Teatro americano



Esqueçam Eugene O’Neill, Tennessee Williams, Arthur Miller. 
Eis Donald Trump, o dramaturgo contemporâneo disfarçado de Presidente.
A última produção, mais uma vez protagonizada pelo mestre de obras Steve Witkoff e o querido genro Jared Kushner, teve lugar em Moscovo (primeiro acto) e Kiev (segundo acto).
Opereta, ópera bufa, não se percebe muito bem o teor da produção.
Mas conhece-se o enredo e o final.
A dupla foi a Moscovo ouvir Putin dizer pela enésima vez o que pretende nesta “operação militar especial”. 
E foi a Kiev ouvir Zelensky dizer “nem pensar”.
Irrelevante para o objectivo final da produção teatral.
Trump quer que os americanos, e o resto do mundo, falem de tudo menos do que está a acontecer no Irão.
E quer vender internamente a ideia que é efetivamente um exímio negociador.
O resultado, como sempre, será pífio.
Mas isso é irrelevante do ponto de vista de Donald Trump.
Enquanto houver circo o maior de todos os palhaços estará feliz.

Comentários

  1. A oposição ao apoio a Kyiv tornou-se uma das principais ferramentas de mobilização do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD).

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    1. Gente altamente confiável, Teresa.
      Nazis que apoiam o tal que dizia que ia desanizificar a Ucrânia.

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    2. Esta retórica pró-diplomacia com o Kremlin encontra eco sobretudo no leste da Alemanha, onde partilha o eleitorado anti-Kyiv com novas forças políticas como a Aliança Sahra Wagenknecht (BSW).
      Historicamente, as sondagens mostram que o ceticismo em relação ao envio de armas e grandes somas de dinheiro é consideravelmente maior nos estados da antiga Alemanha Oriental (Leste). No entanto, o debate sobre o impacto fiscal e a duração do conflito também cresceu nos estados ocidentais, impulsionado por discussões sobre o orçamento do Estado da Alemanha 🇩🇪
      O teatro alemão é para mim muitíssimo mais empolgante do que o teatro americano 🇺🇸

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    3. O modelo económico alemão está em crise, Teresa.
      E essa crise reflecte-se no dia a dia.
      Este voto, estas reacções, são protestos.
      Que os populistas sabem explorar como ninguém.
      Veja a sensatez que é o voto em alguém como Alice Weidl.
      Condena os homossexuais mas é lésbica; os imigrantes mas vive com uma imigrante do Siri Lanka; a adopção por casais homossexuais mas adaptou duas crianças; uma nacionalista que vive…na Suíça.
      Ë tempo de desmascarar esta escumalha de uma vez por todas.

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  2. Falta o terceiro ato. Aguardemos pelo desfecho do enredo.

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    1. Same same but different, Catarina
      .Não vai sair dali nada de relevante nem era esse o objectivo.

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  3. Os alemães demonstram crescente preocupação de que os recursos financeiros enviados para a resistência e reconstrução estejam sendo desviados. As lideranças políticas sinalizam que os sucessivos escândalos prejudicam a continuidade do apoio militar.

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    1. A Ucrânia há muito é um estado onde a corrupção é um problema muito sério.
      Mas este não é o momento para extirpar esse cancro.
      Agora há outro tumor muito maior a exigir atenção imediata.

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  4. Os próximos 12 meses serão marcados por uma intensa temporada eleitoral em toda a UE; haverá votações em países chave, como França e Itália. A extrema-direita venceu eleições na Alemanha, mas terá de negociar arduamente para fazer ouvir a sua voz conservadora e retrógrada. O partido centrista D66 venceu as eleições legislativas nos Países Baixos no ano passado, algo que parece surpreender até mesmo os conservadores habituais. Mas a esquerda está desgastada; idealistas como Pepe Mujica já não estão mais em cena e quem é que, hoje, faz verdadeira oposição?
    Saúde a você — Drª. Jéssica Mayra

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    1. A esquerda esqueceu as suas causas tradicionais e encostou-se ao discurso woke.
      Com resultados desastrosos.
      É olhar para os Estados Unidos.

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  5. O procurador-geral da Ucrânia pediu a demissão a Zelensky, dias depois de o seu gabinete ter sido alvo de buscas numa investigação por corrupção. Ruslan Kravchenko assegura que as acusações são “completamente infundadas”, mas não quer “que a Procuradoria-Geral seja utilizada como instrumento de confronto político”.

    O povo alemão acha que é o momento para extirpar esse cancro e exige que o governo alemão não apoie mais a Ucrânia 🇺🇦
    Não se esqueça, Pedro, que a Alemanha é o país europeu que mais dinheiro mandou para a Ucrânia, dinheiro público para o prazer dos políticos ucranianos corrompidos pelo dinheiro.
    É também tempo para desmascarar esses políticos corruptos‼️

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    1. Lembra-se de Bill Clinton, Teresa?
      It’s the economy, stupid.
      O cartaz que o acompanhava sempre em campanha.
      Válido em todas as latitudes e a todo o tempo.

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    2. "It’s the economy, stupid" (É a economia, estúpido) foi a frase-chave cunhada pelo estrategista James Carville em 1992 para focar a campanha presidencial de Bill Clinton contra George H. W. Bush. O slogan tornou-se um dos maiores marcos do marketing político global por sintetizar uma verdade universal sobre o comportamento do eleitor.

      Termino a nossa polémica, Pedro, dizendo que as lésbicas não me incomodam absolutamente nada, enquanto que tenho uma aversão tremenda aos políticos corruptos.

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    3. Eu só falei nisso para realçar a profunda hipocrisia da criatura, Teresa.
      As opções sexuais de cada um não me dizem respeito.

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  6. O Elo Perdido deveria , pura e simplesmente, estar internado numa instituição psiquiátrica.

    Porém , como disse um conhecido cidadão brasileiro, se um idiota está no poder é porque os idiotas que o elegeram estão muito bem representados ( estou citando de cor).

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    1. Podia ter sido eu a dizer isso, São.
      Ele não caiu ali por acaso.
      E não era a primeira vez!!!

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  7. Concordo contigo!
    Beijos e um bom dia!

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  8. Poucos falam de Benjamin Netanyahu. Deixai-o entretido com as suas maldades.
    A ida a Moscovo e Kiev dos dois sabujos norte americanos, demonstrou a clareza das ideias de Trump: ZERO.
    E assim anda o Mundo, com a UE a fazer de conta.
    Um abraço, Pedro.

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    1. Este teatro é todo para distrair e fazer esquecer o Irão, António.
      Quem é que falou no Irão e Israel nestes dias??
      Um abraço

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  9. A repetição da asneira torna tudo mais preocupante!

    Abraço

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    1. Delinquente por tendência.
      A patologia é conhecida.
      Abraço

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  10. É mesmo, o circo continua e ele está lá.
    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  11. Este comentário foi removido pelo autor.

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  13. Boa noite meu querido amigo João Pedro. Obrigado pela visita e comentário. Conto os dias para Trump, deixar de ser presidente dos Estados Unidos e responder por todos os seus crimes. Uma excelente noite de terça-feira, para você e todos os seus familiares em Macau e um grande abraço do seu amigo carioca.

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    1. Ainda só vamos a meio.
      E já parece uma eternidade.
      Um abraço

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  14. Nem sei que diga. São lobos em pele de cordeiro!
    -
    Coisas de uma Vida....
    -
    Beijos
    Boa semana

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  15. Bom dia:- Será que Ronald Trump ganhará as próximas eleições?
    .
    Saudações poéticas
    .
    “” Pensamentos e devaneios poéticos ““
    .

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