27 de fevereiro de 2018

Se não inovar perde o cliente


24 comentários:

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    1. Vivemos um tempo que é mais favorável aos espertos que aos inteligentes, Catarina :)))

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    1. Haja imaginação para fidelizar o cliente, Francisco :)))
      Aquele abraço

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  3. eheheh... Calculo bem que deve haver muito boa gente (homens e mulheres) para quem 30 minutos na cadeira do barbeiro/cabeleireiro, seja um martírio quase impossível de ultrapassar, sem ter "a coisinha na mão" ! :))
    Abraço

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    1. A mania dos telemóveis, o pescoço dobrado, cada vez me irrita mais, Rui.
      Que dementes!
      Aquele abraço

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  4. Ora aí está outro - a seguir ao "senhor" que o antecedeu aqui nos posts -, que não deixa o negócio em mãos alheias!:)

    Sabes - e agora muito a sério -, esta mania, porque é disso que se trata, da dependência dos telemóveis é verdadeiramente assustadora.
    Vivemos num mundo de zombies, onde já não há lugar à conversa.

    Tristíssimo, isto!

    Abraço.

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    1. Um vício irritante, GL.
      Passo-me da cabeça com estes cretinos.
      Abraço

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  5. +E a isto que se chama empreendedorismo, não é Pedro?

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    1. Esperto é cada vez melhor que inteligente, Mena Almeida :))

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  7. Uma "capinha" assim nunca tinha imaginado.
    Há pessoal completamente viciado nos telemóveis ...
    Beijinhos
    Maria de
    Divagar Sobre Tudo um Pouco

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    1. Por aqui é uma doença, Maria Rodrigues.
      Quando os apanho nas passadeiras, em horas de ponta, de pescoço dobrado, dá-me vontade de os atropelar.
      Beijinhos

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  8. Caro Amigo Pedro Coimbra.
    Achei a ideia criativa.
    Caloroso abraço. Saudações criativas.
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Um ser vivente em busca do conhecimento e do bem viver, sem véus, sem ranços, com muita imaginação, autenticidade e gozo.

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    1. Criatividade comercial, Amigo João Paulo de Oliveira.
      O cliente tem sempre razão :)))
      Aquele abraço

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  9. Mas a toalha com janela, para o cliente, é preferível do que ter que alimentar a conversa ( geralmente futebolística...) do barbeiro.
    É preciso INOVAR, Pedro Coimbra...

    Aquele abraço.

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    1. Há uns bons anos, em Coimbra, o caramelo que me cortava o cabelo era doente com o FCP.
      Para o irritarem, os outros barbeiros do salão, e os clientes, começavam a cascar no FCP.
      E o gajo ficava doido, deixa-me o cabelo meio cortado, meio por cortar e ia para a rua fumar cigarros :)))
      Aquele abraço

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  10. rssss, não acredito no que vi! Não largam essa tranqueira nem para cortar cabelo? Que vício horroroso, Pedro! Tenho a impressão que o mundo está mais burro!
    Beijo, uma ótima semana.

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    1. não mesmo, Tais Luso.
      Quantos e quantas eu já vi a cortar o cabelo, que cai para cima da porcaria do telemóvel, mas com o indispensável "apêndice" na mão!!!
      Beijo, uma óptima semana

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