15 de novembro de 2012

Empresa norte-americana inventa lápis que pode ser semeado


Há uma altura na vida dos lápis que é dramática para o seu utilizador: ele está tão curto que é impossível fazer algo com aquele objecto.

Esta evidência levou a empresa norte-americana Democratech a criar um lápis com cápsulas de várias sementes acopladas no lugar na borracha, o que faz com que este objecto de escrita possa ser plantado.

O produto que nasceu desta ideia chama-se Sprout e, se tudo correr como previsto, algumas semanas depois de ser plantado será transformado em tomates, coentros, salsa, alecrim ou até flores, dependendo das escolhas do comprador.

Ao inserir as sementes no corpo em madeira do lápis, os seus criadores esperam também tornar este objecto atraente para as crianças, agora que estamos na era digital. 


Pode, também, estimulá-las a praticar a reciclagem, neste caso através da jardinagem.

O processo foi desenvolvido no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, onde foi apresentado como uma ideia de um curso de design. 

Os alunos do curso foram convidados a criar um produto sustentável para o escritório do futuro, e os responsáveis da Democratech levaram o concurso – literalmente – a sério.

O projecto está em fase de financiamento colectivo no Kickstarter, mas até agora não tem recebido muita atenção.







7 comentários:

  1. A ideia é louvável. :))
    Aquele abraço

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  2. L.O.L.
    A ideia é excelente.
    Vai tornar-se realidade?
    Esperemos que sim.
    Aquele abraço!

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  3. Eh pá, eu no início ainda pensei que o lápis permitia o surgimento de novos lápis... :P

    Seja como for, é uma brilhante ideia. Comer tomates nascidos dum lápis e tal.. :)

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  4. Há uns anos apareceram umas esferográficas com o mesmo princípio.(ainda tenho uma). Quase ninguém lhes ligou e, na altura, coloquei-me as mesmas perguntas e dúvidas que o Pedro nos sugere com este post. Há coisas que não se compreendem mesmo e parecem não ter explicação.

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  5. A ideia é excelente, FireHead.
    Até para promover a reciclagem junto da garotada.
    Vamos ver se tem consequências.


    Carlos,
    A minha dúvida é essa - fica nas intenções??

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  6. Que ideia tão gira :) Nunca tinha lido nada sobre isso, que giro :)

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