Isto é um assalto
Isto é um assalto, grita o Chega.
Gabinete desarrumado, histeria colectiva, a tese da perseguição à solta.
E tanta pergunta sem resposta.
O partido que passa a vida a falar em insegurança é afinal literalmente o partido de portas abertas? Mesmo que para lá dessas portas supostamente haja documentação que compromete as mais altas figuras do Estado? De onde veio essa documentação? Porque é que não foi entregue às autoridades competentes? Onde estava a segurança do Parlamento para deixar vasculhar um gabinete sem se aperceber de nada? Será que essa documentação existe? O assalto é real ou uma encenação seguida de vitimização?
Perguntas, tenho muitas.
Respostas, não.
Não gosto de fazer julgamentos apressados, muito menos gosto de vereditos enviesados.
Numa semana em que tanto se falou da Polícia Judiciária, e de alguma hipotética informalidade na sua actuação, esta poderá ser uma óptima oportunidade para repor a credibilidade pública daquele órgão policial.
Deixem o Luís (Neves) trabalhar.



Não sigo notícias nem política mas alguma coisa sempre vaza. E lembro que "vazou" que o chega manipulou imagens para parecer vítima, criou situações no passado para parecer perseguido... Temos de nos guiar pelo padrão que temos.
ResponderEliminarE a verdade seja dita: se não for pela controvérsia e por notícias sensacionalistas, parece que o partido não é notícia.
O ataque cardíaco do Ventura que afinal era azia; o disparo que afinal era o escape de uma motorizada; … tudo a aconselhar calma antes de gritar lobo.
EliminarEstou totalmente de acordo com o que escreveste!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Beijos, Fatyly
EliminarAndrézito e o seu grupo não (me) merecem o mínimo respeito nem a a mínima credibilidade.
ResponderEliminarComo o próprio reconheceu, Luis Neves deveria ter tido mais rigor. mas isso não o transforma num criminoso.
Simplesmente , Ventura tem-no como alvo a abater o mais depressa possível porque desmantelou uma organização nazi e porque lhe desmontou o discurso anti - imigrantes.
Estamos em época de todas as ratazanas saírem do esgoto, infelizmente.
O Luís Neves, de maneira polida, chamou-lhe o que ele é - mentiroso, demagogo, populista, panfletário.
EliminarE passou a ser um ódio de estimação.
Boa tarde meu querido amigo João Pedro. Obrigado pela visita e comentário. Já fizeram, simulações de assassinatos, aqui no Brasil, quando o Collor era presidente. Esse lugar, não tem nenhuma câmera, para filmar? Uma excelente noite terça-feira, para você e todos os seis familiares em Macau e um grande abraço do seu amigo carioca.
ResponderEliminarExactamente, Luiz Gomes - é deixar a polícia investigar.
EliminarPara depois podermos tirar conclusões fundamentadas.
Grande abraço
Investigue-se mas ... alguém está interessado nesse frete?
ResponderEliminarAntes que se saiba algo de concreto, mantenho-me na expectativa.
Esse grupo de malandrecos mal paridos, nasceu para a confusão.
O que virá a seguir?
Um abraço, Pedro.
Vindo daquela malta não me atrevo sequer a dar qualquer palpite, António.
EliminarUm abraço
Vá-se lá saber a verdade....
ResponderEliminarIsabel Sá
Brilhos da Moda
Esperemos que se venha a saber
EliminarDeus caritas est!
ResponderEliminarAmen
EliminarUm texto que levanta muitas questões e, sobretudo, lembra-nos da importância de não tirarmos conclusões antes de conhecermos todos os factos. Num caso tão delicado, que se investigue com rigor e transparência e que sejam as provas a falar. Afinal, quando há tantas perguntas sem resposta, a prudência é mesmo a melhor conselheira. 👏
ResponderEliminarConclusões precipitadas, a quente, nunca são boa ideia
EliminarO Pedro leu o que Sousa Tavares escreveu sobre esse suposto assalto?
ResponderEliminarPela primeira vez, desde há muito tempo, que concordo com tudo o que MST escreveu.
Beijinhos.
Não li.
EliminarMas agora fiquei curioso e vou procurar.
Beijinhos