12 de setembro de 2014

A fábula da lagarta e do girino


Uma lagarta e um girino apaixonaram-se e decidiram casar
Mas, no dia do casamento, a lagarta entrou no casulo e dormiu; e o girino, muito chateado com a noiva, resolveu esperar.
Tempo depois, abriu-se o casulo e saiu uma linda borboleta de asas multicoloridas e o girino tinha chegado a sapo, feíssimo.
Então a borboleta disse: com um sapo tão feio não sou eu que vou casar. E acelerou as asas e voando tentou fugir. Mas o sapo atirou o linguão, apanhou a noiva/borboleta e… comeu-a!
Moral da fábula: não importa se você é feio; se tiver uma boa língua sempre vai comer alguma fêmea.

8 comentários:

  1. Cada pessoa poderá tirar as suas conclusões...
    Muitos tem cara feia mas um coração de ouro,carregado das melhores coisas e com os mais elevados atributos - sabedoria e humanismo.

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    1. Ora nem mais, luís.
      Esta fábula foi mais uma das pérolas que o FerreirAmigo envia com regularidade.

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  2. Nem tudo o que luz é ouro. Foi a associação que fiz.
    Beijinho. :))

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    1. Uma associação perfeitamente compreensível, ana :)))
      Beijinhos

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  3. Sapo linguarudo? Eu pensava que quem tinha língua comprida era o camaleão...:))

    Esta anedota contraria a fábula da Bela e o Monstro, que sempre achei linda!

    Beijinhos e bom domingo, Pedro!

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    1. Quem tem boca vai a Romã, não é?
      Pelos vistos, quem tem uma boa língua ainda vai mais longe :))))
      Beijinhos

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  4. Coitadinha da borboleta... já se descasou?
    Uma fábula com um enorme alcance ou seja, com múltiplas lições.
    É pensar... Que é boa é.
    Boa semana de trabalho.

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    1. Esta fábula tem muito que se lhe diga, Agostinho.
      Ou não tivesse tudo a ver com línguas.
      Boa semana!

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