Ceuta e a guerra híbrida russa
Dezenas de milhares de pessoas atiraram-se à água em Ceuta tentando entrar em Espanha (continental).
Só os imbecis poderão acreditar em coincidência numa situação destas.
Milhares de pessoas decidem aproveitar um feriado oficial em Marrocos para irem a Ceuta lançar-se à água na esperança de entrar em Espanha?
O governo marroquino, as redes sociais, a desinformação, todos terão desempenhado um papel fundamental nesta tragédia.
Assim como o desleixo das autoridades espanholas na vigilância e proteção das suas fronteiras.
Para completar o puzzle, a influência externa.
De marroquinos que copiam russos, bielorrussos e turcos, utilizando o controlo fronteiriço como instrumento de chantagem; talvez de israelitas e americanos, todos com sede de vingança de Espanha e do seu líder Pedro Sanchez.
Faltará provavelmente uma peça.
A guerra híbrida russa.
Esta técnica, a invasão fronteiriça, era um dos elementos essenciais da estratégia arquitectada por Prigozhin e pelo Grupo Wagner para espalhar o caos na Europa, via África; na Ucrânia, via Bielorrússia; na Finlândia, via Rússia.
Prigozhin teve um acidente fatal (um dos muitos “acidentados”).
Mas o Grupo Wagner continua activo.
Sobretudo a partir de África, precisamente.
Esqueçam os traficantes de carne humana, que nada ganham com estes desesperados.
Talvez seja melhor mais uma vez procurar a mão que atira a pedra e se esconde.
A Leste.
E a mais que visível e evidente mão marroquina que procura castigar Sanchez e o seu apoio à Argélia enquanto também procura obter ganhos económicos nos inúmeros dossiês a serem negociados com a União Europeia.



Esse evento, trágico, escapou totalmente ao meu conhecimento. Há muito que não vejo ou oiço notícias.
ResponderEliminarAcabei de ler um resumo do que se passou.
Usar as fronteiras como arma, Catarina.
EliminarOs russos despejaram cidadãos na Finlândia; os bielorrussos organizaram voos para fazer entrar sírios na Polónia; os marroquinos já tinham utilizado esta estratégia e agora repetiram depois da visita de. Sanchez à Argélia.
No futuro veremos situações semelhantes.
Ceuta e Melilla tornam-se gargalos onde Direitos Humanos são suspensos.
ResponderEliminarUsar o desespero das pessoas, Teresa.
EliminarE lá pelo meio aproveitar para fazer uns terroristas em solo europeu disfarçados de asilados.
A minha opinião vale o que vale mas é minha: tudo isto tem como finalidade desestabilizar a Europa.
ResponderEliminarObviamente que tem as mãos dos facínoras do costume.
Um abraço, Pedro.
Obviamente, António.
EliminarProcurar criar instabilidade na Europa.
Sobretudo na União Europeia.
Um abraço
Nem sei o que te diga Pedro sobre esta tragédia que me levou à guerra que vivi em Angola com a entrada dos bandidos do regime e não só!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Explorar a debilidade e a fragilidade das pessoas com fins políticos, Fatyly.
EliminarDejectos em forma de gente quem faz isto.
Beijos
Tenho imensa compaixão pelas vítimas destes políticos sem escrúpulos e , segundo a comunicação social, morreram dezenas.
ResponderEliminarEstarão já confirmadas 72 vitimas mortais, São.
EliminarMas esse número é provável que ainda cresça.
Mas que avalanche de gente a caminhar para a morte!
ResponderEliminarQue tristeza!
Mais, vou falar sem certeza, como é óbvio, mas cá para mim os incêndios devastadores que estão a atingir a Espanha, França e até Portugal, tem a mão maquiavélica dos mercenários a soldo da Rússia...
Tá dito!
Beijinhos
Em França a caça aos incendiários já está em marcha.
EliminarE são MUITOS.
Beijinhos
Penso que este artigo de Ana França, no Expresso, vem corroborar o post: https://expresso.pt/uniao-europeia/2026-08-04-barreira-metalica-assalto-ventos-as-palavras-chave-que-levaram-milhares-de-pessoas-a-ceuta-e-outros-truques-de-uma-rede-organizada-8d5e4373
ResponderEliminarVou ler.
EliminarPortanto, a culpa é de todos menos do xuxa Pedro Sánchez, o caramelo que fomenta activamente a imigração ao insistir em legalizar todo e qualquer ilegal que ponha os pés em Espanha... é isso?
ResponderEliminarVocê lê o que eu escrevo e o que você escreve?
EliminarControlo fronteiriço péssimo por parte da Espanha.
Também alinho pela sua tese amigo Pedro.
ResponderEliminarUma vingança a Pedro Sanchez que tem muitos autores possíveis.
Um abraço.
E também um controlo fronteiriço muito mau.
EliminarUm abraço
E enquanto s vingam o povo morre. Que jogo mais maquiavélico. A besta humana é a mais malvada.
ResponderEliminarIsso mesmo, bea - pura malvadez.
EliminarIndependentemente das fragilidades fronteiriças da Espanha em Ceuta e Melila, esta invasão foi orquestrada pelas mãos que o Pedro aponta.
ResponderEliminarAcontece que a estes territórios não se aplica a fronteira aberta com a Espanha continental, mas não deixa de ser um enorme problema, sobretudo com os muitos menores que chegam a esses territórios e o drama dos afogados.
A legislação espanhola protege-os.
Abraço
O “drama” da invasão europeia é um mito.
EliminarCeuta e Melilla não são abrangidas pelos acordos Shengen.
O drama é só para quem ali chega.
Abraço