24 de fevereiro de 2014

A co-adopção


Beijinho, Maria do Sol :)

31 comentários:

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    1. As crianças NUNCA mentem, Catarina :)))

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    2. Cabe aos adultos, Pedro, ensinar as crianças.
      And you know exactly what I mean!!! : ) Anedota ou não anedota.

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  2. Quero aqui manifestar-me quanto ao aspecto dos 2 panisgas da foto. A esmagadora maioria dos mesmos são pessoas de aspecto ABSOLUTAMENTE NORMAL. Nesse caso a criança chama-los-ia de outro modo. Penso eu de que.:)))

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  3. Eles é que pediram, Pedro!!!!!!!!! :DDDDDDD

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  4. A isto chama-se liberdade de expressão...ou também querem limitar os direitos das crianças?! :-) pois...

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    1. Até as crianças têm que seguir o politicamente correcto nas respostas, RM :)))

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    1. A criança disse a verdade, ematejoca.
      Só isso :)))

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    2. Paneleiro é um calão pejorativo para um homossexual masculino!!!

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    3. Eu sei, ematejoca.
      Daí ser politicamente incorrecto.
      O que é muito diferente de ser falso.

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    4. Eu própria uso muitas vezes calão, mas não pejorativos!

      BRIDESHEAD REVISITED, UM LIVRO DO GRANDE EVELYN WAUGH.

      O GRANDE EVELYN WAUGH ERA PANELEIRO!!!

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  6. Respostas
    1. Parece que é uma coisa tremenda, Agostinho.
      É calão, com o refere a ematejoca.
      É a primeira vez que o calão por aqui aparece?
      Não é, nem será a última de certeza.
      Mas não se pode brincar com a homossexualidade que cai o Carmo e a Trindade.
      Enfim...

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  7. Essa já vi ficar por adoptar! Que falta de diplomacia.

    Taditos do ex futuros pais...:))

    Um beijo! :)

    JANITA ( assim é mais rápido)

    Não leve a mal, Pedro!

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  8. E assim fico a conhecer melhor os meus amigos e amigas da blogosfera!!! : (

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    1. Não percebi, catarina.
      Acha que não tenho amigos homossexuais?
      Cada um faz as opções que entende (no Porto dizem isto de outra maneira!).
      O que não quer dizer que não se possa brincar com a situação.

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    2. Cada um, é livre de viver a sua natureza como entender e de ninguém achar isso anormal! No entanto, no que toca à questão da adopção por homossexuais creio que a questão vai muito além das liberdades individuais de cada um, dos seus desejos e caprichos, por muito bem intencionados que até sejam...existem os direitos da criança e esses, na liberdade que a todos assiste, devem ser também respeitados e compreendidos sem talas. Creio que temos que criar condições para dar às famlias tradicionais meios para que não exista desagregação social, divórcios e abandonos de crianças não desejadas em orfanatos ou instituições. Antes de falarmos em adopção homossexual, devemos falar em politicas de planeamento familiar e de apoio às familias que sejam consistentes e correctas. Não me parece que uma má decisão seja validada por circuntancias infelizes ou que vá ser um referendo a ditar por decreto a aceitação da diferença que julgam ser a solução para alguns problemas sociais. ...Não se deve julgar ninguém pela diferença e muito menos pelas opiniões divergentes que possam existir, mas não temos direito de impôr seja a quem for, e neste caso, muito menos às crianças, aquilo que julgamos ser o reflexo das nossas opções de vida. Liberdade é aceitar algumas limitações como naturais.

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    3. RM,
      Desde o início do processo que levou ao casamento homossexual que só não percebeu que era este o fim que se queria atingir quem andava distraído.
      Estavam em causa duas questões - o sistema de partilha de bens e, em seguida, a adopção.
      Eu sou católico, RM.
      Como tal, casamento homossexual e adopção por casais gay não entram no meu código de valores.
      Mas respeito opiniões contrárias.
      Exijo é que respeitem também as minhas.
      E que não se trate o assunto homossexualidade como se fosse uma vaca sagrada..
      Cada um faz as suas opções.
      Que são respeitáveis só e apenas enquanto respeitar as de outros também

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    4. Chamaram casamento a uma situação que não deveria chamar-se como tal. Chamem-lhe o que quiserem, mas casamento não o deveriam chamar! IRepare, isto não tem nada de homofóbico!. É apenas uma simples constatação. Se é diferente, assuma-se a diferença e chamem-lhe outra coisa. Estou de acordo quando diz que fazem disto uma vaca sagrada. Ser diferente é saber também aceitar a diferença e chama-lá tal qual é, percebê-la sem a travestir de outras nuances comparativas. Então viva-se a diferença plenamente...

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    5. E não é esse direito à diferença que os homossexuais invocam, RM?
      Assim sendo, eu aceito essa diferença.
      Mas vivam-na.
      Não se pode ser diferente e igual conforme mais convém.
      Isso é falsidade, hipocrisia.

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