28 de janeiro de 2014

PRAXES E "BULLYING" - Os fenómenos mais negros da violência juvenil



As praxes académicas nem sempre se restringem
ao folclorismo excêntrico mas benigno
que é transmitido humoradamente à sociedade.
Também o “bullying” continua a fazer vítimas mortais
«por causa indeterminada» ou «acidental».
É urgente saber que a tragédia no Meco
e o suicídio do Nelson,
ocorridos nas últimas semanas,
se inserem numa dilacerante
cronografia portuguesa de casos mortais.
Ousamos combater a indiferença,
recuperando trechos significativos
de uma grande investigação jornalística

que publicámos em 2010.

Para ler em pormenor aqui

4 comentários:

  1. Li, na íntegra, e com a atenção, que merece o artigo de Pedro Foyos.

    Incrível! "Não" sabia que os "Bárbaros" tinham voltado, e em força.

    Acredito e sei que alguns alunos, se sentem muito pressionados pelos colegas, no sentido de, por exemplo, vestirem todos da mesma forma. Caso assim não aconteça, serão apelidados de betinhos, entre outros nomes, ou postos à margem. No entanto, também, conheço outros, POUCOS, que os mandam às urtigas, e que se piquem no sítio certo, berram, em alto e bom som.

    É preciso tomar medidas, de imediato, porque esta "Peste" (praxes irracionais e "bullying") é mais que Negra, é MORTAL.

    Beijos, Pedro!

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    1. Está aqui tudo bem explicado, Luz.
      Praxes?
      Barbárie pegada que conduz à morte?
      Ao que se chegou, Luz!!
      Beijos

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  2. Também li na íntegra o texto que o Pedro indica como também li algures que os abusos das praxes académicas já eram praticados no século XVII.

    Costuma-me acreditar que a juventude de hoje seja mais violenta do que a juventude do meu tempo, que não morria com as praxes irracionais e "bullying", mas o abuso excessivo da droga.

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    1. Não é a juventude que é mais violenta, ematejoca.
      Mas há práticas e hábitos que se alteraram profundamente.
      E comportamentos desviantes (é isso que estas porcarias são) que não podem ser tolerados.

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