8 de maio de 2014

A polémica das obras na residência consular


Há polémicas que confesso não conseguir perceber.
Precisamente o que acontece agora com a discussão que se gerou em volta das obras de conservação da residência consular de Portugal em Macau e o facto de terem sido inteiramente custeadas pelo empresário Ng Fok.
Ng Fok é, como bem salientou o cônsul de Portugal em Macau, um cidadão português.
Um cidadão português que inclusivamente mereceu que lhe fosse atribuído o título de Comendador pelo Estado português.
E que se disponibilizou para custear inteiramente as obras de conservação agora realizadas, no valor de dois milhões de patacas.
Fica, para memória futura, uma pequena placa na residência consular a marcar esse acto de boa vontade.
E ficam as obras realizadas, a residência consular de cara lavada, Ng Fok feliz por ver o seu nome associado às mesmas.
E fica ainda a iniciativa do Cônsul de Portugal em Macau que já deixou bem claro que não esgotou por aqui as suas ideias de procurar parcerias para poder gerir mais eficazmente o orçamento, apertado, do Consulado.
Conseguem explicar-me onde é que está o problema?

21 comentários:

  1. ~ Não percebo nenhum problema!

    ~ Não parece ser uma ""saída limpa à portuguesa"", ou será?

    ~ ~ ~ Beijinhos. ~ ~ ~

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    1. Eu também não percebo, Majo.
      O Cônsul, que é um tipo com iniciativa (é de Coimbra, está tudo dito), procura parcerias para não desperdiçar o orçamento do Consulado.
      Uma atitude e uma mentalidade louváveis, não merecedoras de crítica.
      Beijinhos

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  2. Se calhar...estas benfeitorias impediram de dar estes trabalhos aos amigos do Governo onde pudessem sacar mais e sem vergonha...

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    1. Não sei se será isso, luís.
      Porque não percebo o que é, realmente.

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  3. Não vejo algum problema, excepto se as obras forem além do previsto e aí será mais uma factura que teremos de pagar.

    Beijos

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    1. Fatyly,
      O Esatdo português não gastou, nem gasta, um tostão.
      Chapelada para o Cônsul.
      Beijos

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  4. Esta coisa de pagar almoços alheios pode não ter nada de especial. Conheci um Manuel, industrial, cavalheiro sem dificuldades, que, de vez em quando, fazia questão de pagá-los. Por razões de vaidade. Há que estar atento e conhecer bem o benemérito não vá adiante começar a pressionar e cobrar.

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    1. "Por razões de vaidade"
      Na mouche, Agostinho!
      É isso mesmo que estes empresários querem - o nome deles ali.
      200 000 euros, mais coisa menos coisa?
      Trocos para se conseguir algo tão desejado.
      Se é bom para todos (win/win situation) pergunto novamente - onde é que está o problema??

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  5. No nome do benemérito, Pedro?
    Será, longe de mim levantar testemunhos, que alguém queria meter dinheiro ao bolso e com a aparição do benemérito foi tudo «por água abaixo»?
    Aquele abraço, Pedro!

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    1. Não sei se foi isso, Ricardo.
      Se foi, muito bem feito!!
      Aquele abraço

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  6. Em vez de se preocuparem com outros problemas, bem mais graves, fazem tempestades em comos de agua...
    Boa quinta-feira, Pedro!
    Mor

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  7. Partilho da sua surpresa, Pedro. Admito que quem nunca viveu em Macau faça um bicho de sete cabeças de uma coisa que não tem importância nenhuma. Os portugueses nunca perceberam a dinâmica do território

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  8. Partilho da sua surpresa, Pedro. Admito que quem nunca viveu em Macau faça um bicho de sete cabeças de uma coisa que não tem importância nenhuma. Os portugueses nunca perceberam a dinâmica do território

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    1. E continuam a não perceber, Carlos.
      Ng Fok quer ali a placa (uma porrinha do tamanho de uma folha de papel A4) com o nome dele.
      Qual é o problema??!!

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  9. Não consigo explicar, porque também não vejo problema algum...só se alguém estava esperando lucrar e ficou muito aborrecido, será?


    Ah, achei muita piada ao post dos animais, rrss

    Tudo de bom

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    1. Não sei, São.
      As obras foram feitas, foram pagas, o benfeitor ficou lá com o seu nome.
      Big deal!!!

      Os bichinhos são uma maravilha!

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  10. Onde está o problema, não sei. Sei, de certezinha absoluta, que se tivesse 2 milhões de patacas (ou até mesmo muito mais) não o ia gastar em obras num consulado, português ou estrangeiro. Por mais placas ou títulos que me dessem... Assim, não entendo a motivação do cidadão! Por outro lado, é um bocado pelintrice o Estado português aceitar "doações" dessas, que parecem pretender contrapartidas...

    Beijocas

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    1. 2 milhões de patacas, para o empresário Ng Fok, são uns trocos, Teté.
      Que ele está perfeitamente disposto a gastar para ter ali o nome dele exposto.
      Francamente, não vejo problema nenhum.
      Pelo contrário, louvo o espírito de iniciativa do Cônsul.
      Beijocas

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  11. Olá Pedro, parece que não consegui comentar ontem...
    Não há problema nenhum, estão a inventar... Tempestades em copos de água. Disparatados.
    Se se preocupassem com os verdadeiros problemas, faziam melhor!
    Bom FDS!

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  12. Pedro, não sei o que se passa mas naõ conseigo comentar o seu blogue... Uma última tentative.
    Concordo com o que escreve, tempestades em copos de água...
    Mor

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    1. Agora deu resultado, Mor.
      Em vez de tempestade em copo de água, eu vou mais longe e chamo-lhe palermice.

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