31 de julho de 2014

Aos costumes disse.....nada


Song Man Lei, presidente da Comissão de Assuntos Eleitorais, não se pronunciou acerca do "referendo" (recolha de assinaturas) que os pró-democratas (sufragistas) pretendem levar a cabo porque essa questão estava em análise nos tribunais.
Song Man Lei, juiz, relatora do processo que foi decidido no Tribunal de Última Instância, não se pronunciou acerca do mesmo "referendo" (recolha de assinaturas) porque o Tribunal não era competente para conhecer a matéria.
Será que Song Man Lei, cidadã, tem alguma opinião formada acerca do "referendo" (recolha de assinaturas) que os pró-democratas (sufragistas) pretendem levar a cabo?!

Espreitem este mimo que a Ana me deixou no blogue dela

(In)Cultura

A Ana, que é um doce de pessoa (pudera, é de Coimbra!) deixou-me um mimo no blogue dela - (In)Cultura- que só ontem vi.
Vá, estão à espera de quê?!
Vão  espreitar que vale a pena.
Beijinho grande, Ana.

30 de julho de 2014

Bolha imobiliária


O relatório do FMI, que dá conta da existência de uma bolha imobiliária em Macau, fez-me recordar Jacques de La Palice.
Christine Lagarde tem que explicar a quem redige estes relatórios que, para que a instituição goze de alguma credibilidade, é necessário ir para além do óbvio.
Que essa bolha existe já toda a gente percebeu.
Como, e quando (aproximadamente), poderá rebentar, ou como se poderá evitar esse rebentamento repentino e os seus efeitos é que deveriam ser preocupações primordiais do relatório do FMI.
Os mais atentos à realidade de Macau já terão percebido que, num mercado totalmente desregulado e perfeitamente alheio a qualquer lógica económica, a bolha que o FMI parece só agora ter descoberto, só tem tendência a crescer nos próximos anos.
Num cenário em que as transacções diminuem mas os preços aumentam (estatísticas oficiais), não é preciso ser um perito na área económica  para perceber que a expectativa, não a lógica, é um factor de primordial importância nas análises que se possam fazer acerca da situação do imobiliário em Macau.
Partindo desta premissa, e recordando que a bolha se começou a formar com a abertura do casino Sands, não será muito difícil concluir que, pelo menos até que estejam finalizados todos os projectos no Cotai,  já iniciados ou simplesmente anunciados, a bolha não deverá parar de crescer.

Soneto do século XVII





Este soneto, obra prima do trocadilho, foi escrito no século XVII por António Fonseca Soares (Frei António das Chagas).


CONTA E TEMPO

Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta,
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero fazer conta, e não há tempo.

Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em fazer conta!

Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...

28 de julho de 2014

A primeira menstruação da Mariazinha


I
Mariazinha, a irmã mais velha do Joãozinho, estava tendo a sua primeira menstruação. 
Apavorada, sem saber a razão de todo aquele sangue, corre pelos corredores à procura do irmão. 
- Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!! 
- Calma, calma, maninha, o que foi?
 - Olha só!!! Estou sangrando!!! O que será isso, Joãozinho??? 
Joãozinho sentiu-se embaraçado no primeiro momento. Pensou um pouco. 
Usando toda a sua experiência (estava no auge dos 7 anos), levantou o vestido da irmã, abaixou a calcinha ... analisou todas as possibilidades, e finalmente concluiu: - Olha...eu não entendo muito bem disso..., mas acho que arrancaram o seu saco.

BOA SEMANA!

Tempo verbal


II
A professora para o Joãozinho: 
Joãozinho, qual o tempo verbal da frase:
 'Isso não podia ter acontecido'? 
Preservativo imperfeito, professora!

O desafio do professor


III
Irritado com seus alunos, o professor lançou um desafio. 
- Aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar de pé. Todo mundo continuou sentado. 
Alguns minutos depois, Joãozinho se levanta. 
- Quer dizer que você se julga burro? - Perguntou o professor,indignado. 
- Bem, para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!!!

25 de julho de 2014

Victor Costa


Um gajo pequenino entra no elevador e depara-se com um gajo enorme lá dentro. O gajo grandalhão olha para o pequenino e decide apresentar-se:
– 2,05 metros de altura, 152 quilos, pénis de 30 cm, testículo esquerdo de 1,2 quilos, testículo direito de 1,3 quilos -  Victor Costa.
O gajo pequenino desmaia. O gajo grande pega no pequenino, reanima-o com umas bofetadas. 
– Que se passou? Tem algum problema?
O tipo pequenino pergunta: 
– Desculpe, mas o que é que você disse?
O gajo grandalhão repete tudo novamente: 
– 2,05 metros de altura, 152 quilos, pénis de 30 cm, testículo esquerdo de 1,2 quilos, testículo direito de 1,3 quilos - Victor Costa.
O gajo pequenino suspira de alivio.
– Ah! Victor Costa?
-Sim.
-Graças a Deus! Eu cá em baixo percebi que tinha dito: ‘Vira-te de costas!!!‘

BOM FIM-DE-SEMANA!!

Joãozinho só complica


A professora, para testar a perspicácia dos seus pequenos alunos, pergunta:
- Menino Luizinho! O que é que tem 4 patas, bigodes, anda em cima dos telhados, tem uma azeitona na boca e faz miau?
- Com uma azeitona na boca? Não faço a mínima ideia, Sra. Professora!
- Oh menino Luizinho, é um gato! A azeitona na boca é só para complicar!
E a professora continua com o seu interrogatório:
- Menino Dioguinho! O que é que tem 2 patas, bico, penas, faz ninhos, tem óculos e faz ‘piu-piu’?
- Com óculos? Não sei o que será, Sra. Professora!
- Oh menino Dioguinho, é um passarinho! Os óculos são só para complicar!
Não satisfeita com os resultados que estava a ter, perguntou á turma, se algum aluno tinha uma pergunta para lhe fazer, ao que o menino Joãozinho respondeu afirmativamente:
- Sra. Professora! O que é que tem ponta redonda, estica e encolhe, tem duas bolas por baixo, tem a ponta vermelha e as mulheres gostam de pôr na boca?
(Furiosa a professora responde)
- MENINO Joãozinho! EU NÃO LHE ADMITO FALTA DE EDUCAÇÃO NA MINHA AULA! JÁ LÁ PARA FORA!
- Calma, Sra. Professora! É o batom! As bolas por baixo era só para complicar!

Testículo descaído


Um tipo vai ao médico porque está com um problema, tem um testículo descaído.
Chega lá e diz:
Olá sr. Doutor, tenho um problema grave, mas até tenho vergonha de lhe contar! Ás vezes quando as pessoas vêem gozam comigo, e tenho receio que o Sr. Doutor se ria de mim também.
O médico:
Oh homem, deixe-se de coisas, esta é a minha profissão e não estou aqui para me rir dos pacientes mas sim para os ajudar. Mostre lá isso então. Dispa as calças e vamos lá resolver o assunto.
O tipo insiste:
O Sr. Doutor promete que não goza comigo?
O médico:
Por amor de Deus homem, claro que não!
O tipo começa então a descer as calças, está a chegar com elas aos joelhos e…o médico desata às gargalhadas e a apontar para o testículo do gajo!
Então o gajo diz:
Está a ver Sr. Doutor, assim já nem lhe mostro o descaído!!!

24 de julho de 2014

Não católicos por favor não entrem?!


“Precisamos de igrejas com as portas abertas” para evitar que aqueles que estão em busca de Deus encontrem “a frieza de uma porta fechada”. “Nem mesmo as portas dos Sacramentos se deveriam fechar por qualquer motivo”.
Estas palavras foram escritas por Francisco na sua primeira Exortação Apostólica, Evangelii Gaudium (A alegria do Evangelho).
Depois de ler o aviso colocado à entrada da Sé Catedral, pergunto-me se não terão sido transmitidas à Diocese de Macau ou se não terão sido por esta bem interpretadas.
A justificação para a existência deste aviso aberrante é dada pelo excesso de turistas e pelo comportamento altamente censurável dos mesmos, designadamente enquanto decorrem celebrações religiosas.
Uma justificação que posso compreender, mas não posso aceitar.
Se é verdade que há um excesso de visitantes no local (onde é que não há esse excesso, pode-se sempre perguntar), e que os comportamentos dos mesmos podem perturbar as celebrações religiosas e até a integridade do local, não é por esta proibição bruta, mal educada, que passa a solução.
A preservação do local pode sempre ser mantida pela limitação do número de visitantes que poderão aceder ao mesmo em simultâneo, algo que o Instituto Cultural poderia garantir já que se trata de um monumento que faz parte do património protegido por lei.
A manutenção de um ambiente de recolhimento nas celebrações eucarísticas poderá ser facilmente mantida se forem proibidas as visitas enquanto as mesmas decorrem, à semelhança do que se vê em inúmeros locais de culto por esse mundo fora.
Para finalizar, porque as dúvidas ainda não foram dissipadas, como é que a Diocese de Macau consegue diferenciar os católicos dos não católicos?
Confesso que não consigo perceber.

O adeus dos Python

Always look on the bright side of life!! :)

23 de julho de 2014

Novo porta-voz do Governo?


Com o aproximar da reeleição do Chefe do Executivo adensam-se os sinais, e com estes os vaticínios, acerca da composição da nova equipa governativa.
Se Alexis Tam está efectivamente destinado a ocupar uma das pastas no novo Executivo (Assuntos Sociais e Cultura?) o seu substituto como porta-voz do Governo parece estar encontrado.
O meu vaticínio (não gosto de apostas) é que esse posto venha a ser ocupado pelo actual director dos Serviços de Assuntos de Justiça, André Cheong.
Bilingue, com presença mediática constante na resposta aos mais variados dossiers, bom relacionamento com os principais decisores, André Cheong tem o perfil indicado para ocupar o cargo que Alexis Tam deixará vago.
Não passa de um feeling muito pessoal, e só tem esse valor, mas não acham que faz sentido?

Pedofilia: tolerância zero (por ANSELMO BORGES)



O que tem acontecido na Igreja Católica quanto à pedofilia é inquietante, inadmissível. É verdade que a maioria dos abusos se dá na família no sentido alargado. Mesmo assim, o número de casos entre o clero "não tranquiliza de modo nenhum" o Papa Francisco, que disse na entrevista ao La Repubblica do passado Domingo que a pedofilia na Igreja se situa nos 2%: "É gravíssimo. Dois por cento de pedófilos são sacerdotes, incluindo bispos e cardeais", e ele compromete-se a agir "com severidade" contra esta "lepra". Tanto mais grave quanto está em causa a confiança que a sociedade, as famílias e as próprias crianças punham na Igreja e nos padres. Foi precisamente essa confiança que foi brutalmente atraiçoada. A Igreja já teve de pagar centenas e centenas de milhões de euros em indemnizações, não sendo de modo nenhum de supor ter sido essa a finalidade das doações dos fiéis. Sobretudo, são as feridas incuráveis que ficaram e que até, por vezes, levaram ao suicídio. E instalou-se a suspeita, porque os responsáveis da Igreja não agiram de modo adequado e a tempo, encobriram e só terão começado a tomar medidas sob a pressão da opinião pública mundial.

Sobretudo por causa da pedofilia e dos escândalos no seu banco, o Vaticano tinha-se tornado um lugar pouco recomendável e mal frequentado. Seguindo o antecessor, Bento XVI, que declarou tolerância zero para a pedofilia - desde então, o Vaticano afastou centenas de padres e alguns bispos -, Francisco está totalmente empenhado em mudar a situação.

No que à pedofilia se refere, não são possíveis palavras mais contundentes do que as utilizadas na semana passada, quando do encontro histórico no Vaticano com seis vítimas, hoje pessoas adultas, três homens e três mulheres, do Reino Unido, Alemanha e Irlanda, em representação de todas as outras. O papa emérito também já tinha recebido vítimas, mas, agora, foi no Vaticano. E houve mais duas novidades: Francisco agradeceu às vítimas "a valentia de exporem a verdade", porque "trouxe luz sobre uma terrível escuridão na vida da Igreja", e, por outro lado, pediu perdão pela "cumplicidade" da Igreja, isto é, pelo "pecado de omissão" cometido por alguns responsáveis da Igreja: "Exprimo a minha dor pelos pecados e crimes graves de abusos sexuais cometidos pelo clero contra vós e humildemente peço perdão", também "pelos pecados de omissão por parte de líderes da Igreja que não responderam adequadamente às denúncias de abuso apresentadas por famílias e por aqueles que foram vítimas do abuso." Essa atitude, que "não tem explicação", trouxe um "sofrimento adicional" a quem tinha sofrido abuso e "pôs em perigo outros menores que estavam em situação de risco".

Francisco mostrou-se implacável: "Não há lugar no ministério da Igreja para aqueles que cometem estes abusos", comprometendo-se "a não tolerar o dano infligido a um menor por parte de ninguém, independentemente do seu estado clerical". "Todos os bispos devem exercer os seus deveres de pastores com sumo cuidado para salvaguardar a protecção de menores e darão contas por esta responsabilidade", sublinhando que deverão continuar "vigilantes na preparação para o sacerdócio".

A Igreja "quer chorar" perante "os actos execráveis de abuso perpetrados contra menores", que "deixaram cicatrizes para toda a vida" e que comparou a "culto sacrílego" e "missas satânicas". Como sinal da seriedade da nova atitude, foi criada a Pontifícia Comissão para a Protecção de Menores, presidida pelo cardeal Sean O"Malley.

Termino, com três notas. Para chamar a atenção para a necessidade de salvaguardar os direitos de defesa dos acusados. Manifestar a esperança de que outros sigam o exemplo da Igreja, como espera Francisco, na entrevista ao Corriere della Sera: "A Igreja Católica foi a única instituição pública a reagir com transparência e responsabilidade. Ninguém fez mais. E ainda assim é a única a ser atacada." Embora se não possa estabelecer uma relação de causa-efeito entre celibato e pedofilia, enquanto se mantiver o celibato obrigatório, a Igreja estará sob o fogo da suspeita.

in DN, 19.Jul.2014

22 de julho de 2014

Uma tragédia que não podia acontecer


Não sou propriamente um entusiasta de viagens de avião.
Começando pelo ritual de ter que estar no aeroporto duas horas antes da partida; passando pelos inúmeros procedimentos de segurança antes da entrada na aeronave, agravados após o 11 de Setembro; pelos procedimentos de segurança já no interior da aeronave, que George Carlin tão bem caricaturou; pelas intermináveis horas de voo dentro de um tubo de lata, em espaço confinado, tantas vezes claustrofóbico até; uma viagem de avião é um tormento para mim.
Tudo isto não me impede de perceber que estamos a falar do meio de transporte mais seguro que se conhece.
Acredito que as centenas de pessoas que foram barbaramente assassinadas no voo da Malaysia Airlines, abatido nos céus da Ucrânia, também tivessem a percepção de estar a viajar no meio de transporte mais seguro do Mundo.
Por muito que não me agrade viajar de avião, nunca me passou pela cabeça a possibilidade de ser atingido em pleno voo por um míssil disparado por um bando de assassinos tresloucados.
E acredito plenamente que o mesmo acontecesse com as inocentes vítimas desta tragédia que simplesmente não podia ter acontecido.

Jon Stewart a propósito da situação em Gaza

Depois de ouvir Obama sustentar que Israel tem o direito de defender o seu território dos ataques do Hamas, não podia deixar de publicar aqui a visão de Jon Stewart acerca do conflito em Gaza que encontrei no Facebook de uma querida amiga.
Será necessário acrescentar algum comentário?!

21 de julho de 2014

IMITOSE


BOA SEMANA!!

A ARTE DE SABER MENTIR







O Neves diz a uma colega de trabalho:
- Você quer boleia ?
- Claro, respondeu ela, entrando no carro.
Chegando no edifício onde ela mora, ele parou o carro para que ela saísse 
e ela convidou-o para entrar no seu apartamento.
- Não quer tomar um cafezinho, um whisky, ou alguma coisa?
- Não, obrigado, tenho que ir para casa.
- Imagine, o Sr.Neves foi tão gentil comigo, vamos entrar só um pouquinho.
Ele subiu, atendendo ao pedido da colega.
Ao chegarem no apartamento, ele bebia uma cerveja enquanto ela foi para dentro e 
voltou, toda gostosa e perfumada.
Depois de alguns "gorós", uns amassos, quem pode aguentar ?!?!?!!
O Neves "caiu", literalmente!
Fez sexo com a colega e acabou adormecendo.
Por volta das 4:00 h da manhã, ele acordou, olhou no relógio e levou o maior susto.
Aí,ele pensou um pouco e perguntou à colega:
- Arranjas-me um lápis?
Ela entregou-lhe o lápis, ele pegou, colocou atrás da orelha e foi pra casa.
Lá chegando, encontrou a mulher louca de raiva e ele foi logo contando.
- Tenho algo para te dizer.
Quando saí do trabalho dei boleia a uma colega de trabalho,
depois que chegamos no prédio onde ela mora, 
ela convidou-me para subir e me ofereceu uma cerveja, 
em seguida, ela foi para o banho e 
retornou com uma camisola transparente 
e muito linda, e após vários goles acabamos indo para a cama e fizemos sexo,
de seguida adormeci e acordei agora há pouco.
A mulher deu um berro e falou:
-Seu mentiroso sem vergonha!!
Estiveste na tasca a jogar sueca com OS TEUS AMIGOS!!!
Nem mentir sabes!
ATÉ TE ESQUECESTE DO LÁPIS AÍ, ATRÁS DA ORELHA, seu Aldrabão !!!!!!!! 











HOMENS TAMBÉM SÃO VERDADEIROS AVIÕES



Pensas que só as mulheres podem ser comparadas a um "avião"? NÃO NÃO!!!

OS HOMENS TAMBÉM SÃO VERDADEIROS AVIÕES!

O Homem, até os 20 anos:

Avião de Papel.


Apenas vôos rápidos, de curto alcance e duração.

Dos 20 aos 30:

Caça Militar.



Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objectivo. Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo.

Dos 30 aos 40:

Aeronave Comercial de Vôos Internacionais.




Opera em horário regular. Destinos de alto nível. Vôos longos, com raros sobressaltos. A clientela chega com grande expectativa; no final, sai cansada, mas satisfeita.

Dos 40 aos 50:

Aeronave Comercial de Vôos Regionais.

Mantém horários regulares. Destinos bastante conhecidos e rotineiros.
Os vôos nem sempre saem no horário previsto, o que exige mudanças e adaptações que irritam a clientela.

Dos 50 aos 60:

Aeronave de Carga.


Preparação intensa e muito trabalho antes da descolagem. Uma vez no ar, manobra lentamente e não proporciona grande conforto durante a viagem. 
A clientela é composta maioritariamente por unidades volumosas e embalagens normalisadas.

Dos 60 aos 70:

Asa Delta.


Exige excelentes condições externas para levantar vôo. Dá enorme trabalheira para descolar e depois evita manobras bruscas para não cair antes da hora. 
Após a aterragem, desmonta e guarda o equipamento.

Dos 70 aos 80:

Planador. 



Só voa eventualmente e com auxílio. Reportório de manobras extremamente limitado. Uma vez no solo, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.

Após os 80:

Modelo Antigo.


Só para museu.

18 de julho de 2014

A arte de advogar



O advogado andava em alta velocidade pela cidade de Vila Franca de Xira, na Rua Principal a 215 kms por hora, com seu Rover todo modificado no motor, quando foi parado pela polícia.
Guarda: - O senhor estava em excesso de velocidade. Por favor, a sua carta.
Advogado: - Está vencida.
Guarda: - Os documentos do carro.
Advogado: - O carro não é meu.
Guarda: - Por favor, abra o porta-luvas.
Advogado: - Não posso, tenho lá o revólver que usei para roubar este carro.
Guarda (já bastante preocupado): Abra o porta-malas!
Advogado: - Nem pensar! Na mala está o corpo da dona deste carro, que matei no assalto.
O guarda, vendo-se diante destas circunstâncias, resolve chamar o Sargento.
Chegado ao local, o Sargento dirige-se ao advogado:
Sargento: - Carta de condução e documentos do carro por favor
Advogado: - Estão aqui senhor. Como vê, o carro está no meu nome e a carta está regular.
Sargento: - Abra o porta-luvas!
Advogado (tranquilamente...) : - Como vê, só tem alguns papéis.
Sargento: - Abra o porta-malas!
Advogado: - Certo, aqui está... como vê, vazio.
Sargento (constrangido): - Deve haver aqui algum equívoco. O meu subordinado disse-me que o senhor não tinha carta, que não era o dono do carro e que o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, a uma mulher cujo corpo estava no porta malas
Advogado: - Só falta agora esse sacana dizer que eu circulava com excesso de velocidade!

BOM FIM-DE-SEMANA!

Uma santa aula!


No liceu, numa aula de História, o professor pergunta ao aluno:

- Diga-me, menino Augusto, qual foi o português que, ao longo da sua vida, lidou mais de perto com os Santos?

O aluno pensa durante alguns momentos, respondendo por fim:

- Foi Henrique Galvão, senhor professor!

- Ora essa! - Admirou-se o professor. Então porquê?

O aluno:

- Porque nasceu em Santa Isabel, no dia de Santo Hilário. Foi baptizado no dia de Santa Catarina e frequentou a escola de Santa Filomena.

Morava no Campo de Sant'Ana, deu uma queda em Santa Bárbara e foi socorrido no Hospital da Ordem Terceira de São Francisco.

Foi preso e julgado no Tribunal de Santa Clara, pelo juiz Santiago.

Esteve internado sob prisão no Hospital de Santa Maria, de onde fugiu no dia de Todos os Santos.

Assaltou o paquete Santa Maria, ao qual deu o nome de Santa Liberdade.

Passou pela Ilha de Santa Lúcia, a caminho de terras de Santa Cruz, fixando residência em São Paulo, na Rua de Santa Teresinha, onde viveu exilado, por causa de um "Santo" António que vivia em São Bento e era natural de Santa Comba!!!

Seis alentejanos carregam um piano



Seis alentejanos carregam um piano pelas escadas de um prédio.
No 4º andar, um deles resolve ir ver quantos andares faltam.
Volta e diz:
- Tenho duas notícias, uma boa e uma má.
Um deles responde:
- Conta só a boa, a má contas quando chegarmos!
- Ok, faltam 6 andares.
Continuam a subir e quando chegaram ao 10º andar, um deles pergunta:
- Qual é a má notícia?
- O prédio não é este!

17 de julho de 2014

A história do Banco do meu Avô (por Carlos Paz)


Vamos IMAGINAR coisas…

Vamos imaginar que o meu avô tinha criado um Banco num País retrógrado, a viver debaixo de um regime ditatorial.
Depois, ocorreu uma revolução.
Foi nomeado um Primeiro-Ministro que, apesar de ser comunista, era filho do dono de uma casa de câmbios. Por esta razão, o dito Primeiro-Ministro demorou muito tempo a decidir a nacionalização da Banca (e, como tal, do Banco do meu avô).

Durante esse período, que mediou entre a revolução e a nacionalização, a minha família, tal como outras semelhantes, conseguiu retirar uma grande fortuna para a América do Sul (e saímos todos livremente do País, apesar do envolvimento direto no regime ditatorial).

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Após um período de normal conturbação revolucionária, o País entrou num regime democrático estável. Para acalmar os instintos revolucionários do povo, os políticos, em vez de tentarem explicar a realidade às pessoas, preferiram ser eleitoralistas e “torrar dinheiro”. Assim, endividaram o País até entrar em banca-rota, por duas vezes (na década de 80).

Nessa altura, perante uma enorme dívida pública, os políticos resolveram privatizar uma parte significativa do património que tinha sido nacionalizado. Entre este, estava o Banco do meu avô.

E, continuando a IMAGINAR coisas…

A minha família tinha investido o dinheiro que tinha tirado de Portugal em propriedades na América do Sul. Como não acreditávamos nada em Portugal, nenhum de nós quis vender qualquer das propriedades ou empatar qualquer das poupanças da família. Mas, queríamos recomprar o Banco do meu avô.

Então, viemos a Portugal e prometemos aos políticos que estavam no poder e na oposição, que os iríamos recompensar (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) por muitos anos, se eles nos vendessem o Banco do meu avô muito barato. Assim, conseguimos que eles fizessem um preço de (vamos imaginar uma quantia fácil para fazer contas) 100 milhões, para um Banco que valia 150.

Como não queríamos empatar o “nosso” dinheiro, pedimos (vamos imaginar uma quantia) 100 milhões emprestados aos nossos amigos franceses que já tinham ganho muito dinheiro com o meu avô. Com os 100 milhões emprestados comprámos o Banco (o nosso dinheiro, que tínhamos retirado de Portugal, esse ficou sempre guardado).

E assim ficámos donos do Banco do meu avô. Mas tínhamos uma dívida enorme: os tais 100 milhões. Como os franceses sabiam que o Banco valia 150, compraram 25% do Banco por 30 milhões (que valiam 37,5 milhões) e nós ficámos só a dever 70 milhões (100-30=70). Mesmo assim era uma enorme dívida.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Tal como combinado, viemos para Portugal e começámos a cumprir o que tínhamos prometido aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os familiares e para os próprios nos momentos em que estavam na oposição, etc…).

Como ainda tínhamos uma grande dívida, resolvemos fazer crescer mais o Banco do meu avô. 

Assim, fomos falar com uma nova geração de políticos e prometemos todo o tipo de apoios (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se nos dessem os grandes negócios do Estado.

E eles assim fizeram. E o Banco do meu avô, que tinha sido vendido por 100, quando valia 150, valia agora 200 (por passarem por ele os grandes negócios do Estado).

Mas, mesmo assim, nós ainda devíamos 70 milhões (e tínhamos de pagar, pelo menos uma parte dessa dívida, caso contrário, os franceses ficavam com o Banco do meu avô).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

O meu tio, que era presidente do Banco do meu avô, reformou-se. Nessa altura a família estava preparada para nomear um dos meus primos para presidente. Eu queria ser presidente e prometi à família toda um futuro perpétuo de prosperidade se me nomeassem a mim como presidente.

E assim foi. Fui, finalmente, nomeado presidente do Banco do meu avô.

Mas era preciso pagar uma parte da dívida aos franceses. Podíamos vender uma parte do Banco em Bolsa, mas deixávamos de mandar (logo agora que eu era presidente – não podia ser assim).

Então desenhei um plano:

Criei uma empresa, chamada “Grupo do meu avô” (em que a minha família tinha 100% do capital) e passei os nossos 75% do Banco (25% eram dos franceses) para essa nova empresa.

Assim, a família era dona de 100% do “Grupo” que era dono de 75% do Banco.

Falei com os franceses e combinei mudarmos os estatutos do Banco: quem tivesse 25% mandava no Banco (e os franceses não se metiam, a não ser para decidir os dividendos que queriam receber).

Assim, como o Banco agora valia 200, vendemos 50% na Bolsa por 100 (metade dos 200). Com 50 capitalizámos o Banco. Os restantes 50 tirámos para nós (37,5 para a família e 12,5 para os franceses).

Demos também os nossos 37,5 aos franceses e assim ficámos só a dever 32,5 milhões (70-37,5). Ainda era uma grande dívida, mas continuávamos a mandar no Banco do meu avô (apesar da nossa empresa “Grupo do meu avô” só ser dona de 25% – os franceses tinham outros 25% e os restantes 50% estavam dispersos por muitos acionistas).

Ainda tínhamos uma enorme dívida de 32,5 milhões. Mas, a verdade é que continuávamos a mandar no Banco do meu avô e tínhamos transformado uma dívida inicial de 100 em outra de 32,5 (sem termos gasto um tostão da família – o nosso dinheiro continua, ainda hoje, guardado na América do Sul). Convenci-me, nessa altura, que era um génio da finança!

Continuemos a IMAGINAR coisas…

A certa altura, o crédito tornou-se uma coisa muito barata. Eu sabia que tínhamos um limite original de 100 milhões e já só devíamos 32,5 milhões. Assim, a empresa “Grupo do meu avô” voltou a endividar-se: pediu mais 67,5 milhões (voltámos a dever 100 milhões) e desatei a comprar tudo o que fosse possível comprar.
Tornei-me assim, o dono disto tudo (o Banco do meu avô, a Seguradora do meu avô, a Meu avô saúde, a Meu avô hotéis, a Meu avô viagens, a Construtora do meu avô, a Herdade do meu avô onde se brinca aos pobrezinhos, etc…).
Entretanto fui pagando as minhas promessas aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os momentos em que estavam na oposição, etc…).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

Mas havia agora uma nova geração de políticos. Fui falar com eles e garanti que os apoiaria para o resto da vida (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se eles continuassem a fazer passar os grandes negócios do Estado pelo Banco do meu avô.

Mas, tive azar: houve uma crise financeira internacional.

Deixou de haver crédito. Os juros subiram. Os credores queriam que o Grupo do meu avô pagasse a dívida.

E, além disso tudo, deixou de haver os grandes negócios do Estado.

Mas eu, que me achava um génio da finança e que já estava habituado a ser o dono disto tudo, não queria perder a minha posição de presidente do Banco do meu avô.

Tinha de arranjar uma solução. Fui à procura, e encontrei em África, quem tinha dinheiro sujo e não se importava de investir e deixar-me continuar a mandar e a ser dono disto tudo.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Resolvi então criar uma nova empresa: a “Rio do meu Avô” que passou a ser dona de 100% do capital da “Grupo do meu avô”, que era dona de 25% do “Banco do meu avô”. E eu que era dono disto tudo passei a ser o presidente disto tudo.

Fiz uns estatutos para o “Grupo do meu avô” que diziam que quem tivesse 25% mandava na empresa. Vendi 20% aos Angolanos e 55% na Bolsa. A “Rio do meu avô” ficou assim dona de 25% do “Grupo do meu avô” (mas mandava como se tivesse 100%). A “Grupo do meu avô”, dona de 25% do “Banco do meu avô” (mandava como se tivesse 100%).

Assim, a minha família já só tinha 5% (25% de 25%) do “Banco do meu avô” (mas eu continuava a mandar como se tivéssemos 100%). Já não havia dúvidas: eu era mesmo um génio da finança.

Com os 75 milhões da venda do “Grupo do meu avô” (aos Angolanos e na Bolsa), paguei uma parte da dívida. Mas, na verdade, ainda tínhamos uma dívida de 25 milhões (e continuávamos a não querer mexer no nosso dinheiro – esse continua bem guardado na América do Sul).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

Mas as coisas continuaram a correr mal. Se calhar eu não sou assim tão grande génio da finança. Todos os nossos negócios dão prejuízo (até mesmo o Banco do meu avô). Raio de azar. Ainda por cima, a crise não acaba.

Fiz então o meu último golpe de génio. Convenci todos os bons clientes a comprarem ações do Banco do meu avô, para aumentar o capital sem ter de endividar mais a “Rio do meu avô” (e sem ter de tocar no dinheirinho da família, que continua bem guardado na América do Sul).

Mas os franceses queriam o dinheiro deles. Então, como presidente do Banco do meu avô, emprestei dinheiro deste ao Grupo do meu avô e à Rio do meu avô. Assim pagámos aos franceses. Mas ficámos com um problema: o Banco do meu avô está completamente arruinado.

Tinha de arranjar uma solução!

Fui falar com os novos políticos com uma proposta: reformo-me, dou lugares de Administração a uma série de políticos do partido do Governo e eles que resolvam o problema do Banco do meu avô.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Os políticos aceitaram a minha proposta (aceitam sempre que se fala de lugares de Administração).

Finalmente reformei-me. Ainda somos donos de 5% do Banco do meu avô e de uma série de outros negócios (sustentados pelas dívidas ao Banco do meu avô).

Tudo isto sem termos gasto um tostão (o dinheiro da família continua todo guardado na América do Sul).

E, tomei a última medida antes de me reformar: atribuí a mim próprio uma reforma de um milhão de euros por ano (para as despesas correntes).

E, assim, acabou a história IMAGINADA do Banco do meu avô.

**************

Se alguém teve a paciência de ler este texto até ao fim, deixo uma pergunta: Se esta história em vez de ser IMAGINADA, fosse verdadeira, que fariam ao neto?

República (Velhos hábitos)


Nos tempos em que os Reis mandavam, numa noite escura, à entrada de Dezembro, o Rei veio à varanda do seu iluminado palácio e reparou que a cidade estava escura como breu.
Chamou o seu primeiro-ministro e ordenou-lhe:
- Antes do Natal quero ver a cidade toda iluminada. Toma lá uns cem contitos e trata já de resolver o problema.
O primeiro-ministro chamou o presidente da câmara e ordenou-lhe:
- O nosso Rei quer a cidade toda iluminada ainda antes do Natal. Toma lá 50 contos e trata imediatamente de resolver o problema.
O presidente da câmara chama o chefe da polícia e diz-lhe:
- O nosso Rei ordenou que puséssemos a cidade toda iluminada para o Natal.
Toma lá 20 contos e trata imediatamente de resolver o problema.
O chefe da polícia emite um edital a dizer:
“Por ordem do Rei em todas as ruas e em todas as casas deve imediatamente ser colocada iluminação de natal. Quem não cumprir esta ordem será enforcado”.

Uns dias depois o Rei veio à varanda e, ao ver a cidade profusamente iluminada, exclamou:

- Que lindo! Abençoado dinheiro que gastei. Valeu a pena.

16 de julho de 2014

OS DONOS de PORTUGAL





Donos de Portugal é um documentário sobre 100 anos de poder económico. 
O filme retrata a protecção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. 
Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as grandes famílias cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. 
Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e das relações intestinas com o poder político. 
Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base. 
Quando a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.
Qualquer ligação com os acontecimentos mais recentes no Banco Espírito Santo não terá sido mera coincidência.
Vale a pena (re)ver aqui

Tribunal Constitucional


Para ler atentamente.

Texto retirado de despacho do Tribunal Constitucional:

"Nenhum critério densificador do significado gradativo de tal diminuição quantitativa de dotação e da sua relação causal como início do procedimento de requalificação no concreto e específico orgão ou serviço resulta de previsão legal, o que abre caminho evidente à imotivação."

Desafio qualquer um a traduzir isto.

15 de julho de 2014

Recolha de assinaturas


Regressado de férias o tema do momento em Macau parece ser uma simples recolha de assinaturas.
Será um referendo, como designam (mal!) os seus promotores?
E, sendo um referendo (não é!), será (i)legal?
Com tanto barulho, tanta celeuma, tantas declarações públicas, oficiais e nem tanto, chego apenas a uma conclusão - uma simples recolha de assinaturas, sem qualquer efeito legal (terá talvez algumas repercussões políticas, por muito diminutas que sejam) está a ocupar um espaço mediático e a dar uma notoriedade pública aos seus promotores que estes agradecem. Tanto mais quanto se revela totalmente inesperada e inusitada na sua dimensão.

Olhem a prenda que a Janita me ofereceu!


Há gestos que sensibilizam, que calam fundo nas nossas emoções.
Distraído nas minhas férias, longe dos blogues, não tinha visto a prenda que a Janita me tinha deixado no blogue dela.
Já vi e fiquei com um nó na garganta.
Vá, vão  ver!
Bem haja, Janita.
Beijinhos

14 de julho de 2014

DESTINOS DE FÉRIAS

Agora, que as minhas férias terminaram, com a preciosa colaboração da Maria do Sol, deixo-vos aqui algumas sugestões de destinos para as vossas férias.

Açores:

  
 Madeira:

  
Canárias:



Las Palmas:


Malta:

  
Rhodes:

  
Ilhas Reunião:


Cabo Verde:

  
Cuba:

  
Granada:

  
Ilhas Virgens:


Barbados:


E por último...

 Antígua e Barbuda:


 ... agora é só escolher ! ! !

BOA SEMANA!!