17 de outubro de 2016

Velório no Alentejo


Um Lisboeta, de passagem pelo Alentejo, foi surpreendido com a notícia de que um amigo tinha falecido e seria enterrado naquela tarde.
Chateado com a situação, a perda de um amigo do peito, procurou saber onde seria o velório e foi para lá.
Ao chegar, viu que no caixão estava o morto inteiramente nu e ao lado um grande pote cheio de creme, no qual cada um dos presentes metia a mão e após apanhar um pouco, passava sobre o defunto.
Surpreendido pela cena, coisa inusitada para ele, aproximou-se da esposa e perguntou:
- Desculpe-me a ignorância, mas o que lhe estão a fazer, é tradição por aqui?
A esposa respondeu:
- Não! É inédito! Nunca o fizemos. Ele é que pediu para ser cremado...

14 comentários:

  1. Seria para o fumo cheirar melhor?

    Enfim...
    ~~~

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    1. Perscrutar a mente alentejana é muito complicado, Majo :))))

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  2. Os alentejanos são sempre muito obedientes :))

    Um beijinho amigo Pedro

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  3. Ahahahahahahah

    Somos tansos, mas não tanto, homessa é boa!!

    :)))

    Esta foi de morte, Pedro! ;) De certeza que não a vou esquecer.

    Beijinhos

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    1. Os nossos compadres sã é assim muito literais, a bem dezer, Janita.
      Su o home cria creme dá-se-le creme, homessa! :)))
      Beijinhos

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    1. A interpretação literal é lixada, Carlos :)))

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  5. Ai! AAaaaaahhhhhhhaaahhhhhiiii!
    Que mau...

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  6. Ohhhhhh naoooo... pobrezita da Alentejana. Um abraço :)

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    1. O problema das interpretações literais, The Reader's Tales :)))
      Um abraço

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