15 de novembro de 2017

Antes do 25 de Abril era assim






20 comentários:

  1. A minha avó, a minha mãe e as minhas tias nunca seguiram estas regras salazaristas.
    Nunca vi a minha tia Maria com uma saia. Usou sempre calças e não era lésbica. Era sim, a mãe de dois filhos, uma mulher emancipada. Uma mulher de negócios.

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    1. Curiosamente ainda ontem, numa acção de formação, o formador lembrava os tempos em era permitido às raparigas entrarem no liceu de mini saia, mas não de calças, Teresa (anos 60, em Coimbra).

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  2. boas
    ainda gostava de ver estas leis serem obrigatórias neste seculo pelo menos meio ano.
    qual seria a reação destas novas gerações.
    curiusidade !!!!!!
    JAFR

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    1. A reacção das novas gerações seria, e ainda bem, muito má, Joaquim Rosário.

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  3. Irreal!!! ahahah
    Esta última lição de educação é fantástica, custa a acreditar!
    Foi giro ler tudo e verificar que estamos cheias de sorte :)))
    bjs

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    1. Não é sorte, papoila.
      É a mais básica dignidade a que qualquer ser humano deve ter direito.
      Bjs

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  4. Olá Pedro, se formos ver, não há assim tanto tempo que isso aconteceu!
    passamos para o excesso que é, penso eu, também "violento", do 8 para o 800...

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    1. Os excessos actuais incomodam-me muito menos que estes, Angela.

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  5. E tantos dislates mais... e bem mais graves...

    Beijinho, Pedro.

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    1. Ontem falava mais uma vez no meu avô materno, Graça.
      Um tipo extraordinário que morreu no dia 26 de Abril de 1974.
      E que já não teve sequer consciência daquilo que estava a acontecer.
      Algo que ele tanto ansiava e que não conseguiu sequer perceber que se estava a passar.
      Beijinhos

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  6. Fantástico. Não resisto a partilhar. Obrigado

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    1. Por favor, Corvo Negro.
      Até para muito boa gente ter consciência do que era a realidade.

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  7. No liceu onde andei de 62 a 69 muita moça usava calças, bem sabendo que era proibido. todavia havia o alibi da bata (que tinha que estar ao nível do joelho) era vê-las a arregaçar as calças á boca de sino uns largos metros antes da portaria. Se a vice-reitora via ou não a manobra, ninguém denunciava nem era advertida e o mundo rolava como sempre, sem grandes percalços e com nenhuma droga e pouca violência comparado com os tempos de hoje. Educação e civilidade, boas maneira e respeito pelos professores e contínuos nem sequer tem comparação com os dias de hoje. Se era bom ou mau? Era seguramente diferente.

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    1. Esse respeito pelos professores realmente desgastou-se, se é que não se perdeu, álvaro silva.
      Passou-se do oitenta para o oito.

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  8. Caro Coimbramigo

    ... Tenho a impressão que já vi estas fotos...

    Triqjs e abraço para tu do te amigo

    Henrique, o Leãozão

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    1. Recebi de dois habituais colaboradores, FerreirAmigo - tu e a minha prima.
      Abraços para ti, beijinhos para a Raquel

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  9. Por incrível que pareça há gente a dizer: ai que saudades, naquele tempo é que era bom, havia respeito...
    Abraço.

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    1. Respeito ou medo, Agostinho?
      É que são realidades bem diferentes.
      E também havia fome, miséria, atraso cultural.
      Será que também têm saudades disso??
      Aquele abraço

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  10. Pedro, deixo o meu testemunho aqui com o caso da minha tia. Ela conta-nos muitas histórias dessa altura, e uma delas vem ao encontro dessa lei "casamento de professoras"; ela que era professora primária, para poder casar teve de deixar de leccionar durante uns anos até o marido ter um vencimento equiparado ao dela. E só depois,já com dois filhos pequenos retomou a sua profissão.

    Muito se lutou pelos direitos da mulher até hoje e, ainda assim, na sociedade portuguesa, para trabalhos iguais, salários diferentes. A luta continua.

    Bjs

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    1. Hoje em dia custa crer que isto era a mais pura e dura realidade, mz.
      Até por isso, e para evitar o negacionismo, é bom de quando em vez relembrar que era mesmo muito real.

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