Mr. Fedorov goes to Washington


Mikhailo Fedorov, o Ministro da Defesa que Zelensky dispensou, e que rapidamente veio publicamente ignorar a Constituição da Ucrânia e pedir a realização de eleições mesmo com a lei marcial em vigor, planeia uma visita aos Estados Unidos a breve trecho.
É o que acontece com a marionete quando deixa ver a mão que a manobra.
Os rumores acerca da interferência americana no processo de ascensão pública de Fedorov já circulavam há algum tempo.
Agora passam a ser óbvios e assumidos.
A Ucrânia é palco de muitas guerras.
E de muitos interesses.
Um deles tem a impressão digital saída da mão suja de Donald Trump.
Donald Trump anda desesperadamente à procura de um líder na Ucrânia que possa auxiliar a sua desmiolada ideia de conseguir uma paz podre que ponha fim à guerra e o coloque em posição privilegiada para conseguir o tão cobiçado Nobel da Paz.
Como já percebeu que não pode contar com Zelensky para conseguir esse objectivo, muito menos com Putin, vai procurar fazer emergir uma nova liderança politica na Ucrânia que lhe seja fiel e sirva os seus interesses.
E sabe que pode contar com a contribuição russa nesta guerra híbrida.
Assim como com a contribuição de Fedorov, receoso de cair no esquecimento e ansioso para aproveitar o momento efémero de ilusória fama.
Zelensky é um estorvo para Putin mas também para Trump. 
Será Fedorov a figura dócil que os lideres russo e americano procuram? 
Não custa tentar…

Comentários

  1. Este seu artigo fez-me pensar no canto da sereia - vi A Odisseia na semana passada. : ))
    Os cenários políticos atualmente estão a tornar-se cada vez mais “intransitáveis” e insuportáveis para o meu intelecto.
    Cheguei ao ponto de saturação com esta “guerra comercial” entre o Canadá e os Estados Unidos. Fiquei mais atenta a todos os rótulos dos artigos e produtos alimentares que compro para me certificar que são fabricados aqui. É o mínimo que posso fazer como cidadã deste país. Mas quando estiver a passar semanas no país vizinho, comprarei o que necessitar sem olhar aos rótulos.

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    1. Recuso visitar os Estados Unidos enquanto esta criatura e os que o acompanham forem Poder, Catarina.
      Escumalha nojenta, bando de cleptómanos assassinos.

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    2. Se uma das suas filhas estivesse lá a viver, o Pedro nāo iria visitá-la?

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    3. Compreendo perfeitamente a motivação da Catarina.
      Eu faria EXACTAMENTE o mesmo que a Catarina faz

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  2. A Guerra na Ucrânia, desde o início, nada teve a ver com "democracia", "liberdade", "direitos humanos" ou "valores europeus", mas sim, com dinheiro, ganância e poder. Esta guerra foi totalmente provocada pelo Ocidente, principalmente pelos EUA e pelas elites israelitas que controlam o governo americano, como a senhoria Victoria Nuland, que em 2014 até andou a distribuir bolachinhas na Praça Maidan em Kiev:

    https://joaojhnobre.blogspot.com/2026/08/a-guerra-na-ucrania-o-projecto.html

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    1. E eu que estava convencido que a Rússia tinha invadido a Ucrânia.
      Afinal não foi assim.
      A culpa da violação é sempre da mulher violada.
      Porque é que ela diz não???

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    2. Putin deixou claro no fim de 2021 que a NATO iria ser empurrada para trás a bem ou a mal... Em Dezembro de 2021, a Rússia entregou ao Ocidente vários documentos e propostas de acordo, onde avançava com uma renegociação de toda a arquitetura de segurança internacional e o compromisso escrito por parte dos EUA, de nunca deixarem a Ucrânia aderir à NATO. O Ocidente, de forma totalmente arrogante e agressiva, recusou integralmente as propostas de paz russas e ainda se riu na cara dos russos e fez troça da linha diplomática seguida por Moscovo. Sei muito bem de tudo isto, pois escrevi sobre esta questão na altura em vários artigos e recordo-me até de por volta de alturas do Natal de 2021, eu ter escrito um artigo em que advertia que aquele seria o último Natal em paz na Europa durante muito tempo, pois a guerra estava ao virar da esquina... Os factos demonstram como não me enganei e dois meses depois em Fevereiro de 2022, a Rússia, após anos de promessas falhadas por parte do Ocidente e já não podendo tolerar mais os sucessivos alargamentos da NATO em direção às suas fronteiras, foi obrigada a tomar medidas técnico-militares que se traduziram na Operação Militar Especial que dura até hoje na Ucrânia.

      O Ocidente, nomeadamente os EUA, a UE e a NATO, são inteiramente culpados e responsáveis pelo conflito que grassa hoje na Ucrânia e os americanos especialmente, ao que tudo indica, provocaram-no tendo em conta três grandes objetivos estratégicos, a saber:

      Sancionar a Rússia de forma muito violenta, de forma a tentar provocar o colapso do governo de Putin e se possível, substituir Putin por um fantoche qualquer ao serviço do Ocidente.
      Cumprido o ponto 1, aproveitar o caos das sanções e da guerra, para tentar provocar o colapso do Estado Russo e a consequente fragmentação da Rússia. A CIA e os vários serviços secretos ocidentais, já estavam preparados para fornecer armamento e inteligência a quaisquer grupos que lutassem contra Moscovo.
      Através das sanções contra a Rússia, cortar as ligações económicas entre a UE e a Rússia, com consequências muito negativas para a UE. Os EUA passam assim a ser os grandes fornecedores de bens e armamento à Europa. Washington ganha em literalmente tudo e os europeus, conduzidos por políticos serviçais do Império Anglo-Sionista, ficam a ver os navios a passar...

      Apenas compreendendo a vileza e violência do ataque que foi organizado contra a Rússia por parte do Ocidente coletivo, é que podemos entender porque é que os russos tomaram as medidas que tomaram na Ucrânia e porque é que Putin está disposto a ir até ao fim com a Operação Militar Especial, custe aquilo que custar. Estou certo de que a guerra em curso ainda irá durar algum tempo, porém, esta irá decorrer até que a Ucrânia seja totalmente desmilitarizada, desnazificada e em última análise, desmantelada para todo o sempre. Isto significa que o Estado Ucraniano com grande probabilidade irá deixar de existir, a Rússia irá absorver as terras que foram suas durante séculos e não haverá mais Zelensky, nem juntas pró-UE em Kiev, nem NATO na Ucrânia.

      Recordo que tudo isto, este desfecho que eu sei que para muitos é absolutamente trágico, poderia ter sido todo evitado se o Ocidente em 2021, simplesmente, tivesse aceitado dar aos russos as garantias escritas que os russos então pediram. Agora, infelizmente, será muito pior e podem ter a certeza de que Moscovo não quer mais "negociações" com o Ocidente sobre a Ucrânia. A única "negociação" que a Federação Russa vai ter daqui para a frente com o Ocidente, vai ser para assinar a capitulação total e incondicional da Ucrânia nesta guerra, à semelhança do que aconteceu com a Alemanha Nacional-Socialista em 1945.

      https://joaojhnobre.blogspot.com/2026/08/algumas-notulas-sobre-o-momento.html

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    3. Ou seja, corta-se a pila ao homem não vá ele usá-la para o que não deve.
      E entretanto vai-se traindo o desgraçado para depois dizer que o culpado de ser encornado é ele.
      Papem a propaganda do Kremlin à vontade.
      Mas não queiram que eu faça o mesmo.
      Não querem ver o que têm à frente dos olhos?
      Óptimo.
      Não tentem sequer meter a vossa realidade pelos olhos dentro de outras pessoas.
      E, de caminho, vão viver para a Rússia.
      Não fiquem a viver das mordomias da Europa e a cuspir no prato onde comem.
      Cambada de hipócritas!

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    4. Caro Pedro Coimbra, eu não quero ser indelicado, mas eu muito sinceramento não tenho culpa de que o Pedro perceba literalmmente ZERO de geopolítica e realpolitik. Lamento informar, mas o Mundo real está muito longe das suas efabulações e fantasias. Quanto a propaganda, a única pessoa que aqui anda a regurgitar propaganda é o caro Pedro, que nada mais faz a não ser andar para aqui a publicar textos que mais parecem ter sido escritos por alguém ao serviço das operações psicológicas da CIA ou do MI5.

      Mas vamos aos factos, pois é isso que interessa...

      Os EUA e o Ocidente são governados neste momento por uma elite que não entende o que é a guerra real e o que é que esta implica tanto em termos de necessidades (recursos naturais, indústria, stocks de munições, logística, modelos matemáticos, mentalidade, demografia, cultura académica, etc...), como em termos de consequências. A concepção que as elites ocidentais e grande parte da população têm hoje da guerra, é uma concepção muito rudimentar, Hollywoodesca até, laboriosamente construída por décadas de propaganda e lavagem cerebral.

      O mito da "invencibilidade americana", apesar de ter sido completamente estilhaçado pela República Islâmica do Irão nos últimos meses, ainda continua a dominar as análises de grande parte dos jornalistas e da intelligentsia ocidental. A verdade, porém, é que esta gente é pura e simplesmente incompetente. A CIA, os conselheiros que rodeiam Trump, inúmeros "analistas" ao serviço de Washington e da NATO, esta gente não ocupa os cargos que atualmente ocupa por serem os melhores, mas sim, porque dizem aquilo que o Deep State e a elite reinante querem que esta gente diga, quais papagaios de serviço. Esta é a grande diferença entre a América de hoje e a América que tínhamos até aos anos 1980. Comparem a administração de Ronald Reagan com a administração patética que temos hoje com Trump. Reagan, digam o que disserem dele, tinha especialistas e académicos realmente capazes a aconselhá-lo. Numa altura em que o Mundo ainda vivia em plena Guerra Fria, a administração Reagan tinha ao seu serviço a "nata da nata" daquilo que o Ocidente produzia em termos de analistas sobre a URSS e o Mundo Comunista. A administração de Reagan era hostil à URSS e ao Comunismo, isso é inquestionável, porém, esta administração era simultaneamente realista e tinha uma noção minimamente pragmática da realpoltik. Hoje, ao invés, tanto a administração de Trump, como a de muitos países europeus, estão pejadas de ideólogos neocons, extremamente agressivos e caracterizados por uma postura de superioridade arrogante em relação ao resto do Mundo. Um bom exemplo disto mesmo foram as infelizes palavras do antigo chefe da diplomacia europeia, Josep Borrel, quando este afirmou num discurso em 2022 que a Europa é «um jardim» e o resto do Mundo «uma selva».

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    5. E o entusiasta da Administração Trump é quem?? Eu??
      Não suporto bandalhos.
      Na América ou no Leste da Europa.
      Ambos ENGANARAM a Ucrânia.
      Prometeram proteção em troca da entrega de armas.
      E depois invadiram (Rússia) e legitimaram a invasão (Estados Unidos).
      FACTOS!!
      Não são efabulações, são factos.
      A Europa, por muito tempo inerte, imóvel, acordou quando viu Putin invadir a Ucrânia no ano 2022.
      E percebeu que estava em perigo com semelhante vizinhança.
      Pior ficou quando Trump ganhou as eleições e se percebeu que estava no bolso de Putin.
      A mesma Europa que afinal precisou do empurrão de Putin e de Trump para finalmente perceber (talvez…) que os pilares da segurança externa e da defesa precisam de urgente aprofundamento.
      Mas que sei eu??

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    6. Este comentário foi removido pelo autor.

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    7. O que vale é que você sabe tudo.
      Informação privilegiada, de certeza.
      O meu barbeiro também era assim.
      Um dia destes escrevo acerca dele aqui.

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    8. Eu não sei tudo, mas sei o suficiente para falar sobre este assunto com à vontade e de forma mais estruturada do que a esmagadora maioria das pessoas. Sigo tudo o que se está a passar na Ucrânia desde 2014, tenho uma Licenciatura em História e sou Mestre em História Contemporânea, sendo que escrevi uma dissertação sobre diplomacia. Esta questão da Ucrânia, basicamente, é precisamente a minha "especialidade".

      Quanto ao barbeiro do Pedro Coimbra, escreva sobre ele, seu eu gostar, até posso partilhar no meu blogue.

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    9. Já que estamos em matéria de diplomas, sou Licenciado em Direito e Mestre em Direito Europeu (European Union Law porque o mestrado e a tese foram em Língua Inglesa).

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  3. Nem quero acreditar que ele consiga o Nobel da Paz...
    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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    1. Não acredito que tal possa acontecer.
      Mas também não acreditava ser possível uma guerra na Europa no século XXI.
      E já leva quase cinco anos…

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  4. Como Fedorov é extremamente popular entre a população ucraniana e os militares devido aos seus sucessos na digitalização, a sua ruptura aberta com o presidente é considerada o maior desafio político interno para Volodymyr Zelensky desde o início da guerra de agressão russa.

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    1. Ele e quem o apoia procuram precisamente capitalizar essa popularidade, Teresa.

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  5. Há pormenores nesta situação que são do desconhecimento do cidadão comum.
    Sempre disse que Zelensky não era um 'santo'. E não é. Mas isso agora não interessa nada.
    Há muito que Zelensky tinha a faca apontada a Fedorov. Apenas escolheu a melhor altura.
    Sem defender - nunca o fiz - Putin, não entrego as fichas ao líder ucraniano. Como não o faço a Trump ou a Netanyahu ou a outro qualquer facínora.
    Guerras, quero-as bem longe.
    Um abraço, Pedro.

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    1. Zelensky sairá do poder após a guerra, António.
      A bem ou a mal.
      Foi o que aconteceu a Churchill.
      O que é mais curioso é haver alguém a cobiçar aquele que deve ser o posto político com maior pressão neste momento.
      Porque será????
      Um abraço

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  6. Li tudo concordando ou descordando digo apenas que oxalá que Putin e os seus lambe botas sufoquem na chacina que estão a fazer !
    Beijos e um bom dia!

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    1. Mas ainda vai tendo quem o entenda, Fatyly.
      Que tempo estranho este que vivemos.
      Beijos

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  7. Zelensky é um osso muito duro de roer, Trump e Putin não contavam com tanta resistência por parte da Ucrânia, povo valente e sacrificado.

    Abraço

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    1. Um povo que não se rende.
      Que prefere morrer de pé a viver agachado.
      Abraço

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  8. Não aprecio Zelensky, excepto na firmeza com que enfrenta a situação . Ainda menos aprecio Putin e muito menos Trump.

    Não esqueço o histórico do que está a acontecer e se o russo não é flor que se cheire , o Ocidente também tem culpas no cartório.

    Mais uma vez, são os inocentes de ambos os lados que sofrem...

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    1. Essa é a narrativa que Putin arranjou para tentar justificar o injustificável, São.
      Putin não se conforma com a implosão do império soviético.
      E, do alto do seu complexo napoleónico, quer reerguer esse império e ser imperador numa nova ordem multipolar.
      Com três eixos essenciais.
      Moscovo, Pequim e Washington.
      Mas não se pode dizer isto, fica mal.
      Então inventa-se um eufemismo.
      Do mesmo género de operação especial para mascarar uma invasão.

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    2. Putin provavelmente quer mesmo isso , tem saudades da URSS e nada justifica a dita operação especial.

      Porém, isso não torna Zelensky um democrata nem a Ucrânia um país sem problemas graves de corrupção ( para onde a Europa está enviando milhões de euros.)

      E assim vamos...

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    3. Faço minhas as palavras da nossa amiga São‼️

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    4. Não sei qual é a solução, mas me parece ser esta situação insustentável e que se deveria fiscalizar muitissimo bem como são utilizados os milhões de euros saídos dos bolsos europeus - nunca sendo suficientes para o ucraniano.

      Zelensky não está muito preocupado com a corrupção ( que , reconheçamos, era já anterior a ele), pois quis diminuir os poderes da agência anti-corrupção ( foi travado pela UE) e um seu colaborador muito próximo fugiu para Israel um ou dois dias antes de o escândalo ser público .... e não fui nem eu Pedro que o avisámos.

      Se não há outra hipótese senão aguentar o que está, limitemos, pelo menos, os danos.

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    5. A corrupção é endémica na Ucrânia.
      Um tema para ser tratado APÓS a guerra.
      Agora é ESSENCIAL travar Putin.

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  9. Como me interessa aprofundamentos li todos os comentários.
    Resumidamente: Quem sofre com todas essas canalhices é o povo;
    o mesmo que elege esses canalhas... vai entender.
    Mas aqui no Brasil temos nossos canalhas de estimação; é complicado viu...
    Até nesses instantes e minutos sofremos com o rastro Bolsonarista de destruição;
    e o pior que o filho desse facínora é candidato a presidência e milhões de Brasileiros
    votem nele; pessoas que realmente passam necessidade pode? uma coisa dessas?
    Boa continuação de semana.

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    1. Vou publicar um post acerca do tema esta semana.
      Boa continuação de semana, também

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