extremo ao outro. Virou moda vir apregoar a sexualidade em praça pública, enfiar um ou mais casais homossexuais nas novelas, agora são as passadeiras. A intenção até pode ser boa, mas eu penso que pode ser contraproducente. Aqueles que têm uma mentalidade retrograda, que não aceitam a homossexualidade não mudam de mentalidade com esta ostentação, antes pelo contrário, são cada dia mais intransigente. A sexualidade de cada um deve ser respeitada como algo do foro intimo de cada pessoa e não encarada como uma moda.
    Abraço

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    1. Há um conhecido político americano que começou por ser apresentar ao eleitorado como gay.
      Lembro-me do Mário Soares se apresentar como republicano, socialista e agnóstico.
      Não como heterosexual.
      Porque isso não interessava.
      Parece que agora é muito importante.
      Abraço

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    2. Bem dito. "Como uma moda" é um pouco isso que os media estão a vender. E alguns pertencentes ao movimento divertem-se com a atenção recebida. Já que de outra forma não têm nenhuma, nada de diferente se passa nas suas vidas sem sal.

      Isto leva-me À resenha de um filme que li agora mesmo: Searching. Há uma parte em que o pai contacta os amigos da filha desaparecida e descobre que ela não tinha amigos. Eram apenas conhecidos ocasionais. Vai que a noticia do desaparecimento ganha contornos mediaticos e subitamente essas mesmas pessoas, diante de cameras e microfones, dizem que a conheciam, que andavam muito com ela, que eram amigos.

      Faz-me um pouco lembrar esta necessidade de estar no foco das atenções, de trazer os holofotes para as suas patéticas vidas.

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  3. Subscrevo inteiramente e tudo deve começar pela educação em casa e na escola porque a sexualidade de cada um a cada um pertence e com estes folclores não vamos a lado nenhum.

    Beijos e um bom dia

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    1. Uma perfeita tolice, Fatyly.
      Exibicionismo, venha de onde vier, é uma perfeito disparate.
      Beijos

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  4. Pelos vistos assistimos ao mesmo Telejornal...
    O que nunca entendi foi essa necessidade de «ostentação e foguetório». Assumam-se, carago, e sigam com a vidinha.
    Mais uma para figurar no anedotário português.
    Ó Portugal, Portugal!
    Beijo, boa semana.

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    1. Eu li no Público, teresa.
      E ri.
      Há anos, em Toronto, a minha cunhada que vive no Canadá disse-me para olhar para os postes de iluminação pública.
      E lá estavam as bandeirinhas com as cores do movimento LGBTI.
      Estávamos alojados na zona típica (?????) do movimento LGBTI.
      Respondi-lhe que me estava nas tintas.
      Não me dizia respeito.
      Mantenho essa postura.
      Beijo

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  5. A única coisa que se me oferece dizer é que estas passadeiras infringem a lei e como tal devem ser encaradas (e modificadas).
    Um abraço

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    1. Nem infringem a lei, António.
      Pura e simplesmente porque não têm nenhum valor legal.
      São o chão pintado, nada mais.
      Aquele abraço

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  6. Olá Pedro,
    e eu a pensar que seria um vanguardismo português para que os turistas possam tirar fotografias,
    e não é que a Catarina vem "surpreender" com o seu testemunho de que "já existem no Canadá" já há alguns anos!

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    1. Eu sabia, Angela.
      Havia lá na zona do hotel em Toronto.
      Mas no Canadá há enquadramento legal para isso.
      Em Portugal, como não há, isto é só o chão pintado.

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  7. Gostei não pelo significado mas sim pelo seu colorido.
    Um abraço e continuação de uma boa semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    O prazer dos livros

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    1. Se fosse só o colorido, óptimo, Francisco.
      Pese embora não ter qualquer validade legal.
      O significado é que estraga tudo.
      Aquele abraço

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    1. Sabe o que é que diziam as peixeiras do Mercado do Bolhão, Isabel Sá?
      "Homessa o c^ é seu??!!"
      E está tudo dito!!

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  9. Bem, se não houver sinalização vertical ao pé das mesmas, as mesmas não são passadeiras, portanto, se a mesma não existe, será bom o presidente da junta apressar-se a colocá-la, senão ainda poderá haver situações graves, fruto da idiotice...

    ...é que, infelizmente, a estupidez mata muita gente todos os anos!

    Um sinal de transito não é um símbolo de diversidade, tolerância e compreensão, é uma indicação, homogeneizada internacionalmente, para o tráfego! Já agora, porque não pintar os sinais de proíbição das cores do arco-iris também? Certamente ficaram muito mais alegres e coloridos... :)

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  10. Embora um sinal de trânsito não modifique a mentalidade portuguesa mediaval, gosto das cores do arco-íris.

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  11. Olha eu apoio a LGTB porém começar mudar padrões só para incentivar a categoria já não concordo. Acho que todo protesto é valido, passeatas, incentivos de outras maneiras agora mudar o que sempre foi não aprovo!

    Beijos
    Pâmela Sensato

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    1. Não apoio nem deixo de apoiar, Pamela Sensato.
      Não me diz respeito.
      A opção sexual é individual e independente.
      Beijos

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  12. Concordo com tudo o que seja para o bem estar das pessoas. Desde que não sejam apenas e só para satisfazer a vontade de alguns políticos. Que se aproveitam das desgraças alheias para atingirem os fins!

    Continuação de boa semana. Um abraço.

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  13. Passagem dos peões chama-se na minha língua zebrapad ou traduzido
    Passagem de zebra e como todos sabem uma zebra tem só riscas em preta e branca não há outras cores possíveis. Porque em Portugal não existe discriminação.

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  14. Ora, cada um faz as suas escolhas, não são precisas manifestações ou pelo menos não deveriam.
    Não se compreende como em pleno século XXI, ainda há quem tenha necessidade de apregoar as ditas diferenças.
    Para mim são inseguranças 🤨

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    1. É isso que me faz confusão, Manu.
      Se eu fosse para a rua gritar que gosto de mulheres não achavam que era doido?
      Pois...

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    2. Também desconfio que é um sentimento de inferioridade que os move. Em grupo e em estilo de provocação, sentem-se contestatários.

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  15. Completamente de acordo...

    Hoje :- Sinto o perfume no ar numa distância atroz

    Bjos
    Votos de uma óptima Quarta - Feira

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  16. Queridos leitores,
    convidamos-vos a ler o capítulo final do nosso conto escrito a várias mãos "Ecos de Mentes".
    https://contospartilhados.blogspot.com/2019/05/ecos-de-mentes-capitulo-14-final.html

    Bem hajam por todo o vosso acompanhamento e comentários.
    Saudações literárias!

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  17. pois olhe que lhes encontro certa beleza. Não por serem símbolo disto ou daquilo. Por serem uma alegria no chão.

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    1. Pois, até podem ser, bea.
      Mas não têm valor legal nenhum.

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  18. Também acho que você tem razão,
    mas eu, silvioafonso, não acre-
    dito que um indivíduo opte pela
    sexualidade com que vai tocar sua
    vida, até porque, seria lastimá-
    vel sabê-lo discriminado como sa-
    bemos que são.

    Um abraço, obrigado por ser meu
    amigo e bom dia.

    silvioafonso




    .

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    1. Nem discriminar nem celebrar o que é (ou deve ser) natural, silviafonso.
      Aquele abraço

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  19. Respostas
    1. Algo que deve ser encarado com toda a naturalidade porque é assim exibido, Walterlan?

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  20. O motivo até chega a ser ridículo, mas que eu acho esse colorido das passadeiras para peões, muito alegre e colorido, lá isso acho, Pedro!

    Beijinhos

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    1. Isso será óptimo no dia em que estiverem previstas legalmente, Janita.
      Assim são só pinturas no chão.
      Beijinhos

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  21. Antes este tipo de manifestação, se assim lhe posso chamar, às ridículas paradas gay.
    Cada um é o que é, ninguém tem nada com isso, como diz e muito bem, ponto final.

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    1. Essas paradas gay tiram-me do sério, Magui.
      Já foi para a rua cantar e dançar com as suas amigas para celebrarem o facto de gostarem de homens??

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  22. Podemos sempre ver pelo lado mais alegre.!:)~

    Beijos. Boa noite!

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    1. Essa é a parte de pintar o chão, Cidália Ferreira.
      Beijos

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  23. Jamais os que não forem hetero, vão ser aceites, infelizmente :(

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    1. Mas essa aceitação tem que ser natural, Mena Almeida, não forçada.
      Ouça a entrevista que mencionei à Catarina e faça as devidas adaptações.

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    2. Não os descrimino.
      A maior descriminação a escala mundial continua a ser pelo género. Mas não é por isso que digo que jamais a MULHER vai conseguir ser aceite num mundo com homens.

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  24. As paradas são importantes enquanto houver preconceito. São uma forma de conseguir a sensação de união e de pertença. Para mim pessoalmente não me fazem falta nenhuma. Mas respeito-as por sabermos todos que a discriminação é uma realidade mesmo nos países mais liberais.

    Quanto às passadeiras.... podem deixa-las a preto e branco que são realmente mais eficazes dessa forma!

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    1. Cito o Morgan Freeman (com adaptação), Boop - no dia em se deixar de falar nestas diferenças elas passam a ser naturais.
      Como devem ser.

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    2. Outra no alvo, PEdro!
      O Morgan Freeman acertou e você relembrou.
      "importantes enquanto houver preconceito" LOL.
      E quando é que alguém se vai dar por satisfeito e dizer "Ah, não, já está erradicado?" NUNCA!!

      É mais show off e provocação do que luta por direitos e igualdade. E isso não está certo, não está não. Até porque em muitos locais onde há "parada" a libertinagem e liberdade para fazer-se o que se quiser com quem se quiser é TOTAL. Vão fazer paradas para a Coreia do Norte, para países Muçulmanos... ISSO SIM, merece os nossos esforços. Defender quem vive em países tão radicais. Mas paradas onde os gays sempre dominaram a política, as artes, o comércio, etc... Give me a break. Pura ostentação. E quiçá, até lobbie.

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  25. Meu amigo Pedro, concordo plenamente com você. A opção da sexual é pessoal e não deve ser explicitada como tem sido.
    É uma idiotice mesmo!

    Beijo.

    Deliciosa Ilusão

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  26. Tenho lido com muita atenção todos os comentários que aqui foram escritos.

    Achamos que é idiota, que é parvoíce e ridículo as passadeiras, o desfile gay e outras manifestações/protestos. Diz o Pedro que devemos “encarar a sexualidade com a naturalidade que merece.” E devemos. Todos. Mas sabemos que isso não acontece. Que ainda há muita gente a referir-se aos gays com nomes/termos derrogatórios.
    Em conversa ainda são referidos, de passagem, como gays/homosexuais. Que há ainda pessoas muito preconceituosas. Não esquecer os que ainda são apedrejados!!!

    Também eu acho que nos tempos em que vivemos não deveria haver o mês da raça negra, assim como não há o mês dos brancos. Mas aquela minoria ainda sofre devido a preconceitos.

    Já que há o dia internacional da mulher a nível mundial, deveria haver o dia mundial do homem... mas não há. Os homens não têm (ainda!!!) que lutar pela igualdade salarial... por exemplo.

    Esquecemo-nos que nós, os brancos, somos uma maioria privilegiada. Que não estamos sujeitos às mesmas situações, à mesma descriminação que as pessoas de cor e os membros da LGBTQ enfrentam... ainda hoje!

    Alguém se lembra de ter ouvido falar (através dos pais, dos avós ou dos bisavós) que um branco ou uma branca foi despedido/a devido à cor da sua pele?

    Teríamos que estar na sua pele para compreendermos exatamente a razão por que se manifestam como se manifestam.

    Lembremo-nos que foi apenas em 2015... repito, 2015... que os 50 estados dos EU legalizaram o casamento de pessoas do mesmo sexo; foi em 2017 que aprovaram a adoção para estes casais.

    E foi em 2017 que o nosso Primeiro Ministro, Justin Trudeau, pediu desculpas na Câmara dos Comuns aos milhares de funcionários públicos a nível federal que foram despedidos por agências governamentais, incluindo o exército, entre os anos de 1950 e 1990s devido à sua orientação sexual.

    Como ele disse “Eles/elas perderam a sua dignidade, perderam as suas carreiras profissionais e tiveram os seus sonhos estilhaçados, as suas vidas arruinadas”.

    Sabemos, através das notícias, que a descriminação continua a existir em áreas ainda predominantemente masculinas, i.e., exército. Uma descriminação que já não é pública, mas que ainda existe.


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    1. Percebo-a perfeitamente, Catarina.
      E não há como discordar do que escreve.
      Mete-me impressão o dia de...
      Porque é chamar a atenção.
      Todos os dias devem ser dia de...
      E esqueça os americanos.
      Há estados que aboliram a bestialidade, que estava legalizada, ESTE ANO, sim ESTE ANO.

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    2. Uma forma um pouco atabalhoada de expressar alguns pontos de vista. O que faz a pressa. : )
      Depressa e bem, não há quem. : )

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    3. Estou completamente de acordo consigo, mas pintar uma passadeira às cores, descaracterizando-a e tirando-lhe, inclusivé, o valor enquanto sinalização (se não ouver sinalização vertical perto das mesmas, estas não são passadeiras, o que pode criar situações legais muito confusas em caso de acidente) não me parece que resolva nenhum dos problemas acima descritos por si :)

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    4. Não estava propriamente a referir-me às passadeiras de cores, embora não tenha qualquer objeção sobre a sua existência. Nunca vi nenhuma a não ser na baixa da cidade, em cruzamentos onde há semáforos e sinais luminosos para pedestres. Portanto, quando o sinal está verde os peões podem atravessar a rua. Tanto quanto sei as passadeiras de cores não estão a substituir as zebras que os motoristas têm que obedecer. Mas ainda vou contactar a câmara para ter a certeza do que estou a falar.

      Sei que estas passadeiras com as cores do arco-íris (rainbow crosswalks) são um símbolo de apoio e de aceitação por parte das municipalidades nas várias províncias do Canadá. Quando a iniciativa surgiu, não estiveram isentas de controvérsia. Creio que foi numa cidade na província de B.C. que um dia depois de uma passadeira ter sido pintada, um homem de 90 e poucos anos vandalizou-a. Outras apareceram com cruzes suásticas. Há quem seja contra porque dizem que apoiar um grupo minoritário não é a melhor maneira de gastar os dólares dos impostos (tax dollars). Suponho que se o LGBTQ fosse um grupo maioritário já seria aceitável para os que estão contra!! Vamos lá entender!!
      Como já disse, é fácil para nós que não enfrentamos descriminação sexual, de género ou de raça dar palpites, mas nunca devemos ignorar a realidade dos jovens de cor e que pertencem ao grupo LGBTQ. Não podemos ignorar o seu sofrimento e a humilhação de alguns estão sujeitos. Quando estamos prontos para ridicularizar algumas iniciativas devemos ponderar e tentar ver as várias vertentes dessas iniciativas.

      Tal como a pergunta que fiz sobre os brancos, faço-a sobre os heterossexuais: alguém conhece ou ouvir falar de homens ou de mulheres que tivessem sido despedidos do trabalho ou serem assediados por serem heterossexuais?

      Morgan Freeman foi mencionado. Diz ele que para se acabar com o racismo o melhor é deixar de falar sobre o assunto. Avestruz com a cabeça enterrada na areia?

      Pela mesma ordem de ideias, não falemos sobre os que são de orientação sexual diferente da nossa. Ignoremos os desafios que eles/elas enfrentam no seu dia a dia... Estaremos mesmo no século XXI?

      Muitos outros pontos de vista ficam por abordar. : )))

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    5. Catarina, da minha parte penso que pode constatar que, independentemente do objectivo, e no caso desta notícia, em que não foi referida qualquer sinalização vertical, semáforos ou não, a minha única preocupação foi com as pessoas que efectivamente atravessam a estrada e a sua segurança, ou seja, caso essa sinalização não exista, legalmente não é uma passadeira, como tal qualquer acidente na mesma pode criar problemas legais, e creio que isso deve ser o primeiro pensamento: Quem a utiliza! Porque, desde que a sinalização lá esteja, até pode ser uma pintura do sponge bob, que passa a ser uma passadeira!
      Quanto ao Morgan Freeman, deixe-me que lhe diga o seguinte: Os outros só têm sobre nós (sejam pessoas, organizações ou governos) o poder que lhes delegamos! O que quer dizer que quando não delegamos nenhum, não têm qualquer poder sobre nós! Qualquer problema demasiado escalpelizado e mencionado ganha contornos de um maior problema e torna-se um maior problema. E é isto que ele queria dizer. Na entrevista ele volta-se para o entrevistador e diz "Nós temos um mês da historia negra na América! Você é Judeu, quer ter um mês da história Judaica?" e o entrevistador respondeu rápidamente "Não!" e ele respondeu exactamente!
      Não será que falar demasiado nos assuntos e não nas pessoas acaba por criar maiores reacções de oposição? E até mesmo de aproveitamento por parte de alguns visados - E já levei com alguns comentários racistas por parte de pessoas de outras etnias, simplesmente porque não achavam certas as regras que são para todos!
      Ou seja, exacerbar um assunto através de uma mediatização e da criação de uma polarização, faz efectivamente pouco para o resolver e se calhar ainda piora o problema! Já retirar o foco dos discursos dos grupos e centrá-lo nas atitudes de um individuo, seja ele homem, mulher, transsexual, bisexual, homossexual, mexicano, nepalês, africano, índio, chinês, cristão, muçulmano, indu... O que quer que possa imaginar, basicamente,... Faz muito mais para estabelecer a igualdade efectiva!
      Não é esconder a cabeça na areia, é olhar para os problemas com a experiência e a sabedoria que a vida dá...
      ... até porque falamos de uma pessoa que viveu com essa descriminação, um Afro-Americano nascido no sul dos EUA no final dos anos 30, portanto ele deve saber do que fala melhor do que eu... Consegue sequer imaginar como seriam os EUA em Memphis nessa altura?

      Mas isto tudo que lhe disse é o entendimento que tenho do que ele disse. Poderá ver a entrevista por si, no youtube! E eu, por acaso concordo com ele! :)

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    6. Filhos do Desespero... e assim concordamos em discordar. :))

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    7. Cláudio Gil e Catarina
      São pessoas como vocês que tornam este espaço interessante.
      Bem hajam

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    8. Catarina, não discordamos no essencial... Apenas no método para atingir o mesmo objectivo... :)

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  27. 100% acordo. Sempre senti o mesmo. Qualquer pessoa verdadeiramente livre de preconceito pensa igual.

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    1. Esta diferenciação é que me parece preconceituosa, Portuguesinha

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  28. Tb achei idiota. Não faz sentido num símbolo para a segurança de peões e não decorativo.

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  29. Respeito a orientação sexual de cada pessoa , mas nunca achei piada ao que designo por folclore .. e acho que estamos a cair um pouco nisso.

    Porém também acho errado boicotar o uso do arco-íris em lojas ou noutros sítios acusando-o de ser o símbolo da homossexualidade.

    HAJA EQUILÍBRIO E BOM SENSO!!

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    Fui al diagnóstico y luego descubrí que estaba curado y sano como nunca antes. Aquí está el contacto del Dr. Itua, si está
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