O que é que vocês sabem que nós não sabemos?
John Ratcliffe foi a Moscovo.
E não foi em segredo.
Quem não quer ser visto não se desloca num avião C-130.
E não descola da Letónia sem antes ter avisado Kiev da rota para não arriscar ser vítima de fogo amigo.
Os americanos quiseram publicitar esta ida do Diretor da CIA a Moscovo.
Para falar cara a cara com o seu homólogo russo.
Longe de conversas através de canais diplomáticos, de ligações telefónicas ou semelhantes, o que John Ratcliffe tinha a dizer teria de ser dito pessoalmente.
Ou seja, não era um assunto corrente, uma formalidade.
Era algo muito sério e muito grave.
Tão grave que obrigou Putin a cancelar a sua agenda para esse dia.
E a chamar Lukashenko a Moscovo em grande correria.
Factos.
A partir daqui sobram as especulações.
Porque as duas partes não revelaram o conteúdo das conversas nem o que as terá motivado neste momento e nestes moldes.
O que é que vocês sabem que nós não sabemos??



A visita foi cercada de mistério e gerou diversas especulações internacionais.
ResponderEliminarBem-vindo, setembro!
Que este mês traga paz, alegria e a doçura de novos começos para todos nós.
Um mistério relativo, Teresa.
EliminarSó na agenda.
Porque a visita não podia ter mais visibilidade do que aquela que teve e que os americanos quiseram que tivesse.
Feliz Setembro
A visita seguiu o molde histórico de novembro de 2021, quando o então director da CIA, William Burns, foi enviado a Moscovo para entregar um aviso directo antes da invasão em grande escala. Como resume a análise do caso, o mistério reside no facto de que, nesta diplomacia de bastidores, "nada se confirma, mas também nada se desmente", permitindo que a mensagem chegue ao destino com o peso exacto pretendido pelos EUA.
EliminarMais um forte sinal que o que foi discutido não foi algo trivial, Teresa.
EliminarMas essa viagem não era sob sigilo? Supostamente...
ResponderEliminarEste pode ser considerado um segredo aberto...
As intenções são boas: terminar a(s) guerra(s).
Teria acrescentado um emoji a sorrir se a coisa não fosse tão séria.
Um amigo meu costumava dizer “fica aqui só entre nós…os 50”.
EliminarMuito essa lógica, Catarina.
Putin está desesperado.
Até porque começa a enfrentar o cansaço dos russos.
Um louco, assassino, desesperado, é um perigo ainda maior.
E capaz rigorosamente de TUDO.
Não se sabe do que se falou, mas que foi pretendido que se soubesse do encontro isso foi.
ResponderEliminarConsidero o facto preocupante.
A última vez que aconteceu algo semelhante foi nas vésperas de invasão da Ucrânia …
EliminarBoa tarde meu querido amigo João Pedro. Concordo plenamente contigo. Donald Trump e Putin possuem muitos segredos, desde a primeira eleição do Trump, como presidente dos Estados Unidos. Uma excelente tarde de terça-feira, para você e todos os seus familiares em Macau, um excelente mês de setembro e um grande abraço do seu amigo carioca.
ResponderEliminarVirá de muito antes disso, Luiz Gomes.
EliminarE passará por Atlantic City.
Dizem as más línguas…
Um abraço
Já li por aqui que quem quer passar despercebido não viaja num C-130.
ResponderEliminarÉ a mais pura das verdades.
Não fazemos ideia do que se passou, não vale a pena. Só sabemos o que querem que se saiba. E mesmo assim ...
Um abraço, Pedro.
A vontade de dar a conhecer a viagem “secreta” é demasiado óbvia.
EliminarPara quê é toda uma outra conversa.
Um abraço
Esperemos que a bonança chegue finalmente para a Ucrânia !
ResponderEliminarQue esta visita tenha o significado oposto à anterior.
Abraço
Infelizmente acredito que seja precisamente o oposto.
EliminarQue seja uma forma de os Estados Unidos sinalizarem a vontade de Putin de jogar mais e mais o jogo do tudo ou nada.
Sobretudo agora que acredita que a Ucrânia está mais fraca e desprotegida.
Abraço
Se calhar não houve algo importante com cagaçado PUTIN e amigos e os russos que abram os olhos!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
De certeza terá havido, Fatyly.
EliminarNão fosse assim não haveria este alarido todo.
Beijos
A Ucrânia e a esmagadora maioria dos media ocidentais, passaram os últimos meses a falar das grandes "vitórias" contra a Rússia. Era drones para aqui e drones para ali, ataques em profundidade, refinarias a arder, falta de combustível em massa na Federação Russa, tudo isto foi apregoado (mais uma vez...) como a "prova" do iminente colapso russo. Claro que o facto de isto ser tudo propaganda criada pelos ucranianos e pela NATO, raramente passa pela cabeça de muitos ocidentais, mas a verdade não tarda a vir ao de cima...
ResponderEliminarAgora sabe-se que Zelensky está desesperado e está desesperado, porque o Exército Russo está neste momento a apenas 5 km de Slavyansk e Kramatorsk, as últimas duas cidades-fortaleza que restam à Ucrânia no Donbass. Em mais um último acto de manobras diplomáticas inúteis, Zelensky veio agora propor mais um cessar-fogo aos russos, na linha de conflito atual. Moscovo, obviamente, vai rejeitar.
A guerra na Ucrânia vai prosseguir até à derrota total das Forças Armadas da Ucrânia. Isto significa a destruição de todo o aparelho militar que a NATO e a UE construíram na Ucrânia desde 2014 e em consequência, o desmantelamento do regime e do Estado Ucraniano, tal como ele hoje existe. Há uma possibilidade cada vez mais real, de a Ucrânia simplesmente sumir como País e nada restar.
Ando a dizer isto desde 2022 e não me canso de insistir: esta guerra só vai terminar da mesma forma que terminou a Segunda Guerra Mundial para os alemães em 1945, ou seja, com a capitulação total e incondicional da Ucrânia. Posteriormente, se a NATO mesmo assim não entender a mensagem e continuar a tentar ameaçar e desestabilizar a Federação Russa nas suas fronteiras, serão tomadas mais medidas técnico-militares contra outros Estados, na zona do Báltico, na Polónia, Roménia, Moldávia, ou até mesmo possivelmente na Finlândia.
https://joaojhnobre.blogspot.com/2026/08/os-russos-estao-5km-de-slavyansk-e.html
Os alemães, pilharam e mataram.
EliminarOs ucranianos foram invadidos, pilhados e mortos.
Uma pequena diferença.
A Ucrânia não foi invadida. A Rússia simplesmente anulou o reconhecimento da independência da Ucrânia que tinha sido dada a 2 de Dezembro de 1991, porque a Ucrânia não cumpriu com aquilo que prometeu na sua declaração de independência, ou seja, que seria um "Estado permanentemente neutro".
EliminarO Pedro Coimbra é jurista, certo? Então sabe que quando nós assinamos um contrato, temos de o cumprir, certo?! A Ucrânia quando declarou a sua independência em Agosto de 1991, deu garantias escritas à Rússia de que seria um "Estado permanentemente neutro" e foi com base nesta garantia de neutralidade permanente,, que a Federação Russa, na altura liderada por Boris Ieltsin, reconheceu a independência da Ucrânia.
Ora, a Ucrânia quebrou as garantias escritas de neutralidade permanente que tinha dado à Rússia ao querer aderir à NATO e aliar-se à UE. Isto é claro como água. Foi isto que levou à intervenção russa na Ucrânia a partir de 2014, pois os russos passaram a considerar que as condições jurídico-legais criadas em 1991 para dar a independência à Ucrânia, deixaram de existir e como tal podem ser revertidas.
Qual é a parte aqui que o Pedro Coimbra não entende?... Desculpe dizer-lhe, mas a sua desonestidade intelectual começa a deixar-me estupefacto... ainda para mais quando compara os russos aos nazis, sem ter a mínima noção dos factos históricos comprovados.
Olhe, Pedro Coimbra, está aqui um texto da própria embaixada ucraniana em Portugal, em que está preto no branco aquilo que os ucranianos garantiram aos russos em 1991:
Eliminarhttps://portugal.mfa.gov.ua/pt/news/38559-25-rokiv-deklaraciji-pro-derzhavnij-suverenitet-ukrajini
Aí está a "neutralidade permanente" que a Ucrânia garantiu à Rússia e que depois, como vimos, não cumpriu. Portanto, deixem de mentir e enganar as pessoas. Se querem falar da guerra que decorre na Ucrânia, falem a verdade e relatem os factos históricos como eles realmente ocorreram, deixem-se de mentiras. Quem não cumpriu com as promessas dadas em toda esta história foram os ucranianos e os EUA, que sistematicamente, desde 1991, nada mais fizeram a não ser andar a provocar os russos e a alargar sucessivamente a NATO, em violação daquilo que tinha prometido aos russos nos início dos anos 1990. Já chega de mentiras por favor.
Estamos perante os intrincadso caminhos da guerra, que realmente parecem não ter fim.
ResponderEliminarUma guerra inútil e estúpida, afinal.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Começada por um facínora que é apoiado por gente nojenta, Juvenal Nunes.
EliminarUm abraço
Quem é que é a "gente nojenta"?
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