Próximo alvo - Cuba
Donald Trump continua apostado numa mudança de regimes políticos um pouco por todo o Globo.
Assim se explica a intervenção na Venezuela, a acção militar no Irão, o apoio a Israel na luta contra o Hamas, a queda da dinastia al-Assad na Síria.
Segue-se Cuba.
Barack Obama disse que as sanções económicas ao regime cubano, que já perduram há sessenta anos, eram claramente ineficazes.
O objectivo de Obama, a sua opção política, passaria então por chamar Cuba para o interior do sistema de comércio internacional, mostrar aos cubanos que essa seria a melhor opção, e deixar aos cubanos a decisão de substituir a ditadura comunista que governa a Ilha.
Trump não gosta de atalhos, não confia no poder do povo.
E ataca directa ou indirectamente os seus alvos.
No caso de Cuba, o ataque é indirecto e passa pelo estrangulamento do regime a partir do corte de fornecimento de petróleo vindo da Venezuela e do México, os dois grandes fornecedores de petróleo ao regime cubano.
Depois do garrote venezuelano, com a queda de Maduro, esta semana foi o México a formalmente declarar o corte de abastecimento petrolífero ao regime cubano para evitar a fúria e a retaliação de Trump.
O que vai acontecer a Cuba, supostamente com reservas petrolíferas para apenas duas semanas, ficaremos à espera para ver.
Trump não tem o mínimo de pudor relativamente ao que pode acontecer às populações em resultado das suas acções (hospitais sem electricidade porque não têm combustível para fazer funcionar os geradores, por exemplo, no caso de Cuba; o banho de sangue na Palestina e no Irão).
Trump tem uma agenda.
E nessa agenda o próximo alvo é Cuba.



Um presidente expansionista.
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