30 de abril de 2014

Casamento do professor - Quem se lembra?


16 comentários:

  1. Como os tempos voaram e tudo é tão diferente na actualidade.
    Moralidade...??? Bons costumes e rendimentos...???
    Votos de um bom dia.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. luís,
      É deste tipo de coisas que nos devemos lembra quando fazemos comparações absurdas entre a actualidade e o passado.
      Até por sentimento de gratidão para com quem nos permitiu chegar aqui.
      Votos de um bom dia também

      Eliminar
  2. Quando muitos defendem o salazarismo...eu mando ler o código civil e penal de 1939 ou 49...para ver o que foi esse horror e ver a actualidade apesar dos pesares dos pesares:)

    A minha mãe ainda hoje fala disso, casou com o meu pai indo contra tudo e contra todos. O meu pai foi piloto de aviação civil e lembro-me também de falar que as hospedeiras não podiam casar...embora eu soubesse de dois casos que viviam em união de facto e depois já puderam casar. Hoje não sei nada delas.
    Viver uma ditadura é uma coisa...falar e defende-la com unhas e dentes só porque sim...é outra.

    Há dois dias apanhei a notícia a meio: já foi lançado um livro sobre as leis absurdas do Estado Novo...e vou tentar ver se encontro tal livro e ouvi o autor a falar e não tomei nota:(

    Beijocas

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. São exemplos destes que nos permitem perceber o que era o antes e a diferença brutal para o actual, Fatyly.
      Até parece mentira
      Beijocas

      Eliminar
  3. ~ Parece anedota!
    ~ O polvo tudo controlava!

    ~ ~ ~ Beijinhos. ~ ~ ~

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Até impressiona, Majo.
      Hoje em dia parece-nos impossível que coisas destas tenham acontecido.
      Beijinhos

      Eliminar
  4. Não sou desse tempo, mas sabia disso. E de outras barbaridades que eram lei nessa época! Enfim...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O mais aviltante é que isto era LEI, Graça.
      Parece mentira.

      Eliminar
  5. Quando conto isso nas tertúlias com jovens, eles nem querem acreditar. Tenho de lhes mostrar a prova e é um gozo vê-los de olhos esbugalhados :-)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não me surpreende, Carlos.
      Isto é mesmo inacreditável
      E é só um exemplo.
      Venham lá os saudosistas.

      Eliminar
  6. Já conhecia e estava convencida que tinha lido aqui.

    São exemplos como estes que nos permitem perceber o que era o antes e a diferença brutal para o actual como o Pedro diz e muito bem.

    Podemos não ter dinheiro, mas LIBERDADE temos!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Dois mundos completamente distintos, ematejoca.
      E isso, com todos os problemas e todos os defeitos, é algo que não podemos esquecer, muito menos escamotear.

      Eliminar
  7. Respostas
    1. Também não é do meu tempo, António.
      O que não me impede de dizer que os deuses devem estar loucos!!

      Eliminar
  8. Sempre poderiam ficar para tias, não era? Estatuto supremo do pai da nação muito conveniente para a prática de virtudes públicas; e de pecados privados.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Dos pecados privados é que se fala pouco Agostinho.
      E, quando se fala, é muito baixinho.

      Eliminar