22 de junho de 2016

The DNA Journey

Somos todos primos

20 comentários:

  1. É o que diz a ciência.
    Bom dia primo, Pedro.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Uma forma extraordinária de combater o racismo, a intolerância, primo Agostinho.
      Está simplesmente fantástico!

      Eliminar
  2. Este vídeo é simplesmente maravilhoso!
    As fronteiras mais difíceis de atravessar não são as geográficas, mas a que existem nas nossas cabeças.
    Somos todos filhos da Terra.

    Um beijinho, primo Pedro :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Magnífico, não é, Miss Smile?
      O que nos aproxima não será muito mais e muito mais forte que o que nos separa?
      Beijinhos, prima :)

      Eliminar
  3. ~~~
    Concordo com a querida Smile, magnífico!
    Será que tenho algum resquício alemão?! Abrenúncio!

    Eu, que ando à procura dos meus primos...

    Beijinhos...
    ~~~~~

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não fica com vontade de fazer o teste também, Majo?
      Mais do que qualquer discurso político, do que qualquer slogan, uma chapada na cara destas faz qualquer um acordar para a realidade.
      Beijinhos

      Eliminar
  4. A coisa não funciona bem assim, como todos estes vídeos a puxar ao sentimentalismo barato demonstram. Eu me interrogo para quê querem estas empresas o nosso ADN. Acho que podem registar a patente e ficar "donos" dele. Diz-se que é para estudos futuros, para rastear doenças, manipulações genéticas... (criação de uma raça superior?).

    Bem, tirando tudo isto ainda assim inscrevi-me nesta coisa (tem presentemente um concurso dessa agência de viagens). Faz quase um mês e nada me disseram. Julgo que não têm interesse em ADN feminino de portugal Kkkk :)

    Há muitos anos pensei em fazer seriamente um destes exames, mas o ADN preferencial seria o masculino. Não encontrei foi forma de chegar até os meus avós e pedir-lhes para raspar a bochecha...

    Na altura era ainda muito estranho e pouco divulgado. Mas isto do ADN evolui, parece que alguns testes realizados no passado não eram fidedignos. Este desta viagem diz ser diferente. Uma nova forma que apresenta resultados que não têm só a ver com o ADN feminino ou masculino e, por isso, dizem que é mais preciso.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ainda bem que nos esclareceu acerca de todos esses pormenores que desconhecíamos, Portuguesinha.
      A ideia, julgo eu, é combater preconceitos, racismo, xenofobia.
      E resulta muito bem.

      Eliminar
    2. Sim, esse é o lado «sentimentalista» ao qual me referi. Não sei porquê, mas soa-me a propaganda. Quase todos os vídeos que vejo a respeito disso, até mesmo em shows de genética, vão parar aí. Este é de uma agência de viagens. Certamente terá os seus interesses em estabelecer um paralelo entre a "viagem genética" e a global.

      Como combate a preconceitos, funciona bem, sem dúvida. Constata o óbvio e parece que o óbvio ainda surpreende muitas pessoas.

      Mas em termos científicos essa vertente tem pouco interesse. E questiono-me sobre a veracidade e importância dos dados. Recentemente fui parar a uma firma (que também facultava os kits de ADN para este passatempo mas não para a europa) e calhei ler um testemunho de um indivíduo que fez o teste nessa firma e recebeu, além da distribuição genética, indicação do tipo de doenças às quais estava mais apto a contrair.

      Nos EUA estes testes, em alguns estados, apresentam alguma inquietação, pois tem-se vindo a falar do uso destes dados para contratar/despedir pessoas. Se as empresas souberem que alguém tem "x" por cento de probabilidade de contrair uma doença grave, ou tiver acesso ao historial médico, podem descriminar. Tem existido algum debate e acho a ideia válida, merece que se pense a sério nisto. Mas divago um pouco... é um assunto vasto, decerto que o Pedro também já deve ter lido algo sobre estes fascinantes temas ou até consegue informar-se melhor que eu, que sou só uma entusiasta de bancada :)

      Eliminar
  5. Respostas
    1. Num sentido lato nem é necessário haver consanguinidade, Ó menina

      Eliminar
  6. Um vídeo interessantíssimo, Pedro!
    Não me importava, e até gostaria, de fazer um teste desses.

    Dá para pensar em como os Alentejanos são informados e evoluídos, Pedro! Então, não é que por lá se tratam todos por primos e primas?:))

    Beijinhos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os alentejanos é que a sabem toda, Janita!!
      Eu também gostava de fazer o teste.
      Beijinhos

      Eliminar
  7. Sempre pensei que parte da minha descendência fosse mourisca! : ) judia talvez não porque não tenho as características físicas correspondentes; até posso ser descendente de D. Afonso III! Quando alguém me lia as folhas de chá ou as borras do café (quando em grupo íamos fazer estas visitas tanta era a curiosidade dos rapazes e raparigas desse grupo alegre e confiante!), levantavamm sempre a hipótese de ter (eu!!) sangue azul!
    Afinal, respirámos moléculas que já passaram por outros corpos provavalmente há milhões de anos!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Francamente, até ver este vídeo, nunca tinha pensado muito na minha ascendência, Catarina.
      Depois de ver o vídeo, sim, fiquei curioso.
      Há aqui sangue judeu quase de certeza.
      Que mais?
      Não sei, mas gostaria de saber.

      Eliminar
  8. Muito interessante. sempre pensei que parte da minha descendência fosse árabe. A minha irmã falava em indianos, na verdade, ela tem muitas características físicas deles, mas nunca me passou pela cabeça, nada do género.
    Abraço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não fica com curiosidade de fazer o teste, Elvira Carvalho??
      Um abraço

      Eliminar
  9. É MENTIRA:
    Se os europeus vêem de todólado, porque é que a origem dos asiáticos ou dos africanos não é ET ? Esses estudos são uma grande palhaçada, mais propaganda a favorecer o genocídio étnico dos povos nativos europeus . pt.metapedia.org/wiki/Plano_Kalergi

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É especialista em genética, Ivan Baptista?
      É que eu conheço quem o seja e diga que é pura verdade.

      Eliminar
    2. Não sou, mas tenho um espelho em casa meu caro. Eu por exemplo, sei que tenho ascendência fora de portugal, porque tenho conhecimento da minha ascendência estrangeira. Provavelmente também tenho alguma coisa do norte de África por exemplo.
      Mas isso sou eu, não estou a falar pelo Pedro Coimbra e por todos os outros Portugueses.
      Sim é verdade que passaram por cá muitos povos, mas os portugueses por exemplo , na sua maioria são da mesma família dos indo-europeus. E isso não quer dizer que nós os portugueses, sejamos o mesmo que goeses da India ou iranianos do Irão :)

      Eliminar