28 de janeiro de 2016

Jogo em recuperação, diz ele


Aaron Fisher, analista da consultora CLSA, manifestou a convicção que 2016 será um ano de estabilização, e até de recuperação (segunda metade do ano), do sector do Jogo em Macau.
Convicção que é inclusivamente quantificada em percentagens, diferentes mas muito precisas, para os diversos meses na segunda metade do ano.
Não sou analista, não conheço quase nada do que se prende com a principal área económica de Macau.
Tendo consciência desses factos, e confessando-o publicamente, não deixo de manifestar alguma dúvida quando sou confrontado com estas previsões tornadas convicções.
Se bem percebo o raciocínio de Aaron Fisher, e de todos os que partilham esta visão, o fundamento deste cenário optimista está quase exclusivamente relacionado com a dinâmica que necessariamente resultará da inauguração de novos projectos (Wynn Palace, Parisian e MGM Cotai).
Acentuando o facto de não ser especialista na matéria, longe disso, não posso deixar passar estas afirmações sem algumas interrogações:
 - Não era exactamente este cenário de dinâmica directa e forçosamente resultante da abertura de novos projectos que se previa viesse a acontecer com a inauguração da segunda fase do Galaxy e do Studio City?
- Essas expectativas não foram completamente goradas?
- Não será preciso algo mais, uma ajuda da mão invisível que todos  vemos, para que este cenário se torne realidade?
Just asking...

14 comentários:

  1. Pois, gostava de estar dentro do assunto, para comentar este post.
    Um abraço

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    1. Lembra-se de Pedro e o Lobo, Elvira Carvalho?
      É muito semelhante.
      Sempre que está para abrir um novo projecto há gente a gritar que vai haver subida de receitas.
      E eu, que até consigo perceber que, para haver crescimento, tem que haver uma mãozinha das autoridades chinesas, acho piada a estas previsões.
      Um abraço

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  2. Será caso para dizer:

    "Perguntar não ofende"...?! :)

    Beijinhos

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  3. Andará alguém a empurrar com a barriga para a frente, Pedro?
    Abraço

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    1. Quando ouço estas previsões fico sempre com a ideia que são mais desejos do que previsões, António.

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  4. Como não sei que comentar por falta de conhecimento, deixo um beijinho ao Pedro.

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  5. Concordo, Pedro. Serão mais expectativas e desejos do que dados concretos.
    Abraço

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    1. Basta atentar nos dados que servem de ponto de partida para chegar a estas conclusões, Carpe Diem.

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  6. Os economistas deveriam ser bem mais conscientes da sua pouca fiabilidade!!

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    1. Muito mais quando partem de dados tão voláteis como é o caso, São

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  7. Do assunto nada sei mas parece-me que para além do aumento da oferta têm de inventar novos clientes.

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    1. Agostinho, para quem não sabe NADA disse TUDO.
      Se não há consumidores de que serve aumentar a oferta??

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