23 de junho de 2016

A empatar nos entendemos


Três jogos, três empates, 4 golos marcados, 4 golos sofridos, o apuramento como um dos melhores terceiros classificados.
Sem brilho, sem chama, sem classe, apenas cumprindo os mínimos exigíveis.
É este o balanço que se pode fazer da participação da selecção portuguesa na primeira fase deste Europeu.
Esperava-se mais, adivinhava-se mais.
Mas fica a forte sensação que, neste momento, era muito difícil conseguir mais e melhor.
Num Europeu que já conta com algumas surpresas, que tem tido o equilíbrio como nota dominante, a selecção portuguesa ainda não entusiasmou, ainda não fez vibrar.
Do jogo de ontem fica a nota positiva da recuperação de três desvantagens.
E o aparecimento de Ronaldo (aquele calcanhar é sublime!) num momento particularmente difícil, não só em virtude das críticas ao seu desempenho como também ao seu comportamento.
O célebre episódio do microfone que merece um parêntesis - Ronaldo reagiu (mal) a um vómito em forma de reportagem (???) da CMTV, na qual a memória do seu pai era ofendida (qual é o interesse e o objectivo de um escarro destes num momento de grande tensão ainda estou a tentar perceber), e à quebra de todas as normas de cortesia e segurança que estão estabelecidas para o contacto com os atletas.
Fica também  a óbvia nota negativa de se terem consentido essas três desvantagens, esses três golos.
Segue-se a Croácia nos oitavos-de-final no próximo sábado.
Três dias para recuperar, para fazer aparecer a inspiração e a chama que ainda não se viram.
E a esperança tão portuguesa que melhores dias virão.

Até finais de Julho não haverá blogue.
FÉRIAS!!

Intemporais (35)

22 de junho de 2016

Concordar com a prosa de um gato


Não é nada vulgar concordar com a prosa de um gato.
E é ainda menos vulgar a existência de um gato com (boa) prosa.
Mas este gato, muito conhecido da comunidade que fala português em Macau, é um gato com a língua tão ou mais afiada que as unhas.
Estou obviamente a referir-me ao célebre Pu Yi, o gato que alcançou fama e proveito nas páginas do diário Hoje Macau.
Desta vez o felino jornalista resolveu olhar para os parquímetros em Macau.
Sim, esses mesmo, os tais que não dão recibos aos seus utilizadores, nem qualquer outro comprovativo que substitua o recibo, os mesmos que se entretêm apenas a papar moedas com um apetite cada vez mais voraz, numa operação que deixa sérias dúvidas em termos de legalidade.
Agora com uma peculiaridade que arriscaria afirmar única a nível global - a obrigatoriedade de indemnizar a empresa concessionária nos dias em que decorrerem as Festas Populares na zona de São Lázaro e os parquímetros, e os parques de estacionamento, não esquecer estes, os tais que constituem o objecto do serviço prestado, não puderem ser utilizados.
Não sei, não quero saber, se esta bizarria está contratualmente prevista, se existe alguma  razão obscura que fundamente tão estranho pedido.
Fico-me apenas pela incredulidade de assistir a tamanha mesquinhez, de mais uma vez verificar que, quando alguém quer avançar com uma iniciativa dirigida à comunidade, haver sempre umas vozes de burro que em Macau chegam ao céu.
Os parquímetros não funcionam naqueles dias e a empresa concessionária merece uma indemnização?
A que título??
Tão bizarro e idiota que até um gato percebe!

The DNA Journey

Somos todos primos

21 de junho de 2016

Tempo de repensar as grandes competições futebolísticas


A primeira fase do Europeu de futebol está a aproximar-se do final.
Sem grande espectáculo, sem grandes jogos, sem grandes exibições, com (quase) total ausência das grandes estrelas.
Há já alguns anos a FIFA e a UEFA dizem estar a estudar alterações nas grandes competições, a nível de clubes e de selecções, para evitar aquilo que tem sido por demais evidente e que este Europeu só está a confirmar - esgotados, física e mentalmente, os jogadores chegam a estas competições ansiando pela chegada das merecidas e necessárias férias.
Os organismos que superintendem o futebol mundial têm que perceber, de uma vez por todas, que sobrecarregar os jogadores, especialmente os mais talentosos, com calendários que não lhes dão tempo para recuperarem a nível físico e mental, só agravará o cenário a que estamos a assistir neste Europeu.
Onde estão os grandes jogadores, as grandes estrelas, os grandes desequilibradores?
Arrastam-se penosamente nos relvados no final de uma época desgastante.
Cristiano Ronaldo, tão criticado por estes dias, tem muito boa companhia neste completo apagamento das potenciais estrelas deste Europeu.
A excepção é o pêndulo incansável Andres Iniesta.
Não tenho a solução para este problema.
E a FIFA e a UEFA parece que (ainda) também não.
Mas têm que a encontrar depressa partindo do óbvio - os atletas, por mais bem preparados que estejam, não são autómatos.
E chegam a estas competições, especialmente os mais dotados, completamente esgotados.

Uma liçao de economia


Um casal chega a um hotel e pergunta quanto custa um quarto para o fim de semana. 
O recepcionista responde que 100 euros pelos 2 dias.
- Muito bem - responde o cavalheiro. Mas gostaríamos de conhecer as vossas instalações antes de reservarmos. Os quartos, a piscina, o restaurante...
- Não há problema - responde o recepcionista. Os Srs. deixam uma caução de 100 euros e podem visitar as nossas instalações à vontade. Se não gostarem, nós devolvemos o dinheiro.
- Combinado - disse o casal.
Deixaram os 100 euros e foram visitar o hotel.
Acontece que: O recepcionista devia 100 euros à mercearia do lado e foi a correr pagar a dívida.
O merceeiro devia 100 euros na sapataria e foi a correr pagar a dívida.
O sapateiro devia 100 euros no talho e foi a correr pagar a dívida.
O talhante devia 100 euros à agência de viagens e foi a correr pagar a dívida.
O dono da agência devia 100 euros ao hotel e foi a correr pagar a dívida.
Nisto o casal completou a visita e informou que afinal não iam ficar no hotel.
- Não há problema. Tal como lhe disse, aqui tem o seu dinheiro - respondeu o recepcionista.
CONCLUSÃO: Toda a gente pagou a quem devia... sem dinheiro nenhum. 
O casal levou os 100 euros que pagaram as 5 dívidas no valor total de 500 euros. 
Ponham aqui os olhos e percebam que todo o sistema financeiro, desde que inventaram os números negativos, se tornou uma fraude. Zero euros pagaram 500 em dívida. E podíamos continuar indefinidamente.
Como dizia Milton Friedman:
"Não perguntem onde está o dinheiro porque ele não está em lado nenhum!"

20 de junho de 2016

O cego



 Um homem cego entra num bar de lésbicas por engano.
 Cuidadosamente batendo com a bengala, chega até ao balcão, pede uma cerveja, de seguida vai sentar-se a uma mesa e grita para o barman:
 - Eh, tu aí! Gostavas de ouvir uma anedota sobre loiras?
Faz-se um silêncio total no bar e com uma voz grave, profunda e áspera, a mulher que está sentada junto a ele diz-lhe:
- Antes de contar essa anedota, senhor, e tendo em conta a sua deficiência física que o impede de ver, creio que é justo que o advirta de 5 coisas: o barman é uma mulher loira; o porteiro do bar é uma loira que, tal como eu, pesa 80Kg e é cinturão negro de karaté; a mulher que está comigo é polícia e é loira e a senhora que está sentada do outro lado é lutadora de luta livre e também é loira. Agora pense cuidadosamente se ainda quer contar essa anedota sobre loiras!
 O cego pensa durante alguns segundos, meneia a cabeça e retruca:
 - Nãããããã.... Já não conto. Não estou para explicar a história 5 vezes.

BOA SEMANA!!

Loira sequestradora



A loira não conseguia passar nas entrevistas para nenhum emprego. Resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro:
- Vou sequestrar uma criança! - pensou! Com o dinheiro do resgate eu resolvo a minha vida.
Ela encaminhou-se para um playground, num bairro de luxo, viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:
"Querida mãe isto é um sequestro. Estou com seu filho. Favor deixar o resgate de 10.000 euros, amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parquinho. Ass: Loira sequestradora "
Então ela pegou o bilhete, dobrou- o e colocou no bolso do casaco do menino, dizendo:
- Agora vai lá e entrega esse bilhete para a sua mãe.
No dia seguinte, a loira vai até o local combinado. Encontra uma bolsa. Ela abre, encontra 10.000 euros em dinheiro e um bilhete junto,dizendo:
"Está aí o resgate que você pediu. Só não me conformo como uma loira pôde fazer isso com outra."

Viúvas no Céu


Deus chama todas as mulheres viúvas ao céu e diz-lhes:
- Toda aquela que foi infiel ao seu marido, dê um passo em frente!
Deram todas, menos uma. Jesus levanta-se e diz:
- São Pedro, vá buscar a surda!

17 de junho de 2016

Alentejano em terapia de grupo


Quatro pacientes estão reunidos.
O terapeuta pede que todos se apresentem, digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.
O primeiro diz: 
Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.
O segundo apresenta-se:
Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.
A terceira diz:
Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro mamas e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
Faz-se um silêncio...
Então o Alentejano diz:
Eu cá sou o Manel Jaquim e até há pouco achava que era pedreiro, mas... acabo de descobrir que afinal sou mas é lésbica.

BOM FIM-DE-SEMANA!

A menina, as cabras e o padre

 
Manhã tranquila bem nos confins de Portugal.
O velho Prior estava em frente à igreja quando viu passar uma meninade uns nove ou dez anos, pés descalços, franzina, meio subnutrida, ar angelical, conduzindo uma meia dúzia de cabras. 
Era com esforço que a garotinha conseguia reunir as cabras e obrigá-las a caminhar.
O padre observava a cena. 
Começou a imaginar se aquilo não era um caso de exploração de trabalho infantil e foi conversar com a menina.
- Olá, minha querida. Como te chamas?
- Maria da Luz, Sr. Prior.
- O que vais fazer com essas cabras, Maria da Luz?
- Vou levá-las à quinta do Sr. Alcides para o bode as cobrir.
- Olha lá, Maria da Luz, o teu pai ou os teus irmãos mais velhos não podiam fazer isso?
- Já fizeram Sr. Prior, mas não nasceu nada. Tem mesmo que ser um bode!

O agricultor e os porcos


Um agricultor tinha muitos porcos. 
Certo dia, alguém apareceu e perguntou ao homem:
- O que é que dá de comer aos seus porcos?
Responde o agricultor:
- Ora, dou-lhes restos. Porquê?
Respondeu o outro indivíduo:
- Porque eu sou da Associação para a Protecção dos Animais. O senhor não alimenta os seus animais como deve ser, de modo que vou ter que o autuar.
Passados uns dias, outra pessoa aparece e pergunta ao homem:
- O que é que dá de comer aos seus porcos?
O agricultor, com medo de ser novamente autuado, decidiu por outra resposta:
- Eu?! Eu trato-os muito bem! Dou-lhes salmão, caviar… Porquê?
- Porque eu sou das Nações Unidas. Sabe, não é justo os seus porcos comerem tão bem quando há tanta gente a morrer de fome por esse mundo fora. Vou ter que o autuar.- Respondeu o homem.
O agricultor fica mesmo aborrecido.
 Passados mais uns dias, aparece outra pessoa que faz novamente a mesma pergunta:
- O que é que você dá de comer aos seus porcos?
O agricultor hesita um bocado e finalmente diz:
- Olhe… Não lhes dou nada… Entrego cinco euros a cada e cada um vai comer o que quiser!

16 de junho de 2016

Um processo que deve ser muito bem explicado


A decisão do Executivo de retirar o 1º Cartório Notarial das instalações da Santa Casa da Misericórdia, local onde está instalado há já longos anos, terá que ser muito bem explicada e fundamentada.
Não basta dizer que o Cartório vai ser mudado para a zona Norte da cidade.
Não podem existir ambos, para mais sabendo-se que o actual tem uma enorme utilidade?
Este processo tem um impacto enorme no Orçamento da Santa Casa da Misericórdia (um milhão e duzentas mil patacas mensais de renda?) sem que o tenha nas contas da Administração. 
O Provedor fala em consequência das medidas de austeridade que andam a ser apregoadas por um Executivo com os cofres a abarrotar de dinheiro. 
É possível que assim seja. 
Mas, se o for, é inevitável que se pergunte o que vai fazer o Executivo com os muitos edifícios e os muitos milhões que gasta com outros serviços? 
E com os chorudos subsídios (há exemplos tão recentes que até seria fastidioso estar a referi-los novamente) que constantemente são atribuídos sem que se perceba bem porquê? 
A Santa Casa da Misericórdia terá que arrendar o espaço novamente porque precisa da receita. 
Pergunta o Provedor, e bem, arrendar a quem? 
Nada de produtos very tipical, por favor, porque destroem o património, arrasam a dignidade do local. 
Uma decisão destas, repentina, anunciada a talho de foice na sequência da discussão de um projecto de lei que visa regular a função notarial, tem que ser muito bem explicada e fundamentada. 
Porque o povo é, cada vez mais, e tem direito a sê-lo, muito curioso. 
Transparência, lembram-se?!

Intemporais (34)

15 de junho de 2016

Hoje soube-me a pouco


O verso da canção de Sérgio Godinho resume na perfeição o que sinto após o empate de Portugal com a Islândia no jogo de estreia da Selecção Nacional neste Europeu - hoje soube-me a pouco.
Mais de setenta por cento de posse de bola, mais remates, domínio do jogo, melhores executantes, não chegaram para ganhar o jogo.
Soube-me a pouco.
E a Selecção Nacional tem que passar mais um bocadinho para eu não ficar louco.
Porque, no próximo jogo, com uma Áustria proibida de perder para não regressar imediatamente a casa, não se podem cometer erros como o que resultou no golo islandês, é obrigatório criar mais oportunidades que as criadas neste jogo, não se podem desperdiçar as (poucas) oportunidades criadas como se desperdiçaram no jogo com os nórdicos.
Estar a discutir opções individuais, técnicas, tácticas, de pouco ou nada adianta agora.
Cabeça fria, concentração, eficácia, essa é a receita para sábado.
Para que eu possa mudar o verso e, no fim do jogo com os austríacos, possa cantar - hoje soube-me a tanto.

Kafka e a Boneca Viajante


Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.
Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Nao tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. 
A carta dizia : 
“Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas , que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: 
“minhas viagens me transformaram…”.
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
O bilhete dizia:
“Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.

Franz Kafka e a Boneca Viajante

14 de junho de 2016

Selvagens à solta no Europeu de futebol


Russos e ingleses, ucranianos e alemães, este Europeu de futebol, ameaçado pelo terrorismo, está afinal a ser atacado por um bando de selvagens que se fazem passar por adeptos da modalidade.
As forças de segurança estão especialmente alerta para fazer face à ameaça terrorista que ensombra todas as grandes realizações.
Mas não podem concentrar todos os esforços neste combate aos tresloucados que dizimam vidas humanas porque aqueles que se deslocam a França, supostamente para se divertir e apoiar as equipas representantes dos respectivos países, são também eles um bando de tresloucados, arruaceiros, selvagens, que se digladiam em batalhas campais absolutamente bárbaras.
O comité executivo da UEFA ameaça os prevaricadores com sanções que podem chegar à desclassificação dos países que tenham nacionais seus envolvidos nestes combates.
Não sei se a ameaça será suficiente.
Só quando a UEFA mostrar as garras, e agir à bruta, a única linguagem que esta escumalha conhece, acredito que se possa pelo menos atenuar o fenómeno.
Mais, e seguindo os exemplos de combate ao hooliganismo, no Reino Unido e na Holanda, por exemplo, a solução passa também e sempre por identificar estas células de desordeiros e barrar a entrada dos mesmos nas fronteiras ou nos estádios.
Para erradicar estes fenómenos e para que haja apenas lugar a festa e a sã competição desportiva. 

No restaurante

Animação num restaurante com retro-projector acima das mesas para distrair os clientes enquanto esperam.
A não perder!

13 de junho de 2016

FILMES



Um cidadão vai ao cinema. 
Chegando lá, aparece um porco. 
Ele acha estranho... 
Depois, no palco, aparecem 2 porcos... depois 4 porcos, depois 8, e assim por diante, e ele fica muito curioso.
Qual o nome do filme?

R: Por quem os suínos dobram


Um cachorrinho procurava emprego, até que finalmente conseguiu um: passou a trabalhar em uma construtora, como pedreiro, coitado.

Qual o nome do filme?

R: O cão peão

Uma moça foi ao cinema. 
Chegando lá, escorregou numa casca de banana e caiu sentada no chão, e acabou falecendo.

Qual o nome do filme?

R: A cusada de morte

Um rapaz trabalhava na feira. 
O dito cujo não era nada chegado a mulheres. 
Num belo dia, ele estava com fome e resolveu dar uma fanada em um belo bagre (peixe) que existia na banca do peixeiro ao lado.

Qual o nome do filme?

R: O ladrão de bagre dá


Um homem foi ao cinema. 
Ao chegar lá, apareceram 10 meninos e começaram a jogar balas de menta na audiência.

Qual o nome do filme?

R: Os dez manda menta


Uma das balas de menta do item anterior caiu exactamente em cima de uma das poltronas.
Um homem não percebeu e sentou bem em cima da bala.

Qual o nome do filme?

R: O do cu mentado

Um homem negro também foi ao cinema. 
Na entrada do cinema, ele escorregou na mesma casaca de banana do item (3) e caiu sentado no chão.

Qual o nome do filme?

R: O ex cu do negro

Um cara era um tremendo fanador de objectos alheios, um verdadeiro 'gatuno'. 
Um dia, foi ao restaurante e, de olho em um belo copo de cristal, passou a mão no mesmo.

Qual o nome do filme?

R: Robô copo

Em uma igreja, existia um frei chamado Patrício. 
Todo mundo gostava dele, ele realmente era muito querido, tanto que recebeu o carinhoso apelido de Tiço.

Qual o nome do filme?

R: O frei Tiço do templo


BOA SEMANA!!

10 de junho de 2016

Vacas loucas


Então estavam duas vacas a conversar num dos imensos pastos da Inglaterra:
Vaca 1: Oh, Tô muito preocupada com esta história da Vaca Louca!!
Vaca 2: Porquê?
Vaca 1: Ora querida, você também devia estar preocupada, vão matar todas nós,
 porque a Vaca Louca transmite uma doença séria aos homens!
Vaca 2: Ora, não me preocupo com isso!!!!
Vaca 1: Porque não? Todas vamos morrer, somos vacas loucas!!!
Vaca 2:Voce vai queridinha, eu não sou Vaca, sou Napoleão Bonaparte!

BOM FIM-DE-SEMANA!

A lei da selva


Iam um americano e um japonês pela selva. 
Nisto surge um urso enfurecido de pé  nas patas de trás, de garras abertas para eles, no tom mais ameaçador possível.
O americano, com reflexos ágeis, dá logo meia-volta para fugir a toda a velocidade mas repara que o japonês se encontrava agachado a calçar umas sapatilhas que trazia num saco plástico.
- Epá! - grita o americano - Tu estás parvo? Se demoras muito nem as sapatilhas te chegam para conseguires fugir ao urso. Ele consegue correr muito mais depressa!
E diz o japonês:
- Mim também não quelel collel mais deplessa que ulso! Bastal mim collel mais deplessa que tu.

Diferença entre céu e inferno


Sabem a diferença entre o céu e o inferno?
No céu:
Os Alemães tomam conta da segurança
Os Ingleses da organização
Os Franceses da alimentação
Os Italianos do amor
No inferno:
Os Italianos da segurança
Os ingleses da alimentação
Os franceses da organização
Os alemães do amor...

8 de junho de 2016

Brexit?


No dia 23 de Junho os britânicos vão decidir a continuidade na União Europeia.
Submetida a referendo, esta decisão baseia-se na resposta a uma pergunta muito directa e muito concreta - "Should the United Kingdom remain a member of the European Union or leave the European Union?".
David Cameron, em campanha eleitoral, tinha prometido a realização deste referendo, argumentando que os britânicos não se pronunciavam acerca da permanência na União Europeia desde 1975 e que era tempo de o fazerem porque a União Europeia tinha vindo a ganhar um controlo crescente sobre a vida dos britânicos.
Depois do anúncio e da tentativa de negociar um estatuto especial para a Grã- Bretanha dentro do clube dos 28, navegando a onda dos altos níveis de imigração e dos receios acerca da progressiva perda de soberania, David Cameron vê agora a Grã-Bretanha em sério risco de ter que abandonar a União Europeia. 
A mesma Grã- Bretanha que não é membro fundador das Comunidades, que manteve sempre uma atitude bastante dúbia face à sua presença na União Europeia – o famoso um pé dentro e outro fora - 
que recusou a adesão ao euro, o projecto transnacional de maior sucesso.
Neste referendo as sondagens mais recentes mostram uma grande clivagem na sociedade britânica sendo os mais jovens os mais favoráveis à manutenção da Grã-Bretanha na União Europeia.
Mais jovens que, sendo mais favoráveis a permanência no seio da União Europeia, se mostram muito pouco motivados para votar.
Os mais velhos, sobretudo com 60 ou mais anos de idade, são os mais eurocépticos e conseguem actualmente levar ligeira vantagem nas sondagens. 
A hipótese de um Brexit é assim cada vez mais real.
Um Brexit que representaria um regresso às origens, com o eixo franco - germânico a dominar, ou poderia, no limite, ser o princípio do fim do sonho europeu.
David Cameron já deve ter percebido que, no cumprimento de uma promessa eleitoral, se arrisca a ficar na História como o coveiro da União Europeia.
Uma hipótese que, precipitada e irresponsavelmente, nunca lhe terá passado pela cabeça.

Intemporais (33)

Excepcionalmente à quarta-feira porque amanhã é feriado (Barco Dragão)

7 de junho de 2016

A montanha russa em que se transformou o processo do Hotel Estoril

O processo de requalificação do Hotel Estoril está transformado numa autêntica montanha russa.
Primeiro foram as intermináveis discussões acerca do valor patrimonial do edifício.
Depois de muitos estudos, muitas auscultações da opinião pública, muitos pareceres de especialistas, chegou-se à conclusão que a estrutura decrépita que ali permanece era mesmo para deitar abaixo.
E iria nascer no local um novo edifício, que se antevia icónico, porque assinado pelo vencedor do Pritzker, Álvaro Silva Vieira.
O que outrora foi o coração da cidade ganharia uma nova atracção, um novo interesse, uma nova dinâmica, uma nova vida.
Até que chegámos ao momento, neste jogo de “o que hoje é verdade amanhã pode ser mentira”, em se decidiu que será aberto um concurso público internacional para dar hipótese aos profissionais de Macau de também concorrerem.
Uma clara cedência a interesses locais, quiçá corporativos, por parte do poder político.
Abra-se um parêntesis para dizer que não acredito minimamente, ao contrário do que foi afirmado publicamente, que Siza Vieira, com o prestígio que acumulou, e depois de se ter pronunciado acerca do valor patrimonial do edifício e de lhe ter sido prometido que seria ele o autor do projecto, se venha a apresentar a concurso.
Mais tempo se vai despender, mais se vai arrastar o processo, para no final tudo o que eram os grandes objectivos e as grandes promessas para o local se verem afinal frustrados.
Quando chegará o tempo de tomar uma decisão política, a assumir em todas as suas consequências, e, sem hesitações, a levar até ao fim?
Quando é que os governantes de Macau vão finalmente perceber que é impossível agradar a tudo e a todos ao mesmo tempo?

A resistência a Francisco (Anselmo Borges)


1. Algo mudou quanto à possibilidade da comunhão para os divorciados recasados? De regresso de Lesbos, Francisco foi claro: "Eu posso dizer: sim. Ponto." Quem tivesse dúvidas quanto a mudanças nesta e noutras questões teria, na oposição de muitos da alta hierarquia, a prova de que elas são reais.

De modo frontal, o cardeal G. L. Müller, prefeito para a Congregação da Doutrina da Fé, veio corrigir Francisco, dizendo que os divorciados recasados não podem, em caso algum, aproximar-se da comunhão e o máximo a que podem aspirar, depois da confissão, é viverem "em castidade total, como irmãos". Uma vez que o famoso teólogo Hans Küng tinha revelado, num artigo, que o Papa se lhe dirigira pessoalmente como "lieber Mitbruder" (querido irmão), manifestando abertura a um debate livre na Igreja sobre o dogma da infalibilidade, Müller assegurou que é um herege, que "não crê na divindade de Cristo nem na Trindade". Numa entrevista ao Achener Zeitung, o cardeal W. Kasper, que está com Francisco e que foi quem o convenceu a receber o Prémio Carlos Magno, atribuído por "ser a voz da consciência de Europa", declarou que "a enorme maioria das pessoas até para lá da Igreja Católica está fascinada com este Papa. Na Cúria, também há oposição resistente". Porquê? "Ele dá uma reviravolta a muitas coisas. Está sobretudo empenhado na mentalidade. Só se esta mudar é que virão as reformas nas estruturas. Isso precisa de tempo. Francisco trabalha nisso. A Cúria é uma instituição antiga, onde se cultiva carreiras e hábitos."

O teólogo A. Torres Queiruga, depois de descrever o "carácter democrático e o coração evangélico" e "a honestidade do quase impossível equilíbrio" da Exortação A Alegria do Amor, reconhece que "nunca um Papa teve tão aberta oposição na história dos pontificados". Como escreveu outro teólogo, Xabier Pikaza, "estamos a assistir a um assalto orquestrado por cardeais da Cúria e outras vozes que começaram a dizer coisas como estas: que este Papa não sabe teologia (sabe o Evangelho!), que está a romper com a Lei Natural (a que eles crêem da sua natureza!), que está a destruir a Igreja, de modo que há que esperar que morra... Este é um assalto que provém da lei do medo, própria daqueles que não acreditam de verdade no evangelho da conversão, da forma nova de pensar e agir de Jesus. Um assalto dos que têm medo da sua própria liberdade, da sua responsabilidade pessoal. Para libertar-se do seu medo (sem conseguir), impõem duras obrigações legais aos outros, cargas que eles próprios são incapazes de carregar. Temendo eles, os "controladores da Igreja", perder a sua função, ficando na rua, procuram a lei do "curral" fechado, controlado, pois temem que os cristãos sejam livres e "explorem de verdade a vida segundo o Evangelho".

2.Francisco acaba de declarar que instituirá uma comissão para estudar a possibilidade de ordenar mulheres como diaconisas. O cardeal W. Kasper já veio prevenir que muitos se oporão: "Creio que agora se abrirá uma discussão feroz. Sobre este tema a Igreja está dividida entre os que pensam que o diaconado permanente feminino é um regresso à Igreja primitiva e os que crêem que é um primeiro passo para as mulheres sacerdotes e que, por isso, não pode ser possível."

Quem se opõe deveria, porém, conhecer, por exemplo, a tese de Karl Rahner, talvez o maior teólogo católico do século XX: "Sou católico romano e, se a Igreja me disser que não ordena mulheres, aceito-o por fidelidade. Mas, se me der cinco razões e todas elas são falsas, face à exegese e à teologia, tenho de protestar. Penso que o Magistério que apela para essas razões falsas não acredita no que diz ou não sabe ou mente ou estas coisas todas juntas. Além disso, a Igreja é infalível em questões de fé e moral, e o tema da ordenação das mulheres não é de fé nem de costumes, mas de administração."

Nesta questão, penso que há um argumento decisivo: Deus não pode ser contra os direitos humanos, opondo-se à igualdade das mulheres.

3. Disse, com razão, o teólogo checo Tomás Halík, um dos mais influentes na actualidade, que fala da fé como "a coragem para entrar na nuvem do Mistério": "Estou profundamente convencido de que o Papa Francisco inicia um novo capítulo na história do cristianismo. Teve a coragem de dizer que as tentativas para reduzir o cristianismo à moralidade sexual, à criminalização do aborto e à demonização dos gays e dos preservativos foram uma obsessão neurótica. Todos sabemos que a defesa dos que estão por nascer e da família tradicional é importante, mas esta agenda não deve ofuscar valores ainda mais importantes como o amor misericordioso, o perdão, a justiça social, a solidariedade com os pobres, a responsabilidade ambiental, a paz e o diálogo amigável entre pessoas de culturas, nações, raças e religiões diferentes. O Papa é uma personalidade profundamente espiritual com uma mensagem profética que ultrapassa as fronteiras entre Igrejas e religiões, cristãos e humanistas."

DN 04 DE JUNHO DE 2016

6 de junho de 2016

Milagre


Pela primeira vez na minha vida, na semana passada fui a uma reunião da tão criticada Igreja Universal e partilhei as práticas e orações dos presentes.
De repente, o Pastor se aproximou do lugar onde estava. 
Olhou-me fixamente e apontou-me o dedo.
Piedosamente, ajoelhei-me e ele colocou as suas mãos na minha cabeça e clamou em voz alta:
-Você vai caminhar.
Eu respondi-lhe baixo:
-Mas não tenho nenhum problema de locomoção.
Ele ignorou minha resposta e quase gritando, voltou a exclamar:
-Irmão, você vai caminhar!
Toda a Assembleia, com as mãos ao alto, começou a chorar:
-Você vai caminhar!
Mais uma vez, tentei explicar que não tinha nenhum problema com meus membros inferiores, mas foi em vão.
Cada vez mais forte e com mais energia, ele repetiu:
-Você vai caminhar!!
Enquanto a Assembleia em transe gritava ainda mais forte:
- Você vai caminhar!!!!
Optei por me calar e não dizer mais nada.
Quando o acto acabou deixei a Assembleia e, acredite ou não, o maldito pastor tinha razão:
Tinham-me gamado o carro!!!

(Voltou a colaboração com o FerreirAmigo)

BOA SEMANA!

VIDA CONJUGAL


Um grupo de mulheres se reuniu em um seminário sobre como melhorar a vida conjugal.
O palestrante perguntou quais delas ainda amam seus maridos.
Todas levantaram a mão.
Então ele perguntou qual a ultima vez que elas tinham dito aos maridos que os amavam.
A maioria não se recordava quando.
Então ele sugeriu que elas pegassem seus celulares e escrevessem “Te amo, querido” e enviassem aos maridos por SMS.
Depois ele pediu que todas mostrassem as respostas. 
Segue abaixo algumas delas:
1) Você está bem?
2) O que foi? Bateu o carro de novo?
3) Diga logo o que foi.
4) O que você quer dizer com isso?
5) Nem tente me enganar. Diga logo de quanto você precisa.
6) Aí tem....
7) Se não me disser para quem era este SMS, eu juro que te mato!
Mas a melhor de todas foi essa:
8) Quem é?

Súplica para ajudas possíveis


2 de junho de 2016

Haverá algum equivalente ao provérbio popular português "quem tudo quer tudo perde" em língua chinesa?


Ainda o caso Dore não adormeceu completamente na opinião pública (segue nos gabinetes e nos tribunais) e já temos um novo caso em tudo semelhante a fazer notícia em Macau.
Desta vez tendo a agência de mediação imobiliária, entre outros negócios, Macau Group como protagonista.
Mais uma vez o esquema é muito simples - fazendo uso da ganância desmedida de algumas pessoas, a referida agência prometia o pagamento de juros muito superiores aos praticados pelas entidades bancárias a todos os que depositassem as suas poupanças na empresa.
Como sempre acontece com esquemas semelhantes (lembram-se da Dona Branca??), durante uns tempos tudo correu muito bem.
Até chegar o momento em os cheques com os montantes correspondentes aos juros devidos passarem a ser devolvidos por falta de provisão.
Queixas junto das forças policiais, junto dos tribunais, detenções, umas dezenas de milhões de patacas que desapareceram.
Esta é a face visível, conhecida, de toda a tramóia.
Para além desta face visível, pública, quantas serão as pessoas que não apresentaram queixa, por acharem que não valia a pena ou por pura vergonha?
Quais serão os montantes efectivamente envolvidos?
Quantos mais casos semelhantes a estes existirão ainda em Macau?
E, finalmente, haverá algum equivalente ao provérbio popular português "quem tudo quer tudo perde" em língua chinesa??

Intemporais (32)